Terça, 23 Janeiro 2018 | Login
 
Quando a vida é uma euforia
 
Abertura: 23 de janeiro, às 20h – até 04 de março de 2018
 
 
Responsável por imprimir nas ruas de Recife a identidade visual e a cenografia do carnaval pernambucano ao longo de dez anos, a artista gráfica Joana Lira apresenta no Instituto Tomie Ohtake o carnaval pernambucano, ressaltando as manifestações regionais, com um olhar atual, repleto de resignificados.
 
 
Com curadoria de Mamé Shimabukuro, a mostra promove uma aproximação do visitante com o multifacetado carnaval pernambucano, transportando o público para aquela que é considerada uma das maiores festas populares brasileiras. “A mostra busca uma tonalidade experimental, ao costurar situações imersivas e documentais sobre as histórias e personagens deste carnaval, refletindo sobre como as representações gráficas da cultura carnavalesca interagem com os sentimentos e emoções das pessoas”, afirma a curadora.
 
 
Ainda que muito apreciado nacionalmente, o país conhece pouco a particular diversidade de ritmos, melodias, temas e personagens contidos no carnaval de Recife. Por isso a exposição, que conta com trilha sonora de Maurício Badé, é também uma rara oportunidade de o público paulistano mergulhar nas originais narrativas que desenham o imaginário popular desta cultura local. Segundo Ricardo Ohtake, o Instituto realiza esta exposição principalmente pelo projeto exaltar o encontro da arte com a rua. “Joana traduz com seu vigor criativo as tradicionais invenções do povo edificadas na cultura brasileira”, completa.
 
 
O primeiro núcleo da mostra trata da ideia de pertencimento, ao trazer conteúdos e registros de manifestações culturais locais, tais como Frevo, Maracatu Rural, Maracatu Nação e Caboclinhos, além das propostas de intervenção urbana realizadas pela artista. Já o segundo favorece a experiência sensorial, apresentando ao visitante a possibilidade de sentir a pulsação do carnaval por meio de grandes projeções marcadas pelo som dos vários ritmos locais. Por sua vez, o terceiro núcleo concentra-se na noção de transcendência, para colocar o espectador dentro da folia, ao exibir personagens em tamanhos monumentais, as grandes proporções que sublinham o trabalho de Joana Lira.
 
 
“Joana desenvolveu uma antropologia visual expressa por uma linha preta vazada receptiva, que possibilita a expansão de formas geométricas e cores vibrantes. Ao mesmo tempo, estão implícitas e explícitas relações de euforia, alegria e sensualidade presentes em seu trabalho. Falamos aqui em relações estéticas e de constituição do sujeito relacionados a cidade de Recife, reconhecendo e revivendo raízes da cultura além de promover uma nova educação estética pela sensibilização do olhar”, afirma a curadora.
 
 
Entre as manifestações que mantêm viva a tradição do carnaval pernambucano e alimentam a obra de Joana Lira, destacam-se os maracatus nação e rural. Enquanto o nação cultua os orixás africanos com cortejos de reis e rainhas de influências africanas e portuguesas, o rural, de origem indígena, evoca os caboclos da mata, personagens conhecidos como Caboclos de lança, criação oriunda dos trabalhadores da cana de açúcar. Com vestes largas, coloridas e brilhantes, de semblante sóbrio, portam óculos escuros e carregam um cravo branco na boca. Idealizadores do Mangue beat, entre os quais Chico Science (1966-1997), revisitaram o maracatu e, ao incorporar as batidas em samplers de guitarras e outros instrumentos, criaram a síntese do que seria a “música mangue”: um pé na tradição, outro na modernidade.
 
 
Igualmente realçado na obra da artista está o consagrado Frevo, no qual a música e a dança foram espontaneamente concebidas pelo povo a partir da mistura de marchas militares e de capoeira, em 1907, período em que se consolidava o carnaval de rua, em Recife. É ao som do frevo que o Galo da Madrugada, bloco que, ao reunir mais de um milhão de pessoas, consagrou-se no livro dos recordes como o maior bloco de carnaval do mundo. Entre as referências há, ainda, os Caboclinhos, grupos inspirados em tribos indígenas, como Caetés, Carijos, Tapuias, Tumpinambás, Tupirapes, Taperaguases.
 
