Sábado, 16 Dezembro 2017 | Login
Luis Lobianco, integrante do Porta dos Fundos, chega ao CCBB BH com o drama "Gisberta", monólogo baseado em fatos reais
 
 
O espetáculo "Gisberta" chega ao CCBBBH, com estreia no dia 05 de janeiro, ficando em cartaz até o dia 05 de fevereiro, sempre de sexta a segunda, às 20h, no Teatro I.
 
Idealizada por Luis Lobianco, com direção de produção de Claudia Marques, texto de Rafael Souza-Ribeiro e direção de Renato Carrera, a obra mistura política, história, música, teatro, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006 no Porto, em Portugal, após ser torturada por um grupo de 14 menores de idade. Gisberta atravessou o oceano para buscar um território livre, mas morreu no fundo do poço, afogada em ódio e água.
 
Na ocasião o caso ganhou destaque nas discussões sobre a transfobia em Portugal e Gisberta se tornou ícone na luta pela conscientização para uma erradicação dos crimes de ódio contra gays, lésbicas e transexuais. Em 2016, dez anos após a sua morte, Gisberta foi amplamente lembrada em Portugal por meio de inúmeras reportagens. "Já o Brasil, na contramão, é um dos países que mais comete crimes de transfobia e homofobia, números que não param de crescer junto com uma onda conservadora de intolerância com as diferenças. Se não conseguimos mudar as leis que não nos protegem, que a justiça seja feita no teatro, com música e luzes de Cabaré. Que venham as identidades de humor, gênero, drama, música, tragédia e redenção. O caso de Gisberta não é conhecido por aqui e decidi que Gisberta vai reviver a partir da arte e será amada pelo público." – comenta Lobianco.
 
Caçula de uma família com oito filhos, ainda na infância Gisberta dava sinais de que estava num corpo que não correspondia à sua identidade. Após a morte do pai, deixou os cabelos crescerem definitivamente. Em 1979, aos 18 anos, quando suas amigas morriam assassinadas, na capital paulista, com medo de ser a próxima vítima, deixou o Brasil rumo a Paris. Mais tarde, já depois 
 
de realizar tratamento hormonal e fazer implante de silicone nos seios, mudou-se para o Porto, no Norte de Portugal. Rapidamente enturmou-se na cena gay local. Fazia apresentações em bares e boates. Sem muito jeito com qualquer tipo de liberdade viveu tudo o que nunca experimentou de forma voraz: cantou de Vanusa a Marilyn, bebeu, fumou, cheirou, amou e adoeceu no cabaré. Costumava escrever cartas e mandar fotos para família como forma de garantir que estava segura. Um dia os seus dois cães fugiram de casa e foram atropelados na sua frente. Gis definhou de depressão e Aids. Perdeu os cabelos conquistados, passou a vestir trapos sem gênero e foi morar na rua. Num prédio abandonado foi encontrada, no final de 2005, por um grupo de três meninos mantidos pela Oficina de São José, uma instituição religiosa da vizinhança. No início as crianças ofereceram comida e agasalho, mas a lógica do grupo se converteu em um ódio súbito e inexplicável quando outros 11 meninos se juntaram ao grupo inicial. A partir de 15 de fevereiro de 2006, Gisberta sofreu vários dias de tortura e finalmente, acreditando que ela estava morta, foi jogada ainda com vida dentro de um poço cheio de água. Conclusão do processo: morte por afogamento. Gis, como ela gostava de ser chamada, já vivia sufocada, sua morte foi síntese da sua vida – culpa do ódio e não da água.
 
"O mundo passa por uma grande crise de identidade: o que somos essencialmente e onde podemos viver o que somos? Refugiados podem ser inteiros fora de seus territórios sem inspirarem ameaça? Há liberdade para identidade de gênero mesmo que se tenha nascido em um corpo de outro sexo? Gays podem se amar sem exposição à violência? A reação para o rompimento com padrões sociais é uma explosão de violência cotidiana sem precedentes. Quanto mais ódio, mais a afirmação da identidade se impõe. No ar a sensação de um grande embate mundial iminente - não tem mais como se esconder no armário. Ser livre ou servir à intolerância: eis a questão." – conclui Lobianco. Para contar a história de Gisberta, que é praticamente desconhecida no Brasil e que é também a história de tantas outras vítimas da transfobia, Luis Lobianco interpreta vários personagens com texto concebido a partir de relatos obtidos em contatos pessoais com a família de Gis, do processo judicial e de visitas aos locais da tragédia. Em cena, três músicos acompanham o ator.
 
