Sábado, 16 Dezembro 2017 | Login
Inaugurado em São Bernardo espaço temático instalado no Pavilhão Vera Cruz traz a magia do Natal com atrações para toda a família
 
 
O espaço temático "Luz, Câmera, é Natal!", montado especialmente para a data, dentro do Pavilhão Vera Cruz, no Centro. Com entrada e estacionamento gratuitos, a surpresa de Natal preparada pelo Fundo Social de Solidariedade (FSS) da cidade, em parceria com a iniciativa privada, traz diversas atrações de entretenimento e lazer para a família, com foco em atividades voltadas ao público infantil. O espaço ficará aberto ao público das 14h às 22h, com expectativa de receber cerca de 5 mil pessoas diariamente.
 
Entre os destaques está a estação para plantio de pinheiros, tenda para as crianças escreverem cartinhas para o Papai Noel e espaço para confecção de desenhos com desejos para 2018, onde as crianças também poderão colocar apliques brilhantes em suas criações e pendurar na árvore ou levar para casa os trabalhos desenvolvidos.
 
O salão de Natal contará ainda com a presença do Papai Noel em pessoa, e espaços para maquiagem infantil, narração histórias bíblicas no presépio e estúdio fotográfico, onde os pequenos e seus acompanhantes podem fazer uma foto produzida com adereços de Natal.
 
A foto poderá ser retirada posteriormente na página do evento na Internet. Os visitantes poderão ainda curtir a árvore de Natal que solta neve e degustar as Delícias de Natal, nas barracas de alimentação montadas pelas entidades assistenciais Semea – Sementes do Amanhã, Aldeias Infantis SOS Brasil e Instituto Cativar. Todo o dinheiro arrecadado com as vendas será revertido para projetos sociais desenvolvidos nestas instituições.
 
De 6 a 17 de dezembro, o complexo oferece 12 espetáculos de música, teatro e dança gratuitos. Dentre os destaques estão shows de Yamandu Costa, Ópera Portátil, Voz Ativa Madrigal e apresentações das Companhias Ser em Cena, Druw, Raça Cia de Dança
 
 
Além de toda a rotina de exposições, oficinas e workshops em cartaz no Centro Cultural Fiesp no período de férias, o complexo prepara uma intensa programação com temática natalina para receber o público no último mês do ano.
Confira abaixo as doze atrações gratuitas que entram em cartaz a partir do dia 6. Maior plataforma de arte digital a céu aberto da América Latina, a Galeria de Arte Digital, localizada na fachada do prédio, também exibirá uma animação especial de Natal, partir de 11 de dezembro, das 20h às 6h.
 
 
TEATRO / DANÇA
 
Hotel dos Monstros – 6 de dezembro (quarta), 17h
Inspirado no filme infantil Hotel Transilvânia (2012), o enredo do musical produzido pelos alunos do SESI Indaiatuba conta a história de um resort cinco estrelas feito exclusivamente para os monstros de todos os tipos. A trama gira em torno dos preparativos para o aniversário da filha do dono do resort, o conde Drácula, e a chegada de um humano que se apaixona por ela.
 
Musical | Infantojuvenil | 60 min. | Produção: CAT Antonio Ermírio de Moraes – Indaiatuba | Diretor de Centro de Atividades: André Luís Martins da Silva | Coordenador de Qualidade de Vida: Alexandre Demarchi Bellan | Orientadores: Alessandro P. Neves e Sheila M. P. Moraes | Direção Artística e Cênica: Kátia Müller e Karyn Nascimento | Equipe de Apoio: Professores CQV 20 | Confecção de fi gurinos: Zenaide Baroni e Rose Jaquetti | Cenografi a e adereços: Marcelo Rosa, Toni e alunos | Gravação: DJ Carlinhos – CR Som.
 
SESI Itu em... Que Monstro Te Mordeu? – 6 de dezembro (quarta), 14h
Baseada na série de TV infantil Que Monstro Te Mordeu? (TV Cultura), a adaptação discute temas como trabalho infantil, primeiro amor e adolescência. Ao longo da trama, os personagens já conhecidos das crianças, Lali e Dr. Z, vividos pelos alunos do SESI Itu, conduzem uma crítica ao ideal de beleza e exaltam a importância da autenticidade no desenvolvimento das crianças. Tudo isso com direito a muita música e dança.
 
