Sábado, 16 Dezembro 2017 | Login
TAME IMPALA 
 
Banda australiana de rock psicodélico formada em Perth no ano de 2007; tendo como líder o multi-instrumentista Kevin Parker, que é responsável pelas gravações de estúdio. 
 
A banda ao vivo é composta por Kevin Parker (guitarra e vocais), Dominic Simper (guitarra e teclado/sintetizador), Nick Allbrook (baixo), que deixou a banda em 2013 e foi substituído por Cam Avery, Jay Watson (teclado/sintetizador e vocais de apoio) e Julien Barbagallo (bateria e vocais de apoio). 
 
Seu nome faz referência ao animal impala. 
 
Music video by Tame Impala performing 'Cause I'm A Man. (C) 2015 Modular Recordings

Fleetwood Mac
 
Grupo de rock, formado em 1967, quando o guitarrista e compositor Peter Green e o baixista John McVie deixaram o John Mayall & the Bluesbreakers para formar seu próprio grupo. A formação completou-se com o vocalista e guitarrista Jeremy Spencer e o baterista Mick Fleetwood.
 
Baseado na Califórnia desde os anos 70, o 'Mac' já teve diversas formações, a mais famosa delas depois da entrada de Stevie Nicks e Lindsey Buckingham em 1974, mas sua seção rítmica, com Mick Fleetwood na bateria e John Mcvie no contrabaixo, permanece a mesma desde a sua criação, há mais de quarenta anos
 
 
Formação atual
Stevie Nicks - vocal, percussão
Mick Fleetwood - bateria
John McVie - baixo
Lindsey Buckingham - vocal, guitarra
Christine McVie - teclado, vocal, percussão
 
Fonte: Wikipédia
 
 

 
Novo disco de estúdio da banda irlandesa já disponível nas lojas e em todas as plataformas digitais
 
Álbum estreia na 1ª posição do iTunes Brasil e faixa
“Love Is All We Have Left” aparece no Top 20 do serviço
 
 
Já está disponível nas principais lojas e todas as plataformas digitais o novo disco de estúdio da banda irlandesa U2. “Songs of Experience” é o 14º álbum de estúdio do grupo e contém 13 faixas inéditas. O disco chega nas versões Standard e Deluxe (este com 17 músicas), além do vinil.
 
O segundo single do álbum, intitulado ‘Get Out Of Your Own Way’, já está disponível. O primeiro, ‘You’re The Best Thing About Me’, foi lançado em 6 de setembro. A banda também lançou em agosto a faixa ‘The Blackout’ , em uma performance de vídeo.
 
Gravado em Dublin, Nova York e Los Angeles, “Songs of Experience” ficou pronto em 2017, sob influência do conselho dado pelo poeta, escritor e professor irlandês Brendan Kennely a Bono Vox “para escrever como se estivesse morto”. O resultado é uma coleção de faixas no formato de cartas intimistas para lugares e pessoas próximas ao coração do artista: sua família, seus amigos, seus fãs e ele mesmo.
 
“[...] A banda está em um momento em que equilibram precisamente grandeza e graciosidade, enquanto aproveitam seu passado pós-punk e a facilidade incrível que possuem para fazer pop moderno. [...] É uma criação mitológica que manifesta a magia eterna da música, feita por uma banda que se recusa a deixar essa magia acabar.” – Revista Rolling Stone americana, que considerou o disco o 3º melhor de 2017.
 
“Songs Of Experience” acompanha o disco de 2014, “Songs Of Innocence”. Os dois títulos foram inspirados pela coleção de poemas do século XVIII, “Songs of Innocence and Experience”, de William Blake. O álbum estreou em 1º lugar no iTunes Brasil e 2º lugar no iTunes americano, com a faixa “Love Is All We Have Left” em 16º lugar entre as músicas mais baixadas.
 