Uma breve apresentação de Luis Lobianco
Nascido no Rio de Janeiro, Luis Lobianco faz teatro desde 1994. Em 2012, se formou na CAL e foi dirigido por nomes, como: Aderbal Freire-Filho, Moacyr Chaves, Marcelo Saback e Ruy Faria; atuando em mais de 30 montagens teatrais até hoje. Também foi criador dos espetáculos do Buraco da Lacraia, Rival Rebolado e Portátil, todos em cartaz atualmente. Na TV, está no ar com o "Vai Que Cola" no Multishow e se prepara para a estreia da série infantil "Os Valentins", do canal Gloob, onde interpreta o vilão Randolfo, ao lado de Claudia Abreu e Guilherme Weber. Lobianco também é ator fixo do canal Porta dos Fundos desde sua criação, há quatro anos. No cinema já esteve em dez produções entre 2012 e 2017. Lobianco foi indicado ao prêmio F5 da Folha de São Paulo por seu trabalho para TV, como o protagonista de "O Grande Gonzalez", coprodução da FOX com o Porta dos Fundos. Esse ano está no papel principal na série Valentins no canal Gloob e em 2018 fará seu primeiro protagonista no longa-metragem "Carlinhos e Carlão", de Pedro Amorim.
 
Ficha técnica
Atuação: Luis Lobianco / Texto: Rafael Souza-Ribeiro / Direção: Renato Carrera / Direção de Produção: Claudia Marques / Músicos em Cena: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz) / Pesquisa Dramatúrgica: Luis Lobianco, Renato Carrera e Rafael Souza-Ribeiro / Investigação: Luis Lobianco e Rafael Souza-Ribeiro / Trilha Sonora e músicas compostas: Lúcio Zandonati / 
Iluminação: Renato Machado / Cenário: Mina Quental / Figurino: Gilda Midani / Preparação Vocal: Simone Mazzer / Direção de Movimento: Marcia Rubin / Programação Visual: Daniel de Jesus / Produção Executiva: Renato Mascarenhas / Fotos de divulgação: Elisa Mendes e Aline Macedo / Produção: Fabrica de Eventos / Idealização: Luis Lobianco / Produção Local: Rubim Produções 
 
 
SERVIÇO: "Gisberta", com Luis Lobianco 
QUANDO: de 05 de janeiro a 05 de fevereiro de 2018, de sexta a segunda, às 20h
ONDE: Teatro I – CCBB BH - Praça da Liberdade, 450 - Funcionários – Belo Horizonte (MG)
 
Duração: 70 minutos/ Gênero: Drama / Classificação: 14 anos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia entrada) 
Venda de ingressos: bilheteria do teatro / ou www.eventim.com.br
Mais informações: (31) 3431-9400 I (31) 3431-9503
 
Ao longo do ano a OSESP apresentará 112 concertos sinfônicos, incluíndo programas da série de assinaturas e concertos gratuitos, além de cinco concertos do Coro da Osesp, quatro programas do Quarteto Osesp e 11 recitais. Ao todo serão 134 apresentações na Sala São Paulo!
 
 
 
 
 
A Temporada Osesp 2018 – Natureza dos Sons
tem sua inspiração em dois dos mais importantes elementos
de formação da cultura brasileira: a natureza e a música.
 
 
Sobre a escolha desse tema, o Diretor Artístico da Osesp, Arthur Nestrovski, explica: “Poucas culturas têm riqueza natural como a nossa; e poucas também, semelhante patrimônio musical, com enorme variedade de gêneros e estilos. (...) É bem verdade, no entanto, que a música, tanto quanto a natureza, vem sendo ameaçada, de muitos modos, nesse período tão complexo. Cuidar da música, como cuidar da natureza, vai-se tornando, mais do que nunca, exercício de convicção: uma prática diária de persistência, em tempos de crise.”
 
Para a Osesp, esse “exercício de convicção” tem se realizado ao longo de toda a sua trajetória, há mais de 60 anos, e continua pela Temporada de concertos na Sala São Paulo em 2018, com 32 programas de assinatura e 134 concertos no total, sendo 112 sinfônicos, 15 de câmara e sete corais. 
 
Muitas são as iniciativas do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura, para a divulgação e ampliação de plateias da música clássica, com realização da Fundação Osesp. A começar pelos Concertos Matinais Gratuitos, que acontecem sempre aos domingos de manhã na Sala São Paulo, com apresentações da Osesp e de orquestras parceiras. Somam-se a estes os Concertos Digitais, transmitidos para  milhares de espectadores gratuitamente pela internet; os Ensaios Abertos da Osesp, com ingressos a preço reduzido (R$ 10); e ainda os projetos fonográficos, que incluem os lançamentos pelo Selo Digital Osesp, para audição e download gratuitos. 
 
Fundamentais, ainda, são os projetos educativos, como o Descubra a Orquestra, que recebe crianças e adolescentes de escolas públicas para concertos gratuitos na Sala São Paulo; e a Academia de Música da Osesp, que investe na formação e na profissionalização de jovens músicos de orquestra e coro.
 
