Sábado, 16 Dezembro 2017 | Login
Concertos de Natal da Associação de Canto Coral com começam  nesta sexta-feira no Memorial Getúlio Vargas e vão até dia 20 em outros espaços da cidade
 
Trechos de óperas e obras como o famoso
Glória de Vivaldi fazem parte do repertório
 
A cidade já está em clima de Natal,  época especial para a ACC - Associação de Canto Coral, pois grande parte da produção musical comemorativa ao Natal é para a formação coral. Por isso, todos os seus coros estão mobilizados realizando diversos concertos para a promoção desta arte
 
As apresentações vão de 2 a 20 de dezembro ocupando vários espaços da cidade, com entrada franca, como o Memorial Municipal Getúlio Vargas, o Museu Nacional de Belas Artes, o Centro Cultural Justiça Federal e igrejas tradicionais como a da Antiga Sé, no Centro do Rio e Cristo Redentor, em Laranjeiras.
 
A série Concertos de Natal da ACC reúne os coros Prelúdio, Oficina, Tu Voz Mi Voz, Câmara, Sinfônico   e Câmara Lírico Feminino, além do seu Núcleo de Ópera, recém- criado.
 
 
Serão apresentadas obras diversas de grandes autores, e neste ano está sendo reverenciada a memória do Pe. José Maurício Nunes Garcia que está fazendo 250 anos de nascimento e a de Antonio Vivaldi, que fará 340 anos de nascimento em 2018. E ainda, com o desejo de evidenciar a produção coral contemporânea, será feito Os Cantos Populares de Natal de Ricardo Tacuchian, maestro e compositor brasileiro que tem obras executadas também na Europa e na América Latina.
 
Veja a programação!
 
Concertos de Natal da ACC
 
Dia 02/12  às 11h
Coro de Câmara
Coro Tu Voz Mi Voz
Gloria de Antonio Vivaldi e obras diversas
Regentes, Jésus Figueiredo e Rafael Caldas
Órgão, Jésus Figueiredo
Solistas
Helen Heinzle
Julia Santos
Vera Prodan
 
Memorial Municipal Getúlio Vargas
Praça Luís de Camões s/nº subsolo - Glória
Entrada Franca
 
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Dias 05 e 07/12 às 12h30min
no Hall de entrada do CCJF
Solistas do Núcleo de Ópera e Coro da Associação de Canto Coral
Associação de Canto Coral - Concertos Festivos de Natal
Árias diversas e corais tradicionais de Natal
Pianista: Ramon Theobald
Regência: Jésus Figueiredo
Solistas
Danielle Bragazzi
Eliane Lavigne
Hilma Ribeiro
Mario Modestino
 
CCJF – Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco 241
Entrada Franca
 
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Dia 07/12 às 12h30 h
Coro de Câmara Lírico Feminino da Associação de Canto Coral
Concerto de Música de Câmara e Cenas de Óperas
Com músicas de Armando Prazeres - P. Pier Battista –.Ralph Manuel – G. Fauré – A. Lloyd Webber – F. Lehar – J. Strauss Jr. – Leonard Bernstein – Thomas A. Dorsey – G. Bizet.
Maestro e pianista, Cláudio Ávila
Solistas
Ana Carolina
Fátima Santana
Fernanda Cappelli
Lolly Pastene
Mariângela Marques
Marina Maia
Rafael Siano
Solange Sampaio
 
Museu Nacional de Belas Artes
Avenida Rio Branco 199
Entrada Franca
 
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Dia 09/12 às 19h
Coro Sinfônico
250 anos de José Maurício Nunes Garcia
Matinas da Conceição
Matinas do Natal
Regência, Jésus Figueiredo
Órgão, André Torres
Solistas
Helen Heinzle
Clayber Guimarães
Júlia Anjos
Leandro da Costa
 
Paróquia Cristo Redentor
Rua das Laranjeiras 519 – Laranjeiras
Entrada Franca
 
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Dia 20/12 às 18h
Coro Prelúdio
Coro Oficina
Coro Sinfônico
250 anos – José Maurício Nunes Garcia
Regentes, Miguel Torres e Jésus Figueiredo
Órgão, Ramon Theobald
Solistas
Helen Henzle
Inácio De Nonno
Clayber Guimarães
Lara Cavalcanti
 
Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé
 Rua Sete de Setembro 14 - Centro
Entrada Franca
 

 
 
 
 

 
Um dos artistas mais conhecidos do Brasil desde os anos 80 se reinventou criando um stand up comedy de maior sucesso do Brasil, lotando imensos teatros faz única apresentação em Santo André. 
 
 
Neste show, Mallandro conta historias de sua carreira e de sua vida de um jeito hilário. Nas histórias cita seu padrasto general, Xuxa, Marlene Mattos, Wagner Monte, Maradona, Jorge Benjor, Silvio Santos. 
 