Produzido por Jacknife Lee e Ryan Tedder, com Steve Lillywhite, Andy Barlow e Jolyon Thomas, o disco teve a capa feita por Anton Corbijn com a foto dos filhos de membros da banda, os adolescentes Eli Hewson e Sian Evans.
 
 
 
Veja o repertório completo de “Songs of Experience”:
 
1. Love Is All We Have Left
2. Lights of Home  
3. You’re The Best Thing About Me
4. Get out of Your Own Way
5. American Soul
6. Summer of love
7. Red Flag Day
8. The Showman (Little More Better)
9.The Little Things That Give You Away
10. Landlady
11. The Blackout
12. Love Is Bigger Than Anything in Its Way
13. 13 (There is a Light) 
 
Para o repertório da versão deluxe, acesse:
 
No episódio "Motorhome", da 2ª temporada de Habitar Habitat  no SESCTV, os diretores Paulo Markun e Sergio Roizenblit investigam preferência por casas motorizadas
 
"Nossa casa é pequena, mas o quintal é o mundo". Renato Weil, caravanista que já percorreu 59 países, enxerga com satisfação a vida nômade que leva dentro de um veículo de 10m². Adeptos desse estilo de vida pouco usual relatam suas experiências no documentário Motorhome, que integra a 2ª temporada da série Habitar Habitat, no SescTV. 
 
Dirigido pelo jornalista Paulo Markun e pelo cineasta Sérgio Roizenblitz, o episódio apresenta pessoas que escolheram viver em movimento, viajando Brasil a fora com seu próprio abrigo, os chamados motorhomes, casas motorizadas, semelhantes a trailers e peruas.
 
A história de Renato é partilhada com sua esposa, Glória Tupinambá. Os dois eram jornalistas fixos, tinham um apartamento e um sítio, além de amigos e família próximos. Viajavam muito, mas, para Glória, as férias começaram a ficar pequenas para a paixão dos dois. "A ideia de criar um motorhome nasceu na Austrália, mas a de ser nômade começou nos mochilões", comenta. Assim, com o projeto Casa Nômade, o casal fez a promessa de conhecer todos os continentes. Apertados no veículo, eles gastam muito pouco e têm apenas o necessário. Em troca, comemoram, "ganhamos cultura".
 
O arquiteto Marcos Pivari, especialista no tema, explica que o caravanismo é uma vertente do campismo, diferenciada pelo uso de veículos de recreação, como trailers, carretas e motorhomes. O campismo, no mundo, começou com as expedições militares e o escotismo, nos anos 1950 e 1960. Já a primeira fábrica de motorhome é de 1964. Marcos comenta que, desde os anos 2000, com o sucateamento dos campings, os jovens que acampavam tiveram de recorrer ao motorhome, reanimando a prática. No Brasil, tais hábitos não são comuns. As belezas naturais do país, contudo, comprovam seu potencial para o desenvolvimento do caravanismo e o campismo. Mas, lamenta Marcos, "falta cultura e incentivo".
 
Ainda assim, o casal Federico e Romina escolheu essa vida. Ambos vivem com o filho Romeo, de cinco anos, em uma pequena Kombi. Há dois anos, abdicaram do conforto urbano, da água quente, do fogão e do banheiro, e decidiram circular pelo Brasil, registrando tudo em uma câmera. Para Federico, viver dessa maneira é uma aventura. "Essa é a melhor sensação da vida: escolher onde ficar", conclui.
O episódio ainda apresenta Maria da Graça, 62, caravanista há 33 anos. A morte recente do marido, com quem viajava quase o ano todo em um trailer, não a tirou da estrada. Ela questionou a filha, Eda, já adulta: "Vamos chorar em casa, ou vamos chorar aqui (no trailer)?". E seguiu cruzando o país.
 