 
Joana Lira é artista gráfica pernambucana. Seus trabalhos mais conhecidos estão aplicados em produtos e materiais de comunicação para clientes como ONU, L´Occitane, Banco do Brasil, Folha de São Paulo, AMBEV, Alpargatas, Consul, Canal Futura, TOK & STOK, Unilever, SESC Pompéia, Prefeitura do Recife e Governo do Estado de São Paulo. Realizou as exposições individuais Bichos Aloprados (Recife, 1997) e Quando Tudo Explode (São Paulo, 2017). Participou de exibições coletivas como Design Brasileiro Hoje: Fronteiras, no MAM (São Paulo, 2010), Design para Todos, na V Bienal Brasileira de Design (Florianópolis, 2015), Aparelhamento, na FUNARTE (São Paulo, 2016). Em 2009, foi premiada pelo Pearl Awards, em Nova York, na categoria Best Use of Ilustration, com a ilustração de capa da revista Audi (editora Trip). Em 2015, teve quatro trabalhos selecionados na 11ª Bienal Brasileira de Design Gráfico, na qual recebeu troféu de destaque. Em 2016, Joana foi convidada para participar da 5ª Bienal Iberoamericana de Diseño, em Madri, com a estampa Casario, criada para linha de produtos da Tok&Stok. Ainda em 2015 e em 2016, recebeu junto com a equipe da L´Occitane au Brésil o primeiro lugar no Prêmio ABRE, da Associação Brasileira de Embalagem respectivamente com as linhas Olinda e Água de Coco. Durante 10 anos criou e desenvolveu o projeto de cenografia e identidade visual do carnaval do Recife. Este trabalho lhe rendeu participação em diversas exposições nacionais e internacionais, como a mostra sobre Arte e Cidade no Designmai (Alemanha, 2006), a Expo Xangai (China, 2010), a Samba Etc. no Musée International du Carnaval et du Masque Bélgica, 2011) e a Carna Vale, sobre o imaginário brasileiro na cultura brasileira (São Paulo, 2015). Vive e trabalha em São Paulo desde 1999.
 
 
 
Mamé Shimabukuro, paulistana. Estudou Interior Construction na Parson’s School e Lighting Design na School of Visual Arts em New York, em 1992. No momento cursa Ciências Sociais na PUC-SP como estrutura para o seu trabalho de curadora. Trabalhou durante 18 anos com arquitetura de interiores e branding. Realizou, como curadora e produtora, algumas exposições individuais de artistas plásticos como Lucio Carvalho, Renato Imbroisi, Danilo Blanco, Guilherme Leme entre outros. Em 2014, foi uma das 20 curadoras do primeiro laboratório de curadoria do MAM sob coordenação do curador Felipe Chaimovich, um Projeto de Curadoria Coletiva, que originou a exposição #140 caracteres. No mesmo ano, idealizou o Trans Forma Ação, um projeto que visa, através de happenings nas ruas, acionar o sensível da relação inerente entre os cidadãos e a cidade que habitam. Atualmente está envolvida com o roteiro e direção do documentário Minha Sorte é o Olho que eu Tenho, apresentando uma grande coleção de arte popular que contrapõe o erudito e o popular.
 
 
 
Serviço: Exposição: Quando a vida é uma euforia
Abertura: 23 de janeiro de 2018, às 20h
Até 04 de março de 2018 – grátis (Fechado no Carnaval do dia 10 ao dia 14 de fevereiro, ao meio-dia)
De terça a domingo, das 11h às 20h
 
 
Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima 201 - Complexo Aché Cultural
(Entrada pela Rua Coropés, 88) - Pinheiros SP –
Metrô mais próximo - Estação Faria Lima/Linha 4 - amarela
Fone: 11 2245 1900
 
 
 
PROGRAMA DE ATIVIDADES
 
O Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake oferece visitas, oficinas e atividades gratuitas, voltadas a diversos públicos.
 
 
Oficina de Música Percussiva Pernambucana
Ministrada pelo músico percussionista Maurício Badé que atualmente trabalha com Criolo e Russo Passapusso.
03/02 sábado, às 11h. - Vagas: 20
 
 
 
Oficina de fantasias de carnaval
Ateliê de produção de fantasias carnavalescas, proposto pelo educador Felipe Tenório.
09/02 6a feira pré-carnaval, às 13h. - Vagas: 20
 
 
 
Padrões Momescos: estampando a emoção
Oficina de estamparia manual para criação de estampas autorais a partir de técnica pochoir inspirados no carnaval pernambucano, ministrada por Lin Diniz e Bárbara Penaforte.
17/02 sábado, das 09h às 18h. - Vagas: 20
 