Nessa Temporada, atendendo ao objetivo de contribuir, ainda mais, para o fácil acesso à música clássica, uma nova ação foi criada: a Fundação Osesp oferecerá em todos os programas uma grande quantidade de ingressos ao preço do Vale Cultura (R$ 50), ao longo de todo o ano, tanto no setor do Coro como no setor superior; e ainda programou a série especial Grandes Clássicos, com quatro concertos regidos por Isaac Karabtchevsky, com preço único de R$ 50 (por apresentação), em todos os lugares da Sala.
 
Falando ainda sobre a preocupação constante com o acesso do seu público à sala de concertos, junto ao anúncio recente de renovação da Praça Júlio Prestes pelo Governo do Estado, a Fundação traz uma novidade importante para a próxima Temporada. A partir de 2018, os concertos noturnos terão início às 20h30, às quintas e sextas-feiras; e os concertos de câmara, aos domingos, terão início às 19h. Já os concertos de sábado à tarde permanecem no horário das 16h30.
  
 
 
 
DESTAQUES DA TEMPORADA
 
Em 2018, a Série Sinfônica da Osesp terá 112 concertos – sendo 12 deles gratuitos –, além das séries de câmara e do Coro. Duas séries inteiramente gratuitas são destaque da programação: o festival Viva Villa! (em fevereiro, antes da abertura oficial da Temporada), com seis concertos seguidos, três destes sob a batuta de Isaac Karabtchevsky, celebrando o término das gravações da integral das 11 Sinfonias de Villa-Lobos; e a Maratona Mozart (em outubro), com cinco concertos regidos por Neil Thomson, com sinfonias do celebrado compositor austríaco, e tendo como solistas os ganhadores do Concurso Jovens Solistas da Osesp.
 
Outros destaques são as sequências integradas de concertos que acontecem ao longo de toda a Temporada 2018, a começar pela série integral das Sinfonias de Beethoven, regidas por Marin Alsop (Diretora Musical e Regente Titular da Osesp), Valentina Peleggi (Regente em Residência da Osesp) e mais sete maestros convidados, entre eles Nathalie Stutzmann (Artista Associada 2016-18), Louis Langrée e Arvo Volmer; e as séries especiais Rossini – 150 Anos de Morte e Stravinsky Essencial (incluindo os três grandes balés modernistas do autor).
 
O Artista em Residência será o flautista franco-suíço Emmanuel Pahud e o Compositor Visitante, o francês Philippe Manoury. O Músico Homenageado será Marcos Thadeu, preparador vocal do Coro da Osesp e Regente Titular do Coro Acadêmico. 
 
Entre os solistas internacionais, a Osesp recebe muitos pianistas – Nikolay Luganski, Gabriela Montero, Steven Osborne, Pierre-Laurent Aimard, Tamara Stefanovich, Igor Levit e Roger Muraro –; além dos violinistas Pekka Kuusisto e Ning Feng; o violista Antoine Tamestit; e o trombonista Christian Lindberg (também como regente). Entre os solistas brasileiros, destaque para os pianistas Fabio Martino, Jean-Louis Steuerman, Lucas Thomazinho e Marcelo Bratke. Destaque ainda para o festival Piano Brasileiro, com concertos do Duo Gisbranco, Leandro Braga e Cristóvão Bastos, e André Mehmari.
 
Entre as obras inéditas está a estreia latino-americana de um concerto do compositor português Vasco Mendonça, pela parceria com a Fundação Gulbenkian de Lisboa, além da estreia mundial de três peças especialmente encomendadas aos compositores Ronaldo Miranda (que comemora 70 anos), Aylton Escobar e Caio Facó.
 
 
A programação completa já está disponível no site da Osesp e a versão digital para download do livro da Temporada será disponibilizada em breve.   [http://www.osesp.art.br/paginadinamica.aspx?pagina=temporadaosesp].
 
 
As peças ganhadoras e selecionadas pelo júri ficarão expostas a partir de 11 de novembro, sábado, das 10h às 18h, com entrada gratuita. No dia acontecerá também feira de livros especializada, encontro com a comissão julgadora e oficinas educativas
 
 31º Prêmio Design MCB, mais tradicional e prestigiada premiação do segmento do país, realizada desde 1986, inaugura a exposição com as peças ganhadoras e selecionadas pelo júri em 2017 no Museu da Casa Brasileira (MCB). A abertura será em novo formato e não haverá cerimônia de premiação, mas contará com feira de livros especializada em arquitetura e design, oficinas e foodtrucks, além de encontro com a comissão julgadora e os vencedores.
 
O Prêmio Design MCB é reconhecido em todo o Brasil por ser um celeiro de talentos e consagração de profissionais. O propósito da premiação é dar anualmente um panorama da produção brasileira em categorias que abrangem o design de produtos e a trabalhos escritos, acadêmicos e editorial ligados ao mercado.
 