A produção da série visitou o maior encontro de caravanistas da América do Sul, na cidade de Pomerode (SC). Comparecem cerca de 500 veículos, de vários cantos do Brasil e outros de fora. Lá, os diretores conversaram com três casais, que revelaram sentir, nos outros caravanistas, um espírito solícito e hospitaleiro. Juntos, eles conversam, festejam e, acima de tudo, sentem-se parte de um mesmo grupo.
 
Lançada pelo SescTV em novembro de 2017, a 2ª temporada da série Habitar Habitat apresenta, em linguagem documental, diferentes modos de morar no país e suas relações com a cultura. Ela examina o conceito de moradia não apenas como espaço físico, mas também como núcleo de convivências, afetos e deslocamentos. Os 13 episódios, de 52 minutos, retratam a vida em quilombos, assentamentos, ocupações, asilos, cortiços e internatos; e ainda registram o cotidiano de refugiados, ciganos, moradores de comunidades alternativas, motorhomes, faróis e veleiros.
 
 
SERVIÇO:
 
2ª temporada
Habitar Habitat 
 
Episódio: Motorhome
Reapresentações: 13/12, quarta-feira, às 20h; 14/12, quinta-feira, às 14h30; 15/12, sexta-feira, às 8h; 16/12, sábado, às 18h; 17/12, domingo, às 19h; e 18/12, segunda-feira, às 9h.
Classificação Indicativa: Livre
Direção: Paulo Markun e Sergio Roizenblit 
Produtoras: Miração Filmes e Arapy Produções 
 
Para sintonizar o SescTV:
Canal 128, da Oi TV 
Ou consulte sua operadora
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David Gilmour – Biografia
 