Dança/Jazz | Infantojuvenil | 60 min. | Produção: CAT Itu - Carlos Eduardo Moreira Ferreira | Diretor de Centro de Atividades: Alexandra Salomão Miamoto | Coordenador de Qualidade de Vida: Eloy Rizzatti | Orientadora: Keila de Campos | Direção Artística e Cênica: Luisa Andreazza | Equipe de Apoio: Professores CQV 23 | Confecção de figurinos: Maria Aparecida Giacomello Barea | Cenografia e adereços: Valdy Lopes | Gravação: Luisa Andreazza.
 
Encantos – 8 de dezembro (sexta), 20h
No início aprendendo por meio do toque, depois incluindo a graciosidade, as 18 bailarinas e bailarinos da Associação Ballet de Cegos Fernanda Bianchini são reconhecidas mundialmente por encantar as plateias dos países por onde já passaram, como Londres, Argentina, Alemanha, Estados Unidos e Polônia. O transbordar de imaginação é o elemento principal da desta apresentação
 
Adulto | 60 min. | Direção Geral: Fernanda Bianchinni Saad | Direção Artística: Cesar Albuquerque | Bailarinos: Anna Davis, Aldenice Moreira, Aldenir Moreira, Anderson Lara, Bruno Antunes, Carlos Eduardo, Cintia Sousa, Everton Caetano, Fabiana Croccia, Geyza Pereira, Giseles Dantas, Gisele Camillo, Guilherme Pivetti, Jessica Lacerda, Mariane Miura, Marina Alonso, Veronica Batista, Vinicius Longuinho / Produção: Elaine de Lutiis, Francisca Moreira, Eliana Ardito.
 
Do Outro Lado do Oceano – 10 de dezembro (domingo), 19h
Com direção de Elisa Band, a nova peça do grupo Ser em Cena é uma metáfora para a condição dos atores. Em cena, 65 portadores de afasia, um distúrbio de comunicação, que despertam reflexões sobre a necessidade de criar novas linguagens, quando as palavras se mostram insuficientes. Na história, personagens de diferentes tempos se cruzam e se misturam, em meio a descobertas de constelações, criaturas marinhas raras, cartas náuticas, histórias de amor, um pássaro na escotilha e uma passagem pelo Trópico de Capricórnio.
 
Comédia poética-dramática | Adulto | 80 min. | Direção: Elisa Band | Co-Direção: Nichloas Wahba | Dramaturgia: Elisa Band e Nicholas Wahba | Iluminação: Celso Carramenha | Confecção de objetos de cena: Fabio Souza | Trilha Sonora: Elisa Band, Nicholas Wahba e Peri Pane | Participação especial: Luiz Bueno | Projeção e legendas: Gabriel Godoy | Produção executiva: Claudia Niemeyer e Cássia Navarro | Produção: Evelyn Eduardo | Consultoria de figurinos: Marina Reis | Fonoaudiologia: Fernanda Papaterra , Guilherme Zaramella e Ruth Bicudo | Psicologia: Liliana Wahba e Fátima Monteiro | Assistentes de palco: Bruno Niermeyer, Cayo Eduardo Barreto, Dandara Lima, Evelyn Eduardo | Comunicação: Michele Aied | Elenco: Cia Ser em Cena.
 
À Flor da Pele e Novos Ventos – 14 de dezembro (quinta), 20h
Referência no jazz e na dança contemporânea, o grupo paulistano Raça Cia de Dança traz ao palco do Teatro do Sesi-SP dois espetáculos dicotômicos de seu premiado repertório. O primeiro, À Flor da Pele (2016), tem coreografia do diretor artístico da companhia, Jhean Allex, e fala sobre as relações desgastadas dos indivíduos que estão sempre à flor da pele. Já a segunda dança, Novos Ventos (1999), é assinada por Roseli Rodrigues, fundadora da companhia, e tem um clima outonal, em que s bailarinos desenham suas performances em meio a nostalgia, ao romantismo, às folhas caídas, ao vento e à chuva.
 