Este ano, o Prêmio Design recebeu 587 trabalhos, que foram julgados por duas comissões independentes. Sob coordenação de Marcelo Oliveira, doutor em Arquitetura e Urbanismo, foram analisadas as categorias de produto: Construção, Transporte, Eletroeletrônicos, Iluminação, Mobiliário, Têxteis e Utensílios. Já a categoria de Trabalhos Escritos foi coordenada por Cibele Taralli, doutora em Estruturas Ambientais Urbanas e Milene Soares Cara, doutora em Arquitetura e Urbanismo.
 
Confira a programação de abertura da exposição:
 
- 10h às 18h – Visitação à exposição 31º Prêmio Design MCB
Estarão na mostra os 54 produtos e publicações premiados, divididos entre 1º, 2º, 3º lugares e menções honrosas, além das 48 peças selecionadas pelo júri.
 
- 10h às 18h – Feira de livros especializada
Durante a abertura da exposição do 31º Prêmio Design MCB, editoras focadas em design e arquitetura disponibilizarão suas publicações com descontos: Participam: Romano Guerra, Olhares, Gustavo Gili, estação das letras e Cores, Edições SESC, Ubu, Senac, Blucher, Monolito, Revista Projeto e Revista L+D.
 
- 10h30 às 12h – Oficina de Serigrafia – Educativo MCB
A artista Monica Schoenacker oferecerá noções básicas de serigrafia e, enquanto isso, o participante poderá estampar uma peça em um pano de prato para levar para casa. 
 
- 11h - Encontro da comissão julgadora e vencedores
Pode-se dizer que o tradicional encontro entre os jurados e os vencedores de cada edição é o momento ápice da abertura do Prêmio Design.
 
- 14h às 15h30 - Oficina de Papercut – Fedrigoni
A artista autodidata Ariádine irá ensinar um pouco do que aprendeu durante uma viagem de três anos pela Europa, com colagens e minuciosos recortes em papel – os chamados kiriês, uma técnica oriental originária da China, que consiste em formar figuras e desenhos em papéis com a ajuda do corte do estilete.
 
- 15h às 16h30 – Oficina Inutensílios – Educativo MCB
A atividade será inspirada no poema de Manoel de Barros, 'O Fazedor de Amanhecer', e tem como objetivo central a construção de novos objetos e utensílios para o dia a dia, feitos a partir de sucatas ou materiais que não são mais utilizados.
 
- 16h às 17h30 – Oficina de Encadernação – Fedrigoni
Os ministrantes Estela Vilela e Bruna Ximenes mostrarão como é feita a encadernação, que surgiu quando o comércio de livros no Japão se estabeleceu. A costura, que tem o nome original de Yamato Toji, é feita pelo dorso dos cadernos, sem uso de cola.
 
- 10h às 18h – Foodtrucks
Lanches, comidas vegetarianas, drinkes, doces e açaís. Confirmadas as participações de +55 FoodTruck Brasil, Dica Natureba, Choco Frut e Cubq.
 
 
 
Sobre o Prêmio Design MCB
O Prêmio Design MCB é realizado desde 1986 pelo Museu da Casa Brasileira. A premiação - a mais tradicional e prestigiada do segmento no país - revela talentos e consagra profissionais e empresas. O Prêmio é dividido em dois momentos principais: o Concurso do Cartaz e, em seguida, a premiação dos produtos e trabalhos escritos. Entre junho e agosto, o MCB recebe criações (protótipos ou em produção) nas categorias: Construção, Transporte, Eletroeletrônicos, Iluminação, Mobiliário, Têxteis, Utensílios e Trabalhos Escritos. Os trabalhos são analisados por duas comissões julgadoras independentes, uma para as categorias de produto e outra para trabalhos teóricos. Por fim, são escolhidos os premiados, divididos entre 1º, 2º e 3º lugares e menções honrosas, além dos selecionados que também compõe a exposição. Como resultado do Prêmio Design MCB, o Museu realiza uma mostra com os vencedores e selecionados de cada categoria da edição, que fica em cartaz por cerca de dois meses. 
 
 
SERVIÇO: Abertura do 31º Prêmio Design MCB
De 11 de novembro – entrada gratuita
Sábado, das 10h às 18h
Local: Museu da Casa Brasileira
Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano / SP
Tel.: (11) 3032.3727
Visitação: até 21de janeiro de 2018
 
Um dos artistas mais conhecidos do Brasil desde os anos 80 se reinventou criando um stand up comedy de maior sucesso do Brasil, lotando imensos teatros faz única apresentação em Santo André. 
 
 
Neste show, Mallandro conta historias de sua carreira e de sua vida de um jeito hilário. Nas histórias cita seu padrasto general, Xuxa, Marlene Mattos, Wagner Monte, Maradona, Jorge Benjor, Silvio Santos. 
 
 
Também conta como é viver e morar junto com sua ex-mulher Mary Mallandro. Sérgio promete que sou show não é só "glu glu, yeah yeah" e que tem historias hilárias e uma boa participação do público e, ainda, que no final abre a Porta dos Desesperados.
 