David Jon Gilmour nasceu em Cambridge, Inglaterra e cresceu em Grantchester Meadows. Aos 13 anos ganhou seu primeiro violão e foi então que tudo começou.
Gilmour comecou a tocar em 1963 no seu primeiro grupo, Joker’s Wild. A banda mudou seu nome para Flowers em 1967 e acabou se dissolvendo no mesmo ano, quando Gilmour formou os Bullitt.
A história de Gilmour com o Floyd começa em 1968, quando foi convidado a integrar uma banda do antigo amigo de infância do Colégio de Artes e Tecnologia de Cambridge, Roger Keith ‘SYD’ Barrett. Esta banda era o Pink Floyd (formado na época por Syd, Roger Waters, Richard “Rick” Wright e Nicholas “Nick” Mason). O grupo fez quatro ou cinco shows com os cinco integrantes, mas logo depois, Syd, que infelizmente já apresentava sinais de grave desordem mental, foi forçado a se afastar do Floyd.
PINK FLOYD – O primeiro disco do Pink Floyd já tendo Gilmour como guitarrista foi A saucerful Of Secrets de 1968. E o primeiro crédito de David por autoria na banda foi pela faixa instrumental que deu nome ao disco.  O prestígio da banda cresceu nos anos seguintes com os discos Ummagumma, Atom Heart Mother e Meddle, além das trilhas sonoras para dois filmes, More e Obscured By Clouds. O comando da banda havia sido assumido aos poucos com maestria por David Gilmour, que passou a dividir com Roger Waters a responsabilidade de compor as músicas da banda.
Em 1973 gravam o lendário The Dark Side Of The Moon, um dos álbuns mais bem sucedidos da história, que viria a permanecer mais de 20 anos entre os mais vendidos do planeta. Com este disco o Pink Floyd prova definitivamente que não dependia apenas do gênio de Syd Barrett e supera em todos os aspectos a obra prima que foi o primeiro disco. A EMI chegou a construir fábricas para poder dar vazão à demanda pelo álbum, que marcou uma fase de trabalho de conjunto e de extrema harmonia entre os membros da banda.
Segue-se Wish You Were Here, um trabalho conceitual e um verdadeiro tributo a Syd Barret. O tema da ausência é o pretexto para indiretamente homenagear e analisar o gênio louco. Curiosamente durante as gravações deste disco Syd Barret compareceu ao estúdio, gordo, sujo e careca, com uma imagem tão degenerada que custou a ser reconhecido pelos companheiros.
Animals, de 1977, inaugura a fase de protesto político-social da banda e também marca o início de um predomínio de Roger Waters sobre os outros músicos. O disco é baseado na peça teatral “A Revolução dos Bichos” de George Orwell e retrata as contradições e injustiças da sociedade capitalista.
Durante as gravações de The Wall surgem os primeiros atritos entre os membros, com Roger Waters tomando para si o controle da banda. The Wall era um tratado sobre a solidão e sobre o poder esmagador do sucesso, mas era antes de tudo uma autobiografia do que Roger Waters supunha ser. A obra, logo tachada de ópera-rock, seria lançada também em forma de filme.
Com o álbum The Final Cut agravam-se os problemas de relacionamento entre os membros, com Roger Waters tendo despedido Rick Wright e relegado os outros componentes da banda a pouco mais do que músicos de estúdio. Waters compôs o conceito e praticamente a totalidade das músicas, além de ter sido o responsável por todos os vocais. O álbum na realidade deveria ser um trabalho solo, mas a gravadora achou que seria mais lucrativo lança-lo como trabalho da banda.
Brigas entre os componentes restantes levaram Roger Waters a deixar o grupo em 1985 assumindo que sem ele, o Pink Floyd se desmembraria. Em vez disso, David Gilmour assumiu por completo o controle da banda e criou outra obra-prima,  A Momentary Lapse Of Reason.
Em 1994, em um clima de volta triunfal, após alguns anos sem gravar e sem se apresentar ao vivo, a banda volta com The Divison Bell, disco que teve excelente aceitação por parte da crítica e do público. Pouco mais tarde, em 1995 é lançado Pulse, uma outra gravação ao vivo.
Em 1996, Gilmour foi entronizado no Hall da Fama do Rock and Roll com o Pink Floyd.
CARREIRA SOLO – Durante os intervalos musicais do Pink Floyd, Gilmour passava o tempo tocando como músico de estúdio, produzindo discos e até fazendo às vezes como engenheiro de som de palco para uma enorme variedade de espetáculos,  como Roy Harper, Kate Bush, The Dream Academy, Grace Jones, Arcadia, Bryan Ferry, Robert Wyatt, Hawkwind, Paul McCartney, Ringo Starr, Sam Brown, Jools Holland, Propaganda, Pete Townshend, The Who, Supertramp (juntos criaram o êxito “Brother where you bound” do álbum com o mesmo nome), vários “supergrupos” de solidariedade e muito mais.
 
Gilmour lançou seu primeiro álbum, na Primavera de 1978, simplesmente chamado de David Gilmour. O seu segundo álbum, About face, foi editado em 1984.
Em 2002, Gilmour fez uma série de concertos acústicos em Londres e Paris, juntamente com Rick Wright (tecladista do Pink Floyd) e uma pequena banda e coro, que foi documentado na edição de David Gilmour in Concert.
Em 2006, lançou mais um trabalho solo, On An Island, considerado por ele seu melhor em 30 anos. O álbum contou com um elenco de nomes de ouro na música, os quais já conhecidos pela maioria dos fãs de Gilmour como Guy Pratt, Jon Carin e Richard Wright , além das participações de David Crosby e Graham Nash, e a co-produção do guitarrista Phil Manzanera.
No ano de 2008, Gilmour lançou o DVD Duplo Remember That Night – Live at the Royal Albert Hall que sintetizou os grandes shows deste seu  último trabalho. No segundo semestre do mesmo ano, David lançou o álbum Live In Gdànsk, gravado na Polônia no ano de 2006, em comemoração aos 26 anos do partido Solidariedade. Assim como em Remember That Night, este disco traz raridades e clássicos do Pink Floyd, além de seus recentes trabalhos.
Em outubro de 2010, foi anunciado o lançamento do álbum Metallic Spheres, da banda de música eletrônica The Orb, com a colaboração de David. O trabalho contém músicas inacabadas de Gilmour remixadas pelo The Orb em um novo formato de áudio tridimensional.
Em julho de 2015, David Gilmour, divulgou o novo single, “Rattle That Lock”. A música contou com a participação do guitarrista da banda Roxy Music, o pianista Jools Holland e a mulher de Gilmour, Polly Sampson, que escreveu parte da letra. O álbum homônimo foi lançado mundialmente no dia 18 de setembro de 2015.
 