Drama | 80 min. | Diretor Geral: Renan Rodrigues | Diretora Executiva: Cristina Morales | Diretor Artístico e coreógrafo: Jhean Allex | Diretor Técnico: Marcel Rodrigues | Produtor: Hamilton Feltrin | Assistente De Produção: Hygor Furquim | Elenco: Alessandra Helena, Alex Siqueira, Angélica Bueno, Gentil Neto, Isadora Miragaia, Jaqueline Vieira, João Vitor Palma, Juliana Olguim, Luiz Henrique Prestes, Maria Cristina Braga, Matheus de Oliveira, Natália Rodrigues, Nicole Molina, Rodrigo Cucorocio, Valfred Pereira Souza.
 
Vila Tarsila – 16 de dezembro (sábado), 17h
Inspirada nas obras e na infância da artista Tarsila do Amaral, o espetáculo infantojuvenil da Cia Druw transporta a plateia ao mundo antropofágico da artista. Valorizando o aspecto lúdico, a coreografia se mescla com os elementos visuais extraídos de telas como A Cuca, Operários, Sol Poente, A Lua, Manacá, O Sapo, O Touro e São Paulo. Ambientada na década de 1920, o espetáculo reflete a visão de Tarsila como uma criança viajante e o quanto suas obras transitavam dentro de suas experiências.
 
Infantojuvenil | 50 min. | Direção geral e artística: Miriam Druwe | Concepção: Cristiane Paoli Quito, Miriam Druwe | Cenário e fi gurino: Marco Lima | Desenho de luz – Marisa Bentivegna | Trilha sonora: Natália Mallo | Adaptação e operação de luz: Marcel Gilber | Elenco: Adriana Guidotte, Anderson Gouveia, Elizandro Carneiro, Létícia Rossi, Manuela Fadul, Orlando Dantas, Miriam Druwe.
 
MÚSICA
 
Voz Ativa Madrigal – 7 de dezembro (quinta), 20h
O concerto Cantos do Mundo, do coral Voz Ativa Madrigal, explora o universo das músicas sacras, natalinas e do gênero Negro Spiritual – música que surgiu com os escravos norteamericanos, fruto da mistura entre as canções de trabalho e as batidas típicas africanas). Composições nacionais, como Cantodos Sinos, e internacionais, como Down by the Riverside, ganham destaque sob a batuta da maestrina Regiane Martinez.
 
Além da época natalina, o conjunto celebra a Virada Inclusiva, que é realizada em dezembro, dando visibilidade ao trabalho do cantor cego que integrará a formação do grupo no concerto.
 
Erudito | 60 min. | Voz: Denize Meire, Tamara Caetano, Rita Tomé, Regina Rocha, Aldilei Clemente, Gustavo Carvalho, Fernando Ribeiro e Fabio Carvalho | Piano: Delphim Rezende Porto | Regência: Regiane Martinez.
 
Ópera Portátil – 9 de dezembro (sábado), 20h
O espetáculo Natal do Ópera Portátil traz a performance musical das óperas para dentro das peças tradicionais.Com uma interpretação que aposta na comicidade, o conjunto formado em 2005 faz releituras de canções natalinas que caíram no gosto popular, como Noite de Paz e Tocam osSinos.
 
Erudito | 60 min. | Soprano: Edna De Oliveira | Mezzo-soprano: Eleni Arruda | Tenor: Alexandre Bialecki | Baixo: Paulo Menegon | Direção musical e piano: Wesley Lacerda | Direção de cena: Pablo Moreira.
 
Yamandu Costa– 13 de dezembro (quarta), 20h
Considerado referência mundial no violão de sete cordas, o instrumentista e compositor Yamandu Costa apresenta composições autorais já conhecidas do público, como El Negro Del Blanco (2004) e Choro Loco (2008). Sucesso internacional, Yamandu já dividiu o palco com orquestras renomadas, como a Orquestra Filarmônica de Calgary e com consagrados regentes, entre eles Kristjan Jarvi e Roberto Minkzuc.
 