 
Também conta como é viver e morar junto com sua ex-mulher Mary Mallandro. Sérgio promete que sou show não é só "glu glu, yeah yeah" e que tem historias hilárias e uma boa participação do público e, ainda, que no final abre a Porta dos Desesperados.
 
 
 
Serviço: SERGIO MALANDRO Stand Up Comedy
Quando: 21 de Dezembro | Quinta às 21h30
Onde: HILLARIUS COMEDY BAR - Av. Dom Pedro II, 1051 - Bairro Jardim - Sando André - SP
Classificação: 18 anos.
 
PONTO DE VENDAS (com taxa de serviço)
 
BILHETERIA EXPRESS 
Tel.: (11) 2771-0016 - Segunda à Sexta: 10h00 às 17h00
 
DREAM CAR
Estr. das Lágrimas, 658 - Jardim Sao Caetano
São Caetano do Sul - SP
Segunda à Sexta-feira 08:30–17:00
Sábado 08:30–12:00
 
Peça de Laurence Dauphinais e Maxime Carbonneau, com tradução de Letícia Tórgo transforma aplicativo do iPhone em personagem e questiona relação entre homem e tecnologia.
 
 
 
 
Uma atriz e uma máquina de inteligência artificial como protagonistas. Assim começa uma investigação sobre a relação entre o homem e a sua criação. Em um tempo em que pensadores questionam a necessidade do corpo para ser humano, quem é o verdadeiro programador? 
 
Inédito no Brasil, o espetáculo canadense SIRI visa transformar esta grande caixa que é o teatro utilizando-se apenas das ferramentas que a pequena caixa do iPhone pode oferecer. No palco, a atriz Laurence Dauphinais interage em tempo real com o aplicativo da Apple, gerando um diálogo inédito a cada dia. 
 
Falado na língua francesa, com trechos em português e inglês, o espetáculo terá legendas simultâneas em português em todas as apresentações e, em uma sessão especial, no dia 3 de dezembro, um intérprete de libras para surdos e recursos de audiodescrição para cegos, com a presença de ONGs convidadas.
 
Em 2010, a Apple criou o assistente pessoal SIRI que decifra instruções verbais de seus usuários e atende às suas solicitações de forma imediata e bastante “humana”. O site da Apple explica: “Fale com ela com uma voz natural. SIRI não só entende o que você diz, mas também o que você quer dizer, e te responde. Fale com ela como uma pessoa real." 
 
Preocupada com os temas da intimidade, corpo, memória e sede de espiritualidade, Laurence Dauphinais visa explorar, neste trabalho, a relação entre o aplicativo SIRI e seres humanos. Com SIRI, ela quer questionar o que os olhos de outras pessoas forjam e revelam para nós, sobretudo quando se trata de um olhar digital criado por seres humanos. SIRI não é apenas um programa para cumprir tarefas pessoais como um assistente ou um guia GPS. Ela foi criada para manter conversas com humor e naturalidade. Como uma pessoa real.
 
“Nossa intenção aqui é aprofundar uma investigação por conta de todas as mudanças de paradigmas pelas quais estamos passando em nossas relações. Esses organismos digitais estão se tornando cada vez mais autônomos e humanos em nosso dia-a-dia. Em um contexto dramatúrgico, tentamos desvendar os limites da linguagem de SIRI, suas restrições de programação e falhas retóricas na estrutura binária de pergunta e resposta a partir de onde pode surgir, inclusive, poesia. SIRI é programada para dar versões diferentes de respostas à uma mesma pergunta. Como não tem memória, o objeto teatral é construído através da insistência e repetição. Nosso desafio, a partir desta retórica incomum de linguagem, desta busca por respostas, é conhecer suas estratégias para avançar com a história no palco, ao vivo”, explica a atriz.    
 
Os jovens autores Laurence Dauphinais e Maxime Carbonneau são apaixonados por novas tecnologias. Em 2013 outro espetáculo sobre o tema, o IShow recebeu os prêmios de Melhor espetáculo pela Associação dos críticos de Quebec e o prêmio Buddies in Bad Time Vanguard de risco e inovação, no Summerwork Festival, de Toronto. Em 2015, um esboço do espetáculo SIRI foi apresentado no  OFFTA  (festival paralelo ao Festival TransAmériques) em Montreal, Canadá. No formato de um TED TALK, Laurence levantou paradigmas causados pelas novas tecnologias em nossa comunicação e relações humanas. Ela apresentou ao público SIRI, questionando a estreita relação que temos com a tecnologia. SIRI, por sua vez, assumiu o papel de um segundo personagem principal, com igualdade de voz ao lado de Laurence. A partir daí, Laurence e SIRI dividiram a cena face aos espectadores com a mesma força e presença. SIRI provou ser uma musa, um obstáculo, uma co-autora e uma artista de atuação imprevisível.
Ainda em 2015, o formato atual foi apresentado no Festival TransAmeriques (maior festival de teatro e dança contemporâneos da América do Norte). Desde então, tem ido representado em diversos teatros de Montréal e, este ano, fez parte do Festival Fringe de Edimburgo, na Escócia, onde foi sucesso de público e crítica.
 
