Sábado, 16 Dezembro 2017 | Login
TAME IMPALA 
 
Banda australiana de rock psicodélico formada em Perth no ano de 2007; tendo como líder o multi-instrumentista Kevin Parker, que é responsável pelas gravações de estúdio. 
 
A banda ao vivo é composta por Kevin Parker (guitarra e vocais), Dominic Simper (guitarra e teclado/sintetizador), Nick Allbrook (baixo), que deixou a banda em 2013 e foi substituído por Cam Avery, Jay Watson (teclado/sintetizador e vocais de apoio) e Julien Barbagallo (bateria e vocais de apoio). 
 
Seu nome faz referência ao animal impala. 
 
Music video by Tame Impala performing 'Cause I'm A Man. (C) 2015 Modular Recordings

Da infância humilde em Taubaté, no interior de São Paulo, ao posto de rainha da televisão brasileira, Hebe Camargo ganha um musical, baseado na biografa escrita por Artur Xexéo e com direção de Miguel Falabella, que conta sua escalada profissional e os amores que passaram por sua vida. Embalado pelas canções que marcaram sua carreira de cantora, o espetáculo atravessa oito décadas nas quais, muitas vezes, os caminhos de Hebe e da TV no Brasil se confundem.
 
Com: Adriano Tunes, Brenda Nadler, Carlos Leça, Carol Costa, Clarty Galvão, Daniel Caldini, Debora Reis, Dino Fernandez, Fefa Moreira, Fernando Marianno, Frederico Reuter, Giovana Zotti, Guilherme Magon, Keka Quarterone, Mari Saraiva, Maysa Mundim, Renata Bras, Renata Ricci, Renato Bellini, Renato Caetano e Rodrigo Garcia 
 
 
Com 21 atores em cena, orquestra composta por 09 músicos e mais de 30 técnicos envolvidos, a própria Hebe recebe o público que vai ao Teatro Procópio Ferreira e o convida a conhecer a sua história. A proposta é que o público acompanhe a grade de uma programação de TV típica dos anos 60. Nela, a garota-propaganda (Giovana Zotti) se atrapalha com os comerciais ao vivo e Leonor (Brenda Nadler), uma fã de Hebe Camargo, responde sobre a vida de seu ídolo ao peculiar apresentador de um programa de perguntas e respostas, Belo Garrido (Daniel Caldini). É através do conhecimento desta fã que a plateia acompanha o caminho da artista, que será interpretada por Carol Costa, na juventude, e Débora Reis, na vida adulta.
 
A relação de Hebe com os pais Fêgo Camargo (Carlos Leça) e Ester Camargo (Clarty Galvão), sua participação em programas de calouros e sua experiência de cantar no rádio formando conjuntos vocais com as primas Maria (Keka Quarterone) e Helena (Mari Saraiva), assim como com a irmã Stela (Fefa Moreira) também farão parte do enredo. As muitas amigas de Hebe são representadas por duas figuras bastante conhecidas do público: a também cantora Lolita Rodrigues (Renata Ricci), que Hebe conheceu ainda adolescente e de quem foi próxima a vida inteira, e Nair Bello (Renata Brás), com quem desfrutava noites de carteado e francas conversas regadas a gargalhadas. Ao lado de Lolita, vemos Hebe como cantora de boate num hotel do centro de São Paulo e sua participação na inauguração da primeira estação brasileira de TV.
 
A peça mostra o namoro de Hebe com o boxeador americano Joe Louis (Renato Caetano) e sua relação complicada, escondida do grande público, com o empresário Luís Ramos (Frederico Reuter). Paralelamente, acompanhamos o sucesso que ela alcança como apresentadora da TV Paulista, emissora onde chega a comandar seis programas semanais simultaneamente.
 
Seguem-se seu primeiro casamento, com o comerciante Décio Capuano (Guilherme Magon), o nascimento de seu único filho, Marcello (Adriano Tunes), e sua contratação pela TV Record, onde apresenta por oito anos o mais popular programa de entrevistas dos anos 60: uma atração que leva seu nome e que, por um bom tempo, foi campeã de audiência nas noites de domingo.
 