 
 
Contação de histórias
Contação de histórias inspiradas na exposição.
24/02 sábado, às 11h. - Vagas: 60
 
 
 
Conversa em bloco
Visita à exposição e conversa sobre a pesquisa e as produções para o Carnaval de Recife mediadas pela artista gráfica pernambucana Joana Lira.
24/02 sábado, às 15h. - Vagas: 20
 
 
 
Apresentação de dança contemporânea - FLAIRA FERRO
Espetáculo que une a cultura popular à arte contemporânea feito pela cantora, compositora e dançarina pernambucana Flaira Ferro.
04/03 domingo, às 18h.
 
 
 
Inscrições pelo telefone: 11 2245-1937
Para mais informações acesse www.institutotomieohtake.org.br ou entre em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 
 
 

 

 

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Exposição do projeto LENTES INCLUSIVAS
 
 
 
 
APAE de São Paulo apresenta exposição do projeto LENTES INCLUSIVAS
 
Evento gratuito acontece de 17 a 23 de janeiro, na sede da Organização
 
 
 
O projeto Lentes Inclusivas, idealizado pela fotógrafa Laudiane Lira, tem como objetivo contar histórias de vida de crianças e jovens com deficiência por meio da fotografia, reforçando a importância da inclusão. "A iniciativa busca mostrar que as pessoas precisam enxergar o outro como igual, cada um com suas diferenças", explica a fotógrafa.
 
Laudiane realizou ensaios de pessoas com Deficiência Intelectual na APAE DE SÃO PAULO, em 2017, e agora as fotografias serão expostas na sede da Organização (rua Loefgren, 2.109 – Vila Clementino) em 17, 18, 19, 22 e 23 de janeiro, das 8h às 17h. A entrada é gratuita.
 
 
 
Serviço: Exposição Lentes Inclusivas 
Data: 17, 18, 19, 22 e 23 de janeiro
Horário: das 8h às 17h
Local: APAE DE SÃO PAULO (rua Loefgren, 2.109 – Vila Clementino)
 
 
Sobre a APAE DE SÃO PAULO
 
A APAE DE SÃO PAULO é uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, que há 56 anos, promove o diagnóstico, a prevenção e a inclusão da pessoa com Deficiência Intelectual, produzindo e difundindo conhecimento. Atua desde o nascimento ao processo de envelhecimento, propiciando o desenvolvimento de habilidades e potencialidades que favoreçam a escolaridade e o emprego apoiado, além de oferecer assessoria jurídica às famílias acerca dos direitos das pessoas com Deficiência Intelectual. Pioneiro no Teste do Pezinho no Brasil e credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal, o Laboratório APAE DE SÃO PAULO é o maior da América Latina em exames realizados. Por meio do Instituto APAE DE SÃO PAULO, a Organização gera e dissemina conhecimento científico sobre Deficiência Intelectual com pesquisas e cursos de formação. Para colaborar, os interessados podem ligar para: 11-5080-7000, acessar www.apaesp.org.br ou enviar e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
 
 
 

 
 
 
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As peças ganhadoras e selecionadas pelo júri ficarão expostas a partir de 11 de novembro, sábado, das 10h às 18h, com entrada gratuita. No dia acontecerá também feira de livros especializada, encontro com a comissão julgadora e oficinas educativas
 
 31º Prêmio Design MCB, mais tradicional e prestigiada premiação do segmento do país, realizada desde 1986, inaugura a exposição com as peças ganhadoras e selecionadas pelo júri em 2017 no Museu da Casa Brasileira (MCB). A abertura será em novo formato e não haverá cerimônia de premiação, mas contará com feira de livros especializada em arquitetura e design, oficinas e foodtrucks, além de encontro com a comissão julgadora e os vencedores.
 
O Prêmio Design MCB é reconhecido em todo o Brasil por ser um celeiro de talentos e consagração de profissionais. O propósito da premiação é dar anualmente um panorama da produção brasileira em categorias que abrangem o design de produtos e a trabalhos escritos, acadêmicos e editorial ligados ao mercado.
 
Este ano, o Prêmio Design recebeu 587 trabalhos, que foram julgados por duas comissões independentes. Sob coordenação de Marcelo Oliveira, doutor em Arquitetura e Urbanismo, foram analisadas as categorias de produto: Construção, Transporte, Eletroeletrônicos, Iluminação, Mobiliário, Têxteis e Utensílios. Já a categoria de Trabalhos Escritos foi coordenada por Cibele Taralli, doutora em Estruturas Ambientais Urbanas e Milene Soares Cara, doutora em Arquitetura e Urbanismo.
 