 
David Gilmour in Concert at Royal Festival Hall Concert 2002
 

 

O Faith No More surgiu em 1982, oriundo do Faith No Man, banda formada e liderada por Mike Morris. Roddy Bottum, Mike Bordin e Billy Gould, então integrantes do Faith No Man, não queriam mais trabalhar com Morris e formaram uma nova banda, chamando Jim Martin para a guitarra. Diversos músicos ocuparam a vaga de vocalista – Courtney Love, que foi expulsa depois de alguns shows (segundo ela, os integrantes queriam uma banda de machos), e Chuck Mosley, que participaria dos dois primeiros discos da banda: We Care a Lot, de 1985, e Introduce Yourself, de 1987.
 
Mosley foi demitido em 1988 e Mike Patton foi escolhido como substituto. Patton entrou pouco antes das gravações de The Real Thing, lançado em 1989, e em pouco tempo se tornou líder do grupo. O álbum é um divisor de águas na carreira do FNM. No fim do ano de 1990, The Real Thing recebeu um disco de platina. No ano seguinte a banda ganharia o Grammy de Melhor Performance de Metal.
“Epic” arrematou o nono lugar na Billboard e teve o clipe exibido à exaustão na MTV norte-americana. Com mais dois singles de sucesso, “Falling to Pieces” e “From Out Of Nowhere”, The Real Thing chegou ao 11º lugar na parada e vendeu um milhão de cópias no país. No Brasil, a MTV Brasil surgia em 1990 e o FNM foi uma das estrelas reveladas. A popularidade conquistada pela banda no país impressionou os próprios integrantes. Em 1991, eles tocaram para um Maracanã lotado durante o Rock In Rio, iniciando um verdadeiro culto à banda no país. O sucesso foi tão grande que eles retornaram no mesmo ano para uma mini-turnê nacional.
Em meio a grandes expectativas, Angel Dust foi lançado, em 1992, e apontava para outras direções. Musicalmente, a banda também mostrava evolução, incorporando elementos eletrônicos e teclados, proporcionando um clima cinematográfico a algumas canções. O álbum teve como singles “Midlife Crisis” e “A Small Victory”, que ficou muito popular na Europa. Apesar disso, o disco não teve a mesma repercussão de The Real Thing.
Nos demais países, o Faith No More continuava enorme. O terceiro single do álbum foi uma canção que não estava no disco: “Easy”, cover dos Commodores, que a banda vinha tocando ao vivo e que ganhou uma versão de estúdio. Angel Dust rendeu mais uma turnê mundial, onde eles promoveram concertos próprios, tocaram em festivais e abriram shows para Metallica e Guns N’ Roses. A popularidade do álbum na Europa e na Austrália rendeu um disco de ouro.
Em novembro de 1993, Jim Martin foi afastado da banda pela falta de entusiasmo. A dificuldade de encontrar alguém somada a cada vez maior necessidade de Patton de explorar outros projetos acabou por instituir uma grande desunião entre eles. Patton chegou a lançar um disco solo, composto apenas de efeitos vocais, e seu trabalho no Mr. Bungle vinha crescendo.
King for a Day… Fool for a Lifetime foi bem recebido pelo público, com guitarras gravadas por Trey Spruance, colega de Patton no Mr. Bungle e apostando em sonoridades mais cruas e menos elaboradas. O trabalho funcionou no quesito peso, mas Trey teve dificuldades de aplicar seu estilo “torto” no panorama “mais convencional” e o resultado foi pouco empolgante, com altos e baixos. Alegando dificuldades em se adaptar à banda, Trey recusou o convite para participar da próxima turnê e o Faith No More escalou o então roadie de teclados Dean Menta para fazer o trabalho ao vivo das guitarras.
 