O musical registra também a separação de Décio, a rápida passagem pela TV Tupi, o trauma que a fez parar de cantar, os encontros hilários com Amâncio Mazzaroppi (Adriano Tunes) e Ronald Golias (Fernando Marianno), a carinhosa amizade com o cantor Agnaldo Rayol (Rodrigo Garcia/Frederico Reuter) e a união com o importador Lélio Ravagnani (Dino Fernandez), com quem viveu por 27 anos. Vemos Hebe tornar-se porta-voz da luta contra a corrupção em Brasília no programa que apresentou no SBT durante 24 anos e onde transformou em tradição o “selinho” que dava em seus convidados preferidos.
 
Com coreografias de Fernanda Chamma, direção musical de Daniel Rocha e e preparação vocal Guilherme Terra, que também será o maestro, Hebe – O musical traça a trajetória pessoal e profissional da mais carismática das apresentadoras de TV no Brasil e, por isso mesmo, a mais popular.
 
A Produção é assinada por Luiz Oscar Niemeyer, Julio Cesar Figueiredo Junior, Claudio Pessuti e Luis Henrique Ramalho.
 
 
 
De Artur Xexéo
 
Direção Miguel Falabella
 
Coreografia e assistente de Direção Fernanda Chamma
 
Direção Musical Daniel Rocha
 
Maestro e Preparação Vocal Guilherme Terra
 
Cenário e Direção de Arte Gringo Cardia
 
Figurinos Ligia Rocha e Marco Pacheco
 
Design de Luz Guillermo Herrero
 
Design de Som Tocko Michelazzo
  
 
 
Serviço HEBE O MUSICAL
Onde: Teatro Procópio Ferreira (624 lugares)
End: Rua Augusta, 2.823 – Jardins / SP
Informações: 3083-4475
Temporada 2017: até o dia 17 de Dezembro
Abertura da casa: 1 hora antes do início do espetáculo.
Quinta e Sexta às 21h | Sábado às 17h e 21h | Domingo às 18h
Duração: 140 minutos (com intervalo de 20 min)
Recomendação: 12 anos
Gênero: musical
 
Ingressos:
Quinta: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 130 (setor I) | R$ 160 (setor Premium)
Sexta e domingo: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 150 (setor I) | R$ 170 (setor Premium)
Sábado: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 170 (setor I) | R$ 190 (setor Premium)
 
Vendas de grupos: (11) 3064-7500
Vendas: www.ingressorapido.com.br e tel.: 4003-1212.
Bilheteria: de quinta a domingo da 14h00 até o inicio do espetáculo.
 

 
Billy Bond reinventa mais um clássico e diverte toda a família. Espetáculo baseado no livro de Jeanne-Marie Leprince será a grande sensação da temporada de férias
 
 
Após encantar quase um milhão de espectadores em cidades do Brasil, Argentina, Chile e Peru, A Bela e a Fera, musical produzido pela Black and Red e dirigido por Billy Bond, entra em cartaz no Teatro Bradesco a partir de 6 de janeiro, sábado, às 15 horas. O aclamado diretor italiano é responsável pela encenação de Mágico de Oz, Natal Mágico, Peter Pan, Cinderella, Os Miseráveis, entre outros.
 
A peça conta a história de Bela, uma jovem inteligente que vive em uma pequena aldeia, mas é considerada estranha pelos moradores locais. Seu pai, Marcel, um ex-comerciante que perdeu toda sua fortuna, resolver virar em um inventor considerado louco por todos da cidade. Bela é cortejada por Gastón, desastrado galã que pretende se casar com ela. Mesmo sendo considerado bonito por todas as jovens do lugarejo, a jovem não o suporta, pois vê nele uma pessoa primitiva e horrorosa. Quando seu pai é ameaçado covardemente de perder sua casa para Gastón, ela foge para impedi-lo de alcançar seu propósito.
 
 
Em 2018, o público vai conferir um espetáculo totalmente repaginado. A produção utiliza efeitos especiais e de iluminação, recursos de gelo seco, equipamentos que fazem a plateia ter a sensação de fazer parte do espetáculo. Entre os truques, os destaques são a levitação e o voo de um fantasma, num recurso ilusionista. O 4D, efeito inovador no palco, aproxima ainda mais os espectadores do universo mágico de A Bela e A Fera. “O público sente o cheiro das rosas, da chuva, sente o vento, a neve e muitas outras sensações que fazem parte da história”, relata o diretor Billy Bond.
 