 
 
Serviço: SERGIO MALANDRO Stand Up Comedy
Quando: 21 de Dezembro | Quinta às 21h30
Onde: HILLARIUS COMEDY BAR - Av. Dom Pedro II, 1051 - Bairro Jardim - Sando André - SP
Classificação: 18 anos.
 
PONTO DE VENDAS (com taxa de serviço)
 
BILHETERIA EXPRESS 
Tel.: (11) 2771-0016 - Segunda à Sexta: 10h00 às 17h00
 
DREAM CAR
Estr. das Lágrimas, 658 - Jardim Sao Caetano
São Caetano do Sul - SP
Segunda à Sexta-feira 08:30–17:00
Sábado 08:30–12:00
 
Teatro Opus comemora ano de estreia com série de shows gratuitos entre os dias 19 e 23 de dezembro, no rooftop do Shopping Villa-Lobos. 
 
Milton Guedes, Mustache e os Apaches,
Hammond Grooves, Tiago Espírito Santo e
Mauricio Gasperini são as atrações confirmadas.
 
 
A série de apresentações gratuitas será realizada ao ar livre, sempre a partir das 18h, e terá em sua programação nomes como Milton Guedes, Mustache e os Apaches, Hammond Grooves, Tiago Espírito Santo e Mauricio Gasperini. O evento é uma realização da Gaia Oficina de Cultura e do Governo do Estado de São Paulo. Confira o serviço completo abaixo.
 
 
19/12 - Milton Guedes
O multiinstrumentista brasiliense tem sido, ao longo das duas últimas décadas, requisitadíssimo pelos astros e estrelas da MPB e do pop rock nacional. O saxofonista, flautista e gaitista, que já acompanhou em estúdios ou nos palcos nomes consagrados como Lulu Santos, Roberto Carlos, Rita Lee, Oswaldo Montenegro, Sandy e Junior, Fabio Junior, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Maria Betânia, Nana Caymmi, Alcione, Sandra de Sá, Tim Maia, Paulo Ricardo, Roupa Nova, Elba Ramalho, Fagner, Chitãozinho e Chororó, Ivete Sangalo, Cláudia Leitte, entre tantos outros.
 
Fez trilhas para cinema e TV, como o seriado As Brasileiras de Daniel Filho, inúmeras novelas e criação da identidade musical e vinhetas da rádio MPB-FM. Com várias canções em novelas, seu último sucesso “Mulheres-O Rock” foi tema das aventuras dos atores Edson Celulari, Glória Pires e Luana Piovani na novela Guerra dos Sexos, da Rede Globo.
 
A canção “Você Vai Lembrar de Mim” foi tema dos personagens Marcela e Renato na novela TI TI TI, vividos por Isis Valverde e Guilherme Winter e somam mais de meio milhão de views na internet, além de seus vídeos com mais de um milhão de acessos.
 
 
20/12 - Mustache e os Apaches
Reunindo cinco músicos inspirados pelas jugbands norte-americanas e pela música latino-americana, iniciaram a carreira apresentando‐se nas ruas de São Paulo e logo se destacaram por transformar qualquer lugar da cidade em um espaço para shows. Hoje seguem tocando nas ruas, em teatros e festivais por todo o Brasil.
 
Com sete anos de estrada, dois discos e dois compactos lançados, a banda percorreu teatros do Sul, sudeste e Centro-Oeste, realizou 20 shows na Europa, participou de projetos com nomes importantes como o cineasta Beto Brant, além de programas da TV Globo como Altas Horas, Programa do Jô, novelas Cheias de Charme, Meu Pedacinho de Chão e Em Família.
 
“Twang” e “Le Bateau”, do primeiro disco, foram escolhidas para compor as trilhas dos filmes “O Concurso” e “Meu Passado me Condena II”, respectivamente. A banda também foi responsável pela trilha da série exibida pela GNT, “Lili, a Ex”. Em 2015 foram indicados na categoria de “melhor grupo popular” do 26o Prêmio da Música Brasileira.
 
 
21/12 - Hammond Grooves
É impossível achar no Brasil uma banda de jazz mais dedicada aos grandes nomes e tradições do Órgão Hammond do que o Hammond Grooves. Neste clássico formato do Jazz Organ Trio (composto por órgão Hammond, guitarra e bateria) os caras do Hammond Grooves transcendem o próprio espectro e juntam ao seu jazz autoral influências brasileiras e de estilos como o Blues e o Rock.
 
Os shows são sempre regados de curiosidades ferventes do mundo do jazz. Um verdadeiro universo de timbres e de cultura que emana de cada show, de cada uma das quentes válvulas do Hammond, que agradam e prendem a atenção da plateia de variados gostos, do espectador leigo ao apreciador mais exigente.
 
A banda existe há mais de 10 anos na cena brasileira e participou de importantes festivais de Blues e Jazz, além de já ter divido palco com grandes nomes como Ronnie Cuber (George Benson, Jack McDuff), Brad Berendes (Dr. Lonnie Smith) e os brasileiros Marcelo Monteiro, Josué Dos Santos e Léo Gandelman.
 