Confira a programação de abertura da exposição:
 
- 10h às 18h – Visitação à exposição 31º Prêmio Design MCB
Estarão na mostra os 54 produtos e publicações premiados, divididos entre 1º, 2º, 3º lugares e menções honrosas, além das 48 peças selecionadas pelo júri.
 
- 10h às 18h – Feira de livros especializada
Durante a abertura da exposição do 31º Prêmio Design MCB, editoras focadas em design e arquitetura disponibilizarão suas publicações com descontos: Participam: Romano Guerra, Olhares, Gustavo Gili, estação das letras e Cores, Edições SESC, Ubu, Senac, Blucher, Monolito, Revista Projeto e Revista L+D.
 
- 10h30 às 12h – Oficina de Serigrafia – Educativo MCB
A artista Monica Schoenacker oferecerá noções básicas de serigrafia e, enquanto isso, o participante poderá estampar uma peça em um pano de prato para levar para casa. 
 
- 11h - Encontro da comissão julgadora e vencedores
Pode-se dizer que o tradicional encontro entre os jurados e os vencedores de cada edição é o momento ápice da abertura do Prêmio Design.
 
- 14h às 15h30 - Oficina de Papercut – Fedrigoni
A artista autodidata Ariádine irá ensinar um pouco do que aprendeu durante uma viagem de três anos pela Europa, com colagens e minuciosos recortes em papel – os chamados kiriês, uma técnica oriental originária da China, que consiste em formar figuras e desenhos em papéis com a ajuda do corte do estilete.
 
- 15h às 16h30 – Oficina Inutensílios – Educativo MCB
A atividade será inspirada no poema de Manoel de Barros, 'O Fazedor de Amanhecer', e tem como objetivo central a construção de novos objetos e utensílios para o dia a dia, feitos a partir de sucatas ou materiais que não são mais utilizados.
 
- 16h às 17h30 – Oficina de Encadernação – Fedrigoni
Os ministrantes Estela Vilela e Bruna Ximenes mostrarão como é feita a encadernação, que surgiu quando o comércio de livros no Japão se estabeleceu. A costura, que tem o nome original de Yamato Toji, é feita pelo dorso dos cadernos, sem uso de cola.
 
- 10h às 18h – Foodtrucks
Lanches, comidas vegetarianas, drinkes, doces e açaís. Confirmadas as participações de +55 FoodTruck Brasil, Dica Natureba, Choco Frut e Cubq.
 
 
 
Sobre o Prêmio Design MCB
O Prêmio Design MCB é realizado desde 1986 pelo Museu da Casa Brasileira. A premiação - a mais tradicional e prestigiada do segmento no país - revela talentos e consagra profissionais e empresas. O Prêmio é dividido em dois momentos principais: o Concurso do Cartaz e, em seguida, a premiação dos produtos e trabalhos escritos. Entre junho e agosto, o MCB recebe criações (protótipos ou em produção) nas categorias: Construção, Transporte, Eletroeletrônicos, Iluminação, Mobiliário, Têxteis, Utensílios e Trabalhos Escritos. Os trabalhos são analisados por duas comissões julgadoras independentes, uma para as categorias de produto e outra para trabalhos teóricos. Por fim, são escolhidos os premiados, divididos entre 1º, 2º e 3º lugares e menções honrosas, além dos selecionados que também compõe a exposição. Como resultado do Prêmio Design MCB, o Museu realiza uma mostra com os vencedores e selecionados de cada categoria da edição, que fica em cartaz por cerca de dois meses. 
 
 
SERVIÇO: Abertura do 31º Prêmio Design MCB
De 11 de novembro – entrada gratuita
Sábado, das 10h às 18h
Local: Museu da Casa Brasileira
Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano / SP
Tel.: (11) 3032.3727
Visitação: até 21de janeiro de 2018
 
Comemorando 36 anos de carreira, Cássio Scapin retoma um de seus grandes personagens que fascinou crianças e adolescentes nos anos noventa
 
 
Ator e diretor de teatro, Cassio Scapin coleciona mais de 60 diferentes personagens em seu currículo, entre teatro, TV e cinema, dos mais variados tipos, como Ary Barroso, Jânio Quadros, Santos Dummont, Miriam Muniz na peça Eu não dava praquilo, Olavo Bilac, Brás Cubas na peça Memórias Póstumas, Urbano Madureira no Sítio do Pica Pau Amarelo, até um traficante chinês além dos vários personagens da peça O Mistérios de Irma Vap, entre tantos outros. Já recebeu 4 indicações ao Prêmio Shell, ganhando 1, e 4 indicações ao Prêmio APCA, ganhando 2. Além de ganhar também os prêmios Mambembe de teatro infantil, Arte Qualidade Brasil, Governador do Estado e 4 APETESP.
 
