Sábado, 20 Janeiro 2018 | Login
By Joana Lira / Divulgação By Joana Lira / Divulgação

Em exposição no SESC Santo André, ‘QUANDO TUDO EXPLODE’ da artista pernambucana Joana Lira Destaque

“A arte pra mim faz sentido quando tem a oportunidade de transformar, de alguma maneira, a vida das pessoas, seja em reflexão, em beleza ou em acolhimento” (Joana Lira)
 
A Galeria do Sesc Santo André recebe a exposição ‘Quando tudo explode’, da artista e designer Joana Lira. Com curadoria de Diego Matos e cenografia de William Zarella, a mostra fica em cartaz até o dia 4 de fevereiro de 2018 e procura dialogar as investigações autorais da pernambucana com os aspectos arquitetônicos da unidade. 
 
O projeto, concebido especialmente para o Sesc, pretende transformar o espaço em uma explosão de luzes e cores. O objetivo é instigar a curiosidade do público e convidá-lo a experimentar as sensações que a artista quer exteriorizar com as obras.
 
A ruptura de moldes e padrões é um tema recorrente do trabalho de Joana. Segundo a artista, Quando tudo explode é “quando as nossas camadas mais escondidas vêm à tona, quando nada se esconde mais. Tudo emerge, vem para frente e se rompe”. Ela brinca e manipula os elementos como uma grande colagem: juntando-os, vazando-os, pintando-os e sobrepondo-lhes peças a fim de colocá-los como parte íntima da composição, e não apenas um fundo de suporte da obra.
 
Sobre Joana Lira:
Artista gráfica nascida em Recife, em 1976. Em 1997, mesmo ano de graduação como designer gráfica pela Universidade Federal de Pernambuco, realizou sua primeira exposição individual de pinturas, Bichos Aloprados, em sua cidade natal. Durante 10 anos criou e desenvolveu o projeto de cenografia e identidade visual do carnaval do Recife. Este trabalho lhe rendeu participação em diversas exposições nacionais e internacionais, como a mostra sobre Arte e Cidade no Designmai (Alemanha, 2006), a Expo Xangai (China, 2010), a cenografia do carnaval no Sesc Pompeia (São Paulo, 2012), a Samba Etc. no Musée International du Carnaval et du Masque (Bélgica, 2011) e a Carna Vale, sobre o imaginário brasileiro na cultura brasileira (São Paulo, 2015). Vive e trabalha em São Paulo desde 1999.
 
Sobre Diego Matos:
É pesquisador, professor e curador, com especial atenção em sua atuação institucional em São
Paulo. Graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC).
Concluiu mestrado (em 2009) e doutorado (em 2014) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Entre 2005 e 2006, foi professor substituto do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Ceará, nas áreas de história e teoria da arquitetura e do urbanismo. Foi assistente de curadoria da 29ª Bienal de São Paulo, 2010, e editor de conteúdo do website da Instituição e do evento. Atualmente é um dos curadores do 20o Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, tendo lencionado em cursos livres para o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc – SP. Vive e trabalha em São Paulo desde 2006.
 
 
EXPOSIÇÃO: “Quando tudo explode”
Visitação: Até 4/2/2018. (terça a sexta, das 10h às 21h30 | Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30).
Onde: Galeria - Ingresso: Grátis | Livre
 
SESC SANTO ANDRÉ 
Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André / SP - Telefone – (11) 4469-1311
Estacionamento (vagas limitadas): Credencial Plena – R$ 5 (R$ 1,50 por hora adicional) | 
Outros – R$ 10 (R$ 2,50 por hora adicional).