O diretor estimula os jovens e crianças a refletir, assim como Madame Jeanne (autora do conto), que se preocupava com a essência do ser humano e queria que os jovens aprendessem a ouvir seus corações. “Não é fácil fazer espetáculos para a família, pois temos que agradar a todos. As mais difíceis de agradar são as crianças, que são perceptivas e diretas. A história tem que ser contada com muita agilidade e surpreender a cada momento. A música e a dança devem acontecer em sincronia total e os figurinos devem ser impecáveis. Tudo isso somado a uma boa adaptação são os requisitos básicos para uma superprodução musical”, completa Billy, sempre rigoroso em seus trabalhos.
 
Com cerca de 200 profissionais envolvidos na produção do espetáculo - entre eles 14 atores, que interpretam 40 personagens, e 16 pessoas no corpo de baile – mais de 180 figurinos e quatro cenários principais, Billy revela que a partir dos anos 2000, sedimentou seu formato de encenar espetáculos musicais com total liberdade de criação. Em A Bela e A Fera quase 80 profissionais trabalham durante a sessão – do maquiador à produtora, passando por técnicos, atores e bilheteiros.
 
 
Ficha Técnica
Direção geral e adaptação de texto: Billy Bond. Direção de dramaturgia: Marcio Yacoff. Arranjos e direção musical: Vila/Bond. Coreografia: Italo Rodrigues. Cenográfica: Paul Veskasky Cyrus Oficinas. Direção técnica: Angelo Meirelles. Direção geral de produção: Andrea Oliveira. Realização: Black & Red Produções
 
SERVIÇO: A Bela e a Fera
QUANDO: 6 e 7 de janeiro 2018 - Sábado e domingo, às 15h
ONDE: Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo)
www.teatrobradesco.com.br
 
INGRESSOS
De R$50,00 a R$150,00 (inteira)
Combo Família: 4 ingressos na Plateia O a W por R$180,00. Limitado a 50 combos por sessão.
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou no site Ingresso Rápido 
 
 
 
 

“I Love Anos 80” - Jogos, vídeo games e brinquedos fazem parte do acervo
 
 
 
Quem nasceu e cresceu na década de 80 vai viajar no tempo numa exposição que segue até o final de janeiro no Iguatemi Esplanada. “I Love Anos 80” traz itens que vão cair no gosto de quem viveu a infância nos anos 1980, trazendo brinquedos, vídeo games e outros itens que marcaram uma das décadas com maior transformação na cultura pop.
 
 
São mais de 600 itens em exposição entre brinquedos, jogos, vídeo games, eletrônicos, discos, impressos e outros. Clássicos como Atari, Odyssey, Playmobil, Comandos em Ação e Aquaplay conferidos de perto na exposição. Mas, ao contrário da maioria das mostras, nesta o público poderá interagir com os itens em exposição e jogar a vontade jogos clássicos como Fliperama, Master System e até mesmo o Telejogo, além de se divertir com o Pula-Pirata, Cai-Não-Cai, Jogo da Operação, Twister, Pula Pinote e muito mais.
 
 
 
Como nasceu o acervo
 
A mostra surgiu da reunião de amigos que dividiam a mesma paixão pela cultura pop anos 80 e 90. Eles reuniram filmes, quadrinhos, brinquedos, séries, vídeo games, músicas e outros conteúdos relacionados com a época. A vontade de compartilhar esse pedaço da história fez nascer o Clube Máquina Pop, um espaço que reúne a coleção de itens adquiridos ao longo dos anos.
 
O Clube Máquina Pop tem a proposta de resgatar a memória pop dos anos 80/90 através da manutenção e ampliação de um acervo físico de materiais relacionados e a produção de conteúdo cultural como registro histórico de momentos importantes da época.
 
De acordo com os curadores da mostra, o público é variado e vai desde pessoas acima de 35 anos, que viveram sua infância nas décadas de 1980 e 1990, a crianças que se divertem e se encantam com a exposição, que traz brinquedos que não tinham todo o apelo digital dos brinquedos atuais.
 
 
 
 
Serviço: Exposição “I Love Anos 80”
Data: de 01 de dezembro a 31 de janeiro de 2018, diariamente das 10h às 22h.
Local: Ala Norte do Iguatemi Esplanada
Bilheteria no local
 
Endereço Ala Sul: Av. Gisele Constantino, 1850 - Parque Bela Vista – Votorantim
Endereço Ala Norte: Av. Izoraida Marques Peres, 401 - Altos do Campolim - Sorocaba
Informações: (15) 3219.9900 
 
A Companhia do Estevão Maravilha reestreia o espetáculo Sei Lá Vi dia 4 de dezembro, segunda-feira, às 20h, na Oficina Cultural Oswald de Andrade. A temporada segue até o dia 19 de dezembro com sessões às segundas e terças-feiras, às 20h. Nos dias 11 e 18 (segunda) haverá sessões extras às 17h. Ingressos gratuitos.
 