O momento seguinte se notabilizou pela grande proporção alcançada pelos trabalhos paralelos de seus integrantes. Patton entrou de cabeça no avant-garde, lançou outro trabalho solo e elevou o status de adoração do Mr. Bungle com turnês expressivas. O baterista Mike Bordin tocou com Ozzy Osbourne e Roddy Bottum estreou sua banda Imperial Teen. Billy tornou-se o único integrante disposto a segurar a bandeira do quarteto em meio a rumores fortíssimos de uma inevitável dissolução. Partiu dele a iniciativa de convidar Jon Hudson, da banda System Collapse, para assumir as guitarras do disco a ser gravado.
O Faith No More gravou o que viria a ser o seu último trabalho até este ano: Album of the Year. O resultado final foi uma colcha de retalhos, canções pouco inspiradas e sem um fio condutor entre si. Com recepção fria, oposta aos anos dourados da banda, Album Of The Year foi praticamente ignorado pela mídia que estava mais focada no grunge.
Curiosamente, os últimos meses do Faith No More caracterizaram-se por uma grande reverência a suas apresentações ao vivo. Especialistas em palcos, os rapazes passaram a apresentar o que muitos defendem ser os melhores shows da carreira. O Faith No More vestia terno e gravata para destilar suas canções de maneira altamente empolgante. Mas os problemas tomaram proporções insuperáveis e foi através de um e-mail que Billy Gould, ao final de uma turnê europeia, anunciou o final de atividades.
Com suas responsabilidades aliviadas, os integrantes passaram a dedicar seu tempo a projetos paralelos. Além de seguir com suas participações com outros artistas inusitados, Patton enfileirou projetos de qualidade em pouquíssimo tempo. De forma madura e desencanada, o vocalista levou a sua maneira a tarefa de adotar os fãs que lamentaram o final do FNM.
A banda retomou as atividades em maio de 2009 e se apresentou nas cidades de Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte em novembro. No final de 2010, anunciaram definitivamente o fim da banda. Porém, em julho de 2011, o grupo confirmou presença na edição do festival SWU, em 14 de novembro, onde tocaram a inédita “Matador”. Após um período de incertezas, a banda divulgou uma enigmática, porém animadora mensagem, onde diziam que “a reunião havia sido ótima, porém é chegado o tempo de sermos mais criativos”. O suspense não durou muito: pouco tempo depois o quinteto revelou as datas de estreia do single de “Motherfucker” e do novo álbum, Sol Invictus, com lançamento previsto para maio de 2015. Em conjunto a esses anúncios, mais datas de shows foram sendo agendadas, onde o Faith No More irá executar as novas músicas do álbum vindouro. Juntamente com “Matador” e “Motherfucker” a canção “Superhero” (ou Leader of Men) foi lançada.
 

 

Pearl Jam

Banda norte-americana de rock alternativo, formada no ano de 1990 em Seattle, Washington, desde sua origem, sua formação incluiu Eddie Vedder (vocais, guitarra rítmica), Jeff Ament (baixo), Stone Gossard (guitarra rítmica) e Mike McCready (guitarra solo), passando por mudanças na bateria, sendo Matt Cameron, que também compõe o Soundgarden, o atual baterista da banda.
 