Para comemorar seus 36 anos de carreira, Cassio trás de volta aos palcos uma de suas mais importantes criações, depois de 20 anos sem interpretá-lo. O mais conhecido e querido personagem, do já legendário Castelo Rá Tim Bum, está de volta numa sensacional aventura inédita, com texto e direção de Mauricio Guilherme e produção de Rodrigo Velloni.
 
Numa arrojada iniciativa e acompanhado apenas do invisível Espírito da Aventura (na voz de Ney Matogrosso), o aprendiz de feiticeiro deixa o Castelo para cair na estrada e assim descobrir o sentido e a sensação do que é uma verdadeira aventura.
 
Como escolher para onde ir? Como se guiar? Que roupas levar? Com que meio de transporte? São tantas as perguntas para responder. E as possibilidades também. Sendo então nosso protagonista um jovem mágico, estas possibilidades se multiplicam em inúmeras outras.
 
Seja numa noite estrelada, num deserto escaldante, no alto do Monte Everest, no espaço sideral e até no fundo do mar, entre muitos outros lugares, explorar o desconhecido é o lema dessa viagem. Através de um novo olhar, Nino vai descobrindo o que é diferente no mundo e o que também pode vir a ser. Uma lição básica para todos que embarcam numa nova jornada, como a dele.
 
A montagem mostra um jeito completamente novo de reencontrar um velho amigo através de projeções arrojadas, truques cênicos, trilha especialmente composta e a presença do talento único de Cássio Scapin, o Nino original da série da TV Cultura que foi ao ar a partir de 1994, com inúmeras reprises até o dia de hoje, sendo considerado um dos melhores produtos audiovisuais da história da televisão brasileira.
 
Nino, o eterno menino de 300 anos, convida a todos para este reencontro nos palcos do Teatro das Artes. Crianças, jovens e (claro!) adultos também. 
 
 
Ficha Técnica:
Elenco: Cassio Scapin 
Voz do personagem Espírito de Aventura: Ney Matogrosso
Texto e Direção: Maurício Guilherme
Colaboração Criativa: Cassio Scapin
Produção: Rodrigo Velloni
Videografismo: André Grynwask e Pri Argoud
Figurino: Fábio Namatame
Cenário: Chris Aizner e Nilton Aizner
Iluminação: Rodrigo Alves
Trilha Sonora: Dan Maia
Fotografia: Priscila Prade
Assistente de direção: Giovani Tozi
 
 
 
 
 
Serviço: Admirável NINO novo 
Onde: Teatro das Artes 
End: Av. Rebouças, 3970 - Shopping Eldorado - 3º Piso / SP
Inf: (11) 3034-0075
Temporada 2018: de 13 de Janeiro até 25 de Março
Sábados e Domingos às 16h00
Recomendação: livre
 
Ingressos: R$60,00  
Bilheteria: terças e quartas das 14h às 20h; de quinta a domingo, das 14h até o início do espetáculo. 
 
“A arte pra mim faz sentido quando tem a oportunidade de transformar, de alguma maneira, a vida das pessoas, seja em reflexão, em beleza ou em acolhimento” (Joana Lira)
 
A Galeria do Sesc Santo André recebe a exposição ‘Quando tudo explode’, da artista e designer Joana Lira. Com curadoria de Diego Matos e cenografia de William Zarella, a mostra fica em cartaz até o dia 4 de fevereiro de 2018 e procura dialogar as investigações autorais da pernambucana com os aspectos arquitetônicos da unidade. 
 
O projeto, concebido especialmente para o Sesc, pretende transformar o espaço em uma explosão de luzes e cores. O objetivo é instigar a curiosidade do público e convidá-lo a experimentar as sensações que a artista quer exteriorizar com as obras.
 