Em 2017, realizou sua primeira turnê internacional pela Europa para divulgar o álbum “Funktastic” em casas da Alemanha, Holanda, Polônia e Dinamarca.
 
 
22/12 - Thiago Espirito Santo
Por seu estilo e técnica singulares, Thiago Espirito Santo é reconhecido como um dos mais versáteis e originais contrabaixistas do mundo, desenhando seu caminho pelas vias viscerais da dedicação profunda ao ofício. O berço musical e a grande curiosidade pela abrangência desse universo, aliados à prática de instrumentos diversos e exercício da composição, deságuam em criações sensíveis, que já nascem arranjadas.
 
Compondo agora, numa fase mais madura da carreira, Thiago une todas as suas influências, do samba ao jazz, do bolero ao forró, e apresenta uma sonoridade de sotaques diversos aliados à uma execução cuidadosa e à atenção aos detalhes. Por seu estilo e técnica singulares, o jovem músico é reconhecido como um dos mais versáteis e originais contrabaixistas em atividade no mundo. Como produtor, foi indicado ao Grammy Latino em 2012 pelo álbum "Forró Chorado", de Oswaldinho do Acordeon. Como professor, além de ministrar aulas e oficinas pelo país, desenvolveu o método de contrabaixo aplicado hoje em 360 polos do Projeto Guri.
 
Seu currículo extenso inclui uma série de shows e gravações por todo Brasil e exterior (Estados Unidos, Argentina, Equador, Alemanha, Áustria, Espanha, Portugal, Holanda, Itália, França, Moçambique, Japão e Rússia), ao lado de parceiros como Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Toninho Horta, Maria Bethânia, Hamilton de Holanda, Yamandú Costa, Wilson Simonal, Jair Rodrigues, George Benson, Gregoire Maret, Alessio Menconi, Dom Moio, Todd Johnson, Kenwood Dennard, dentre muitos outros.
 
 
23/12 - Mauricio Gasperini
Já imaginou voltar no tempo e reviver um momento especial ao som de uma música que transcende gerações. Esta é a experiência que o renomado músico, cantor e compositor Mauricio Gasperini promete proporcionar com o projeto eletroacústico intitulado “Viagem do Som”, ao lado do irmão Mauro Gasperini.
 
Maurício e Mauro são ex-integrantes da banda Rádio Táxi, umas das pioneiras dos anos 80. Maurício foi o vocalista e Mauro tocava baixo, teclados e vocais. No show cantam seus maiores hits como Eva, Garota Dourada, Um Amor de Verão, Coisas de Casal e também sucessos de Tim Maia, Guilherme Arantes, Kleiton e Kledir, Paralamas do Sucesso, Lulu Santos, Sá e Guarabyra, Legião Urbana, 14 Bis entre outros.
 
 
SERVIÇO: PORTAS ABERTAS
De 19 a 23 de dezembro
Terça, quarta, quinta, sexta e sábado, às 18h
Local: deck do Teatro OPUS - www.teatroopus.com.br
Av. das Nações Unidas, nº 4777 - Alto de Pinheiros/ 4º piso – Shopping Villa-Lobos / SP
Entrada Gratuita
Classificação: Livre
Duração: 90min 
 
 
 
 

 
“A arte pra mim faz sentido quando tem a oportunidade de transformar, de alguma maneira, a vida das pessoas, seja em reflexão, em beleza ou em acolhimento” (Joana Lira)
 
A Galeria do Sesc Santo André recebe a exposição ‘Quando tudo explode’, da artista e designer Joana Lira. Com curadoria de Diego Matos e cenografia de William Zarella, a mostra fica em cartaz até o dia 4 de fevereiro de 2018 e procura dialogar as investigações autorais da pernambucana com os aspectos arquitetônicos da unidade. 
 
O projeto, concebido especialmente para o Sesc, pretende transformar o espaço em uma explosão de luzes e cores. O objetivo é instigar a curiosidade do público e convidá-lo a experimentar as sensações que a artista quer exteriorizar com as obras.
 
A ruptura de moldes e padrões é um tema recorrente do trabalho de Joana. Segundo a artista, Quando tudo explode é “quando as nossas camadas mais escondidas vêm à tona, quando nada se esconde mais. Tudo emerge, vem para frente e se rompe”. Ela brinca e manipula os elementos como uma grande colagem: juntando-os, vazando-os, pintando-os e sobrepondo-lhes peças a fim de colocá-los como parte íntima da composição, e não apenas um fundo de suporte da obra.
 