Formada após a dissolução da Mother Love Bone, banda anterior de Ament e Gossard, o Pearl Jam estourou no mainstream com seu primeiro álbum, Ten. Uma das bandas-chave do movimento grunge dos anos 90, o Pearl Jam foi criticado em seu início, sendo estereotipado como um grupo com propósitos somente comerciais. Todavia, através da carreira da banda, seus membros se tornaram notados pela sua recusa por aderir às tradicionais práticas da indústria musical, incluindo a recusa em produzirem videoclipes e o engajamento em um boicote contra a Ticketmaster. Em 2006, a Rolling Stone descreveu a banda como tendo "gastado muito da última década deliberadamente tentando destruir sua própria fama."
 
A banda já vendeu mais de 80 milhões de álbuns em todo o mundo. O Pearl Jam já superou diversos de seus contemporâneos do rock alternativo do começo dos anos 90, sendo considerada uma das bandas mais influentes da década. O Allmusic se refere ao Pearl Jam como "a banda americana de rock & roll mais popular dos anos 90."
 
Alter Bridge, formado em 2004 nos Estados Unidos, à partir da pausa da banda Creed. O nome faz referência a uma ponte na cidade natal do líder/guitarrista, Mark Tremonti, lugar que era sempre proibido de ir por sua mãe, fazendo alusão então a ir além dos limites impostos, tomar um outro rumo.
 
Os até então integrantes do Creed Mark Tremonti (guitarrista) e Scott Phillips (baterista) juntaram-se a seu antigo companheiro, o baixista Brian Marshall, e com Myles Kennedy, ex-vocalista do The Mayfield Four para formar o Alter Bridge.
 
Integrantes
Myles Kennedy - vocal, guitarra 
Mark Tremonti - guitarra solo, vocal 
Brian Marshall - baixo
Scott Phillips - bateria
 
 

RITA LEE 
 
Rita Lee, conhecida como a "Rainha do Rock Brasileiro",  construiu uma carreira que começou com o rock mas que ao longo dos anos flertou com diversos gêneros, como a psicodelia durante na era do tropicalismo, o pop rock, disco, new age, a MPB e eletrônica, criando um hibridismo pioneiro entre gêneros internacionais e nacionais. Vendeu mais de 55 milhões de discos ao longo de sua carreira e já foi premiada com mais de 30 discos de platina, 10 discos de ouro e 5 de diamante.
 
Rita Lee é uma das mulheres mais influentes do Brasil, sendo referência para aqueles que vieram a usar guitarra a partir de meados dos anos 70, sobretudo as mulheres. Ex-integrante do grupo Os Mutantes (1968-1972) e do Tutti Frutti (1973-1978), Lee participou de importantes revoluções no mundo da música e da sociedade. 
 
Suas canções, em geral regadas com uma ironia ácida ou com uma reivindicação da independência feminina, tornaram-se onipresentes nas paradas de sucesso, sendo "Ovelha Negra", "Mania de Você", "Lança Perfume", "Agora Só Falta Você", "Baila Comigo", "Banho de Espuma", "Desculpe o Auê", "Erva Venenosa", "Amor e Sexo" e "Reza", entre outras, as mais populares. O álbum, Fruto Proibido (1975), lançado juntamente com a banda Tutti Frutti, é comumente visto como um marco fundamental na história do rock brasileiro, considerado por alguns como sua obra-prima.
 
Fonte:  Wikipédia
 

 
 
Rock or Bust é o décimo sexto álbum de estúdio da banda de hard rock Australiana AC/DC, produzido por Brendan O'Brien lançado no dia 28 de novembro de 2014 na Austrália e em 2 de dezembro do mesmo ano no resto do mundo. É o álbum mais curto da banda, com pouco menos de 35 minutos, sendo dois minutos mais curto que o antigo detentor do recorde, Flick of the Switch (1983). É também o primeiro álbum do grupo sem o guitarrista e membro fundador Malcolm Young, que deixou a banda por motivos de saúde. Neste lançamento, ele foi substituído por Stevie Young, sobrinho dele e do outro guitarrista Angus Young.
 
Fonte: Wikipédia
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