A ruptura de moldes e padrões é um tema recorrente do trabalho de Joana. Segundo a artista, Quando tudo explode é “quando as nossas camadas mais escondidas vêm à tona, quando nada se esconde mais. Tudo emerge, vem para frente e se rompe”. Ela brinca e manipula os elementos como uma grande colagem: juntando-os, vazando-os, pintando-os e sobrepondo-lhes peças a fim de colocá-los como parte íntima da composição, e não apenas um fundo de suporte da obra.
 
Sobre Joana Lira:
Artista gráfica nascida em Recife, em 1976. Em 1997, mesmo ano de graduação como designer gráfica pela Universidade Federal de Pernambuco, realizou sua primeira exposição individual de pinturas, Bichos Aloprados, em sua cidade natal. Durante 10 anos criou e desenvolveu o projeto de cenografia e identidade visual do carnaval do Recife. Este trabalho lhe rendeu participação em diversas exposições nacionais e internacionais, como a mostra sobre Arte e Cidade no Designmai (Alemanha, 2006), a Expo Xangai (China, 2010), a cenografia do carnaval no Sesc Pompeia (São Paulo, 2012), a Samba Etc. no Musée International du Carnaval et du Masque (Bélgica, 2011) e a Carna Vale, sobre o imaginário brasileiro na cultura brasileira (São Paulo, 2015). Vive e trabalha em São Paulo desde 1999.
 
Sobre Diego Matos:
É pesquisador, professor e curador, com especial atenção em sua atuação institucional em São
Paulo. Graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC).
Concluiu mestrado (em 2009) e doutorado (em 2014) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Entre 2005 e 2006, foi professor substituto do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Ceará, nas áreas de história e teoria da arquitetura e do urbanismo. Foi assistente de curadoria da 29ª Bienal de São Paulo, 2010, e editor de conteúdo do website da Instituição e do evento. Atualmente é um dos curadores do 20o Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, tendo lencionado em cursos livres para o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc – SP. Vive e trabalha em São Paulo desde 2006.
 
 
EXPOSIÇÃO: “Quando tudo explode”
Visitação: Até 4/2/2018. (terça a sexta, das 10h às 21h30 | Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30).
Onde: Galeria - Ingresso: Grátis | Livre
 
SESC SANTO ANDRÉ 
Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André / SP - Telefone – (11) 4469-1311
Estacionamento (vagas limitadas): Credencial Plena – R$ 5 (R$ 1,50 por hora adicional) | 
Outros – R$ 10 (R$ 2,50 por hora adicional).
 
“I Love Anos 80” - Jogos, vídeo games e brinquedos fazem parte do acervo
 
 
 
Quem nasceu e cresceu na década de 80 vai viajar no tempo numa exposição que segue até o final de janeiro no Iguatemi Esplanada. “I Love Anos 80” traz itens que vão cair no gosto de quem viveu a infância nos anos 1980, trazendo brinquedos, vídeo games e outros itens que marcaram uma das décadas com maior transformação na cultura pop.
 
 
São mais de 600 itens em exposição entre brinquedos, jogos, vídeo games, eletrônicos, discos, impressos e outros. Clássicos como Atari, Odyssey, Playmobil, Comandos em Ação e Aquaplay conferidos de perto na exposição. Mas, ao contrário da maioria das mostras, nesta o público poderá interagir com os itens em exposição e jogar a vontade jogos clássicos como Fliperama, Master System e até mesmo o Telejogo, além de se divertir com o Pula-Pirata, Cai-Não-Cai, Jogo da Operação, Twister, Pula Pinote e muito mais.
 
 
 
Como nasceu o acervo
 
A mostra surgiu da reunião de amigos que dividiam a mesma paixão pela cultura pop anos 80 e 90. Eles reuniram filmes, quadrinhos, brinquedos, séries, vídeo games, músicas e outros conteúdos relacionados com a época. A vontade de compartilhar esse pedaço da história fez nascer o Clube Máquina Pop, um espaço que reúne a coleção de itens adquiridos ao longo dos anos.
 
O Clube Máquina Pop tem a proposta de resgatar a memória pop dos anos 80/90 através da manutenção e ampliação de um acervo físico de materiais relacionados e a produção de conteúdo cultural como registro histórico de momentos importantes da época.
 
De acordo com os curadores da mostra, o público é variado e vai desde pessoas acima de 35 anos, que viveram sua infância nas décadas de 1980 e 1990, a crianças que se divertem e se encantam com a exposição, que traz brinquedos que não tinham todo o apelo digital dos brinquedos atuais.
 