Sobre Joana Lira:
Artista gráfica nascida em Recife, em 1976. Em 1997, mesmo ano de graduação como designer gráfica pela Universidade Federal de Pernambuco, realizou sua primeira exposição individual de pinturas, Bichos Aloprados, em sua cidade natal. Durante 10 anos criou e desenvolveu o projeto de cenografia e identidade visual do carnaval do Recife. Este trabalho lhe rendeu participação em diversas exposições nacionais e internacionais, como a mostra sobre Arte e Cidade no Designmai (Alemanha, 2006), a Expo Xangai (China, 2010), a cenografia do carnaval no Sesc Pompeia (São Paulo, 2012), a Samba Etc. no Musée International du Carnaval et du Masque (Bélgica, 2011) e a Carna Vale, sobre o imaginário brasileiro na cultura brasileira (São Paulo, 2015). Vive e trabalha em São Paulo desde 1999.
 
Sobre Diego Matos:
É pesquisador, professor e curador, com especial atenção em sua atuação institucional em São
Paulo. Graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC).
Concluiu mestrado (em 2009) e doutorado (em 2014) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Entre 2005 e 2006, foi professor substituto do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Ceará, nas áreas de história e teoria da arquitetura e do urbanismo. Foi assistente de curadoria da 29ª Bienal de São Paulo, 2010, e editor de conteúdo do website da Instituição e do evento. Atualmente é um dos curadores do 20o Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, tendo lencionado em cursos livres para o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc – SP. Vive e trabalha em São Paulo desde 2006.
 
 
EXPOSIÇÃO: “Quando tudo explode”
Visitação: Até 4/2/2018. (terça a sexta, das 10h às 21h30 | Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30).
Onde: Galeria - Ingresso: Grátis | Livre
 
SESC SANTO ANDRÉ 
Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André / SP - Telefone – (11) 4469-1311
Estacionamento (vagas limitadas): Credencial Plena – R$ 5 (R$ 1,50 por hora adicional) | 
Outros – R$ 10 (R$ 2,50 por hora adicional).
 
Após o enorme sucesso da temporada em São Paulo, a mostra, vista por mais de quatro milhões de pessoas em 25 países, estará em cartaz no Rio de Janeiro até 25 de fevereiro 2018, permitindo que o público interaja com mais de 150 jogos eletrônicos
 
Depois de percorrer 33 cidades de 25 países e ser vista por mais de quatro milhões de pessoas, a megaexposição A Era dos Games segue em cartaz no Rio de Janeiro, onde fica até 25 de fevereiro na Barra da Tijuca.
 
Concebida pelo Barbican Centre de Londres, a mostra passa a limpo a história de um dos maiores fenômenos da cultura de massa da era contemporânea, uma indústria que movimenta mais dinheiro que o cinema e a música juntos, e que em menos de 60 anos passou de uma simples brincadeira de nerds a um movimento social e cultural que influencia a maneira como as novas gerações se relacionam com o mundo.
 
A exposição, que já esteve em São Paulo por quase três meses no Parque Ibirapuera, é programa obrigatório e diversão garantida para toda a família, abrangendo desde o celebrado fliperama até os modernos jogos de caça a Pokémons virtuais.
 
Nos corredores da exposição, além de conhecer em detalhes a história desse fenômeno cultural de nossos dias, o público tem a possibilidade de interagir com mais de 150 jogos de sucesso.
 
Mesmo tendo a interatividade como um de seus principais focos, o objetivo da mostra contempla outros aspectos, como a recuperação da história dos games; a apresentação de novas possibilidades desta área, com o surgimento de tecnologias revolucionárias; e, finalmente, uma cuidadosa explanação da complexa teia de elementos e influências responsáveis pelas diferentes etapas do processo de criação e distribuição dos games. Em outras palavras, ao mesmo tempo em que investiga o desenvolvimento e uso dos jogos eletrônicos, a exposição procura explorar seus desdobramentos e correlações com a cultura contemporânea.
 
 
“Não há dúvida de que os videogames tiveram um grande impacto na cultura visual contemporânea. A Era dos Games pretende demonstrar a força criativa considerável que sustenta a indústria, destacando as contribuições de indivíduos e empresas-chave que desempenharam um papel em sua evolução. A exposição explora a influência de músicos, cineastas e artistas e mostra claramente que algumas das inovações mais criativas do nosso tempo passaram por este meio fenomenal”, resume Neil McConnon, diretor do Barbican.
 
 
A exposição – que consumiu dois anos de trabalho intenso – tem como ponto de início Spacewar, um dos primeiros jogos criados para computador, desenvolvido em 1961 por uma equipe de estudantes do MIT (Massachusetts Institute of Technology) em um PDP-1, computador pioneiro que tinha o tamanho de quatro geladeiras. São cerca de seis décadas examinadas minuciosamente, em 14 seções temáticas distintas. Entre os mais de 150 jogos selecionados, há uma longa lista de destaques, a começar pelo Pong, o jogo de tênis extremamente sintético, criado em 1972 e que rodou o mundo. Trata-se do primeiro videogame a gerar lucro (Spacewar não rendeu nem um centavo a seus criadores) e que deu início a uma das megaempresas do setor, a Atari. Quatro anos após ter sido criada, a empresa foi vendida para a Warner por US$ 28 milhões, sinalizando o início de um negócio extremamente próspero, apoiado sobre o tripé da tecnologia, ciência e arte.
 