Com direção de Caco Mattos, o elenco formado por Fernando Stelzer, Lucas Pinheiro Paiva, Rafael Senatore e Rodrigo Horta propõe uma ruptura com a ilusão como metáfora para a vida.
 
A concepção do espetáculo surgiu a partir de questionamentos sobre a postura do ser humano perante as mais diversas situações do cotidiano e no interesse em explorar modos com que a farsa, a mentira e a ilusão colocam a humanidade cada vez mais na posição de espectadora da própria vida.
 
A partir da pergunta “o que é ilusão para você?” o diretor pediu aos atores pequenas cenas, músicas, depoimentos pessoais e imagens. Durante o processo de pesquisa visitaram instituições com crianças, adolescentes, adultos e idosos, analisando de que maneira a ilusão atua nessas fases da vida. “Esse foi um momento de levantamento de materialidades cênicas. Em seguida o grupo foi provocado a escolher quais eram as cenas que poderiam potencializar o discurso sobre a ilusão que eles gostariam de emitir. Priorizei e apostei na autonomia dos integrantes, questionando e orientando suas escolhas”, conta Caco Mattos.
 
Ao observar o nonsense dos movimentos surrealista e dadaísta, a fantasia dos desenhos animados e os antigos espetáculos de variedades (por sua pluralidade de atrações, como palhaços, ilusionismo, música, dança etc), a montagem traz uma estética simplista, mas que busca atingir o público pelo deslumbre sinestésico e imaginativo, traduzindo a vida através do não-convencional e da subversão à lógica.
 
“A peça faz uma metáfora sobre a vida, as vezes muito sutil, subliminar. Constantemente, estamos imersos numa relação de ilusão sem perceber, seja nas relações afetivas, nas questões tabus como a morte, nas relações de poder, na solidão. Estabelecemos, conscientes ou não, uma relação com a ilusão e muitas vezes somos manipulados por ela sem nos darmos conta disso”, fala Mattos.
 
A peça é encenada a partir da metalinguagem com os próprios atores realizando uma peça de teatro, cujas cenas são divididas em números de variedades, referentes a cada fase da vida, como infância, juventude, maturidade, velhice. Ao falar de ilusão, a linha entre realidade e fantasia torna-se mais tênue e o jogo, mais vivo.
 
A trilha sonora traz diversos temas característicos de seus tempos como música clássica, valsa, jazz, e o chá chá chá, além de algumas composições próprias, que auxiliam no jogo cênico.
 
“A provocação é instaurar nos espectadores a ruptura da ilusão e colocá-los para pensar a partir da sua experiência pessoal sobre a vida e questões que a Companhia quer abordar”, explica Mattos.
 
O espetáculo foi contemplado pelo ProAc Primeiras Obras de Teatro em 2016, e cumpriu temporada na Oswald de Andrade em outubro.
 
 
Ficha técnica:
Direção: Caco Mattos. 
Criação: Companhia do Estevão Maravilha. 
Elenco: Fernando Stelzer, Lucas Pinheiro Paiva, Rafael Senatore e Rodrigo Horta. 
Cenografia e Adereços: Hélio Senatore. 
Figurino: Luísa Mira, Hélio Senatore e Companhia do Estevão Maravilha. 
Iluminação: Lui Seixas. Operação de Luz: Lui Seixas e Rodrigo Oliveira. 
Direção Musical e Trilha Sonora Adaptada: Companhia do Estevão Maravilha. 
 
 
 
SERVIÇO:
Temporada: De 4 a 19 de dezembro - segundas e terças-feiras às 20h. Dias 11 e 18 – segundas, sessão extra às 17h.
Duração: 70 minutos. Classificação: 10 anos. Sala 7. Capacidade: 30 lugares.  
Local: OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE – Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro (próximo a estação Tiradentes do metrô). Informações (11) 3221-4704. 
Ingressos: Grátis (Retirada de ingressos a partir de 1 hora antes da apresentação). 
 
 
 
 
 
 

INXS (pronunciado In Excess) foi uma banda de rock australiana formada em 1977 por Andrew FarrissMichael HutchenceTim Farriss, Jon Farriss, Garry Gary Beers e Kirk Pengilly.