 
 
 
Serviço: Exposição “I Love Anos 80”
Data: de 01 de dezembro a 31 de janeiro de 2018, diariamente das 10h às 22h.
Local: Ala Norte do Iguatemi Esplanada
Bilheteria no local
 
Endereço Ala Sul: Av. Gisele Constantino, 1850 - Parque Bela Vista – Votorantim
Endereço Ala Norte: Av. Izoraida Marques Peres, 401 - Altos do Campolim - Sorocaba
Informações: (15) 3219.9900 
 
 Série de Zico Farina é um trabalho sobre o isolamento e que usa o espaço da exposição como uma metáfora para criar um mapa imaginário
 
 
 
A partir do dia 20 de dezembro, o MIS exibe a mostra fotográfica Arquipélago, de Zico Farina, sexta e última exposição do programa Nova Fotografia 2017. Com entrada gratuita, Arquipélago fica em cartaz até o dia 4 de fevereiro de 2018, no Espaço Nicho do Museu.
 
 
Arquipélago é um trabalho sobre o isolamento e que usa o espaço da exposição como uma metáfora para criar um mapa imaginário. A série é composta por 13 imagens em tamanhos diferentes e em P&B que remetem a ideia de diversas ilhas. As imagens são o resultado da observação sobre o silêncio da solidão. De acordo com o fotógrafo essa forma de apresentar as imagens – fragmentadas – nos obriga a observá-las mais de perto, e essa aproximação serve para descobrir em cada uma delas uma poética escondida em coisas ordinárias, em simples objetos ou paisagens. 
 
 
“Vivemos num tempo onde a ideia de um mundo igual, globalizado, unido, vem fracassando, e no caminho inverso, estamos nos transformando em ilhas de um grande arquipélago”, diz o fotógrafo. “O objetivo desse trabalho é gerar uma reflexão e utilizar a fotografia como um elemento poderoso para criar pontes que nos unam”, completa.
 
 
As fotos de Arquipélago foram coletadas nos últimos quatro anos, em diversas locações como a capital paulista, Garopaba (SC), Porto Alegre (RS) e as cidades uruguaias de Punta del Diablo e Valizas.
 
 
Sobre o fotógrafo
Zico Farina nasceu em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, em 14 de julho de 1968. É formado em Publicidade e Propaganda e trabalha como Diretor de Criação em São Paulo.
 
 
 
Sobre o Nova Fotografia
Criado em 2011, o Nova Fotografia é um projeto anual do Museu da Imagem e do Som que busca criar um espaço permanente para exposição de fotografias de artistas promissores que se distinguem pela qualidade e inovação do seu trabalho. A cada ano, seis séries de imagens são escolhidas por meio de convocatória e expostas no Museu.
 
 
 
Serviço: NOVA FOTOGRAFIA | Arquipélago, de Zico Farina
DATA -  21.12.17 a 04.02.18
HORÁRIO - terças a sábado das 10h às 21h; domingos e feriados das 9h às 19h
LOCAL - Nicho / MIS
INGRESSO - Gratuito
CLASSIFICAÇÃO - Livre
 
 
Museu da Imagem e do Som - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 18. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.
 
 
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O Bando do Velho Jack é uma banda de rock brasileira formada em 1995 na cidade de Campo Grande no Mato Grosso do Sul. Possuem quatro CDs gravados com músicas autorais e releituras de clássicos do Rock e do Southern Rock.
 
Após o enorme sucesso da temporada em São Paulo, a mostra, vista por mais de quatro milhões de pessoas em 25 países, estará em cartaz no Rio de Janeiro até 25 de fevereiro 2018, permitindo que o público interaja com mais de 150 jogos eletrônicos
 
Depois de percorrer 33 cidades de 25 países e ser vista por mais de quatro milhões de pessoas, a megaexposição A Era dos Games segue em cartaz no Rio de Janeiro, onde fica até 25 de fevereiro na Barra da Tijuca.
 
Concebida pelo Barbican Centre de Londres, a mostra passa a limpo a história de um dos maiores fenômenos da cultura de massa da era contemporânea, uma indústria que movimenta mais dinheiro que o cinema e a música juntos, e que em menos de 60 anos passou de uma simples brincadeira de nerds a um movimento social e cultural que influencia a maneira como as novas gerações se relacionam com o mundo.
 