Atualmente, o segmento é liderado por cinco grandes fabricantes. Além da Atari, estão na lista Nintendo, Sega, Microsoft e Sony. O segmento é fortemente centralizado no Japão, América do Norte e Europa, mas tem demonstrado um forte crescimento em países como Coréia do Sul, Rússia, Índia e também Brasil. Segundo pesquisas divulgadas no ano passado, o Brasil ocupava o 11º lugar no ranking de maior mercado de games, movimentando R$ 900 milhões ao ano.
 
Nos vários segmentos que compõem a mostra, vão sendo apresentados ao público dados sobre as implicações industriais, criativas e comerciais desse fenômeno de massa; sua geopolítica; os personagens que fizeram história; a crescente importância dos jogos infantis e seu potencial uso como ferramenta educativa; os vínculos inquestionáveis entre os games e outras áreas da produção cultural, como a música e o cinema; a mídia especializada; e, finalmente, os enormes avanços tecnológicos que continuam sendo implementados, como o uso cada vez mais sofisticado da tecnologia 3D, a captação mais sensível dos movimentos pela tela ou por sensores e a constatação de que a realidade virtual é algo cada vez mais próximo. Daí a necessidade permanente de atualizar a exposição, agregando a ela inovações como a Virtual Sphere.
 
 
Uma exposição do BARBICAN CENTRE de Londres
 
Serviço:
DATA: Até até 25 de fevereiro 2018
LOCAL: VillageMall (Av. das Américas, 3900 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ)
HORÁRIO: Terça a sábado das 14h às 22h; Domingos e feriados das 14h às 21h
 
QUANTO: R$20,00 / R$10,00 meia entrada*
GRATUIDADE para grupos pré-agendados de alunos da rede pública e/ou de ONGs e instituições que trabalham com jovens e adultos em situações de vulnerabilidade / de comunidades de baixa renda, com possibilidade de entrega de Kit Educativo e visita guiada. Disponibilidade de visitas pré-agendadas durante toda a exposição. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Telefone: (011) 3138-4900
 
 
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Piloto teve o melhor resultado entre os brasileiros em um dos principais campeonatos de Fórmula 3 da atualidade, com uma vitória e mais três pódios
 
 
 
 
A última etapa da temporada 2017 da EuroFormula Open foi marcada pelas adversidades e pela superação do piloto Thiago Vivacqua. Logo no início dos trabalhos em Barcelona (Espanha), o brasileiro teve problemas com o motor que vinha perdendo potência ao longo dos treinos. A equipe Campos Racing efetuou a troca do motor, mas Thiago teve que sacrificar a participação na segunda, e última, sessão de treinos livres, na sexta-feira (27). O piloto do carro #2 classificou para a primeira corrida, no sábado (28) e ficou com a 11ª colocação e terminou a primeira prova em 10º, voltando a pontuar. No domingo (29), o piloto repetiu os resultados do dia anterior, largando da sexta fila e chegando novamente em 10º. O título do campeonato ficou com o britânico Harrison Scott, da equipe RP Motorsport.
 
Com os resultados, Thiago somou dez pontos no campeonato e terminou a temporada na sétima colocação, empatado com o polonês Alex Karkosik, sendo o melhor brasileiro na categoria. “Foi uma temporada de muito aprendizado. Fiz o possível junto com a Campos Racing, mas infelizmente me faltou sorte em alguns momentos. Coisas de corrida. Consegui uma vitória durante a temporada, mas perdi alguns pontos importantes quando tive algumas etapas sacrificadas, como Estoril, Monza e Jerez. Foram dois pneus furados na Itália após ser  tocado, entre outras coisas que também não tirei melhor proveito de minha parte”, disse o piloto de 20 anos.
 
Thiago termina o campeonato com 98 pontos, tendo como melhores resultados a vitória na primeira corrida em Hungaroring, na Hungria, e mais dois pódios em terceiro lugar, ambos nas segundas corridas em Estoril (Portugal) e Spa-Francorchamps (Bélgica). Fora os pódios, ainda foram mais oito corridas dentro do top-10. “É um campeonato bem bacana e muito competitivo”, completou.
 
Durante todo o ano, Thiago Vivacqua pilotou 1155,73km durante as corridas e 2285,85km nos treinos e um total de 17 voltas na liderança das provas.
 
A EuroFormula 2017 teve oito etapas, com 16 provas disputadas em sete países diferentes, passando pelos mais tradicionais circuitos europeus, sendo eles Estoril (Portugal), Spa-Francorchamps (Bélgica), Paul Ricard (França), Hungaroring (Hungria), Silverstone (Inglaterra), Monza (Itália), Jerez e Barcelona (ambos na Espanha).
 
 
Saiba mais sobre o piloto Thiago Vivacqua: www.thiagovivacqua.com.br