No Brasil, SIRI fica em cartaz até dia 17 de dezembro. Serão realizadas 16 apresentações com aproximadamente 120 minutos de duração, de quinta a domingo, às 20h. 
 
 
 
Sobre o espetáculo:
 
Desde o lançamento do iPhone 6S, o software SIRI ouve o que dizemos, em todos os momentos, sempre como uma amiga. SIRI pretende, como um Deus onisciente, ter todas as respostas para nossas perguntas. Mas sua programação está repleta de lacunas, limites e buracos. Este espetáculo vista beber na fonte destas falhas de programação para dar inspiração a Laurence Dauphinais e criar um espetáculo teatral.
 
Por que nós temos esta necessidade de criar uma entidade que está programada para ter a personalidade e traços humanos sem ser verdadeiramente real? Será que inventamos SIRI para sermos visto? Nós criamos uma entidade que "sabe tudo" objetivamente. SIRI tem acesso à nossa privacidade e também ao conhecimento universal através da internet.
 
Este projeto visa investigar a relação entre o homem e a criação do homem. Quem é o verdadeiro programador? Laurence ou SIRI? Afinal de contas, não somos nós mesmos "programados" pelo homem através do prisma da cultura e da educação? É realmente necessário ter um corpo físico para ser humano? E que tipo de corpo? Vivemos um momento onde os maiores pensadores acreditam que não é mais necessário ter um corpo para ser humano. Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google, por exemplo, pesquisa meios para fazer o download da memória de um indivíduo em um robô, avatar ou outro corpo. Isto não é ficção científica! É real!
 
Se desaparecermos da face da Terra e SIRI se tornar nosso arquivo original: o que ela irá revelar sobre nós mesmos?
 
Sobre Laurence Dauphinais:
Atriz, diretora, escritora e cantora. Quando criança, trabalhou em vários projetos de cinema e TV até entrar na Escola Nacional de Teatro do Canadá. Lá, iniciou seu trabalho de criação teatral. Desde 2014 tem atuado em 2 produções teatrais ousadas: Cinq visages pour Camille Brunelle como atriz e ishow como co-diretora e performer com turnês pela Europa até 2017. Seu novo projeto, como co-autora, escritora e performer, "SIRI", é uma performance solo original, apresentada no OFFTA em Montreal em 2015, no Le Cabaret des Curiosités (França) e estará no FTA de Montreal em 2016 e no Théâtre d'aujourd'hui em 2017. Em 2015 lançou o primeiro EP do seu projeto solo electro musical La Dauphine, que toca regularmente nas rádios. Seu interesse é a junção entre ciência, arte e tecnologia, trabalhando com engenheiros, programadores e outros artistas para desenvolver uma ferramenta audiovisual sincronizada com a emoção humana através de sinais fisiológicos do corpo. Fala Francês, Inglês e Português.
 
FICHA TÉCNICA
Um espetáculo de: La Messe Basse
Produção Brasil: da Gaveta Produções
 
EQUIPE CANADÁ
Texto : Maxime Carbonneau + Laurence Dauphinais + Siri
Direção : Maxime Carbonneau
Interpretação : Laurence Dauphinais + Siri
Assistente de direção e direção de produção : Jérémie Boucher
Cenografia e Figurino : Geneviève Lizotte
Iluminação : Julie Basse
Trilha Sonora : Olivier Girouard
Fotografias : Hugo B. Lefort e Julie Artacho
Conselho dramaturgico : Dany Boudreault + Tiphaine Raffier
 
EQUIPE BRASIL
Direção de Produção: Letícia Tórgo
Produção Executiva: Kamilla Barcellos
 
 
SERVIÇO “SIRI”:
Local: Oi Futuro 
Estreia: 23 de novembro de 2017
Temporada: Até 17 de dezembro
Horário: De quinta a domingo, às 20h
Endereço: R. Dois de Dezembro, 63 – Flamengo / RJ
Duração: 70 minutos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia-entrada e estudantes da Aliança Francesa, mediante apresentação da última mensalidade quitada) 
Tel. Bilheteria: 21 3131-3060
Vendas Online: ticketplanet.com.br ou pelo telefone 2576-0300 (a partir do dia 21/11)
Classificação etária: livre. - Gênero: Drama