A exposição, que já esteve em São Paulo por quase três meses no Parque Ibirapuera, é programa obrigatório e diversão garantida para toda a família, abrangendo desde o celebrado fliperama até os modernos jogos de caça a Pokémons virtuais.
 
Nos corredores da exposição, além de conhecer em detalhes a história desse fenômeno cultural de nossos dias, o público tem a possibilidade de interagir com mais de 150 jogos de sucesso.
 
Mesmo tendo a interatividade como um de seus principais focos, o objetivo da mostra contempla outros aspectos, como a recuperação da história dos games; a apresentação de novas possibilidades desta área, com o surgimento de tecnologias revolucionárias; e, finalmente, uma cuidadosa explanação da complexa teia de elementos e influências responsáveis pelas diferentes etapas do processo de criação e distribuição dos games. Em outras palavras, ao mesmo tempo em que investiga o desenvolvimento e uso dos jogos eletrônicos, a exposição procura explorar seus desdobramentos e correlações com a cultura contemporânea.
 
 
“Não há dúvida de que os videogames tiveram um grande impacto na cultura visual contemporânea. A Era dos Games pretende demonstrar a força criativa considerável que sustenta a indústria, destacando as contribuições de indivíduos e empresas-chave que desempenharam um papel em sua evolução. A exposição explora a influência de músicos, cineastas e artistas e mostra claramente que algumas das inovações mais criativas do nosso tempo passaram por este meio fenomenal”, resume Neil McConnon, diretor do Barbican.
 
 
A exposição – que consumiu dois anos de trabalho intenso – tem como ponto de início Spacewar, um dos primeiros jogos criados para computador, desenvolvido em 1961 por uma equipe de estudantes do MIT (Massachusetts Institute of Technology) em um PDP-1, computador pioneiro que tinha o tamanho de quatro geladeiras. São cerca de seis décadas examinadas minuciosamente, em 14 seções temáticas distintas. Entre os mais de 150 jogos selecionados, há uma longa lista de destaques, a começar pelo Pong, o jogo de tênis extremamente sintético, criado em 1972 e que rodou o mundo. Trata-se do primeiro videogame a gerar lucro (Spacewar não rendeu nem um centavo a seus criadores) e que deu início a uma das megaempresas do setor, a Atari. Quatro anos após ter sido criada, a empresa foi vendida para a Warner por US$ 28 milhões, sinalizando o início de um negócio extremamente próspero, apoiado sobre o tripé da tecnologia, ciência e arte.
 
Atualmente, o segmento é liderado por cinco grandes fabricantes. Além da Atari, estão na lista Nintendo, Sega, Microsoft e Sony. O segmento é fortemente centralizado no Japão, América do Norte e Europa, mas tem demonstrado um forte crescimento em países como Coréia do Sul, Rússia, Índia e também Brasil. Segundo pesquisas divulgadas no ano passado, o Brasil ocupava o 11º lugar no ranking de maior mercado de games, movimentando R$ 900 milhões ao ano.
 
Nos vários segmentos que compõem a mostra, vão sendo apresentados ao público dados sobre as implicações industriais, criativas e comerciais desse fenômeno de massa; sua geopolítica; os personagens que fizeram história; a crescente importância dos jogos infantis e seu potencial uso como ferramenta educativa; os vínculos inquestionáveis entre os games e outras áreas da produção cultural, como a música e o cinema; a mídia especializada; e, finalmente, os enormes avanços tecnológicos que continuam sendo implementados, como o uso cada vez mais sofisticado da tecnologia 3D, a captação mais sensível dos movimentos pela tela ou por sensores e a constatação de que a realidade virtual é algo cada vez mais próximo. Daí a necessidade permanente de atualizar a exposição, agregando a ela inovações como a Virtual Sphere.
 
 
Uma exposição do BARBICAN CENTRE de Londres
 
Serviço:
DATA: Até até 25 de fevereiro 2018
LOCAL: VillageMall (Av. das Américas, 3900 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ)
HORÁRIO: Terça a sábado das 14h às 22h; Domingos e feriados das 14h às 21h
 
QUANTO: R$20,00 / R$10,00 meia entrada*
GRATUIDADE para grupos pré-agendados de alunos da rede pública e/ou de ONGs e instituições que trabalham com jovens e adultos em situações de vulnerabilidade / de comunidades de baixa renda, com possibilidade de entrega de Kit Educativo e visita guiada. Disponibilidade de visitas pré-agendadas durante toda a exposição. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Telefone: (011) 3138-4900
 
 
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