Erudito | 60 min. | Direção e roteiro: Yamandu Costa.
 
Eder Giaretta e Josani Pimenta – 15 de dezembro (sexta), 20h
No concerto Natal de Todos Nós, o pianista Eder Giaretta e a mezzosoprano Josani Pimenta apresentam um repertório de músicas natalinas, eruditas e tradicionais, que convidam o público a viajar por diferentes tempos, mundos e línguas. Entre os destaques do repertório estão The First Noel, Cantiga de Nossa Senhora e Cancioncilla de Navidad.
 
Erudito | 60 min. | Voz: Josani Pimenta | Piano: Eder Giaretta | Flauta: Anselmo Pereira | Primeiro Violino: Eduardo Augusto | Segundo violino: Fernando Henrique Andrade | Viola: Janaina Almeida | Violoncelo: Tiago Almeida.
 
Núcleo de Música do SESI-SP – 17 de dezembro (domingo), 12h (Indaiatuba) e 14h30 (Bauru)
Em duas apresentações, os alunos do curso de iniciação instrumental do Núcleo de Música das cidades de Indaiatuba e Bauru trazem um repertório natalino para celebrar o fim de um ano de aprendizado musical. Com uma composição coletiva, no formato de uma camerata de cordas (viola, violino, violoncelo e contrabaixo), o grupo de 40 alunos, de 7 a 90 anos, ganham a chance de fazer sua primeira grande apresentação longe de casa.
 
Erudito | 60 min.
 
Coral USP – 17 de dezembro (domingo), 20h
Figura carimbada da cena vocal paulistana, o Coral USP apresenta arranjos natalinos sob a regência da maestrina Marcia Hentschel. Composições como Jingle Bell Rock e O Pinheirinho de Natal não ficarão de fora do repertório. Fundado em 1967, o grupo já se apresentou nas principais salas de concerto do Estado, como a Sala São Paulo, o Auditório do MASP e o Theatro São Pedro.
 
Erudito | 60 min. | Sopranos: Ana Maria Figueiredo, Raquel Neves, Cecilia Busato | Contraltos: Josefi na Capitani, Marcia Hentschel (Regente e Diretora Artística do CORAL USP) | Tenores: Munir Sabag, Ânderson Vieira, Marcelo Recski | Baixos: Claudio Rodrigues, Espártaco De Paola.
 
 
 
Serviço: Série de Natal SESI-SP 2017
Local: Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Capacidade: 456 lugares
Entrada gratuita para toda programação em cartaz.
Agendamentos de grupos e escolares: 3146-7439
Informações e reservas antecipadas de ingressos: www.centroculturalfiesp.com.br
 
TAME IMPALA 
 
Banda australiana de rock psicodélico formada em Perth no ano de 2007; tendo como líder o multi-instrumentista Kevin Parker, que é responsável pelas gravações de estúdio. 
 
A banda ao vivo é composta por Kevin Parker (guitarra e vocais), Dominic Simper (guitarra e teclado/sintetizador), Nick Allbrook (baixo), que deixou a banda em 2013 e foi substituído por Cam Avery, Jay Watson (teclado/sintetizador e vocais de apoio) e Julien Barbagallo (bateria e vocais de apoio). 
 
Seu nome faz referência ao animal impala. 
 
Music video by Tame Impala performing 'Cause I'm A Man. (C) 2015 Modular Recordings

Fleetwood Mac
 
Grupo de rock, formado em 1967, quando o guitarrista e compositor Peter Green e o baixista John McVie deixaram o John Mayall & the Bluesbreakers para formar seu próprio grupo. A formação completou-se com o vocalista e guitarrista Jeremy Spencer e o baterista Mick Fleetwood.
 
Baseado na Califórnia desde os anos 70, o 'Mac' já teve diversas formações, a mais famosa delas depois da entrada de Stevie Nicks e Lindsey Buckingham em 1974, mas sua seção rítmica, com Mick Fleetwood na bateria e John Mcvie no contrabaixo, permanece a mesma desde a sua criação, há mais de quarenta anos
 
 
Formação atual
Stevie Nicks - vocal, percussão
Mick Fleetwood - bateria
John McVie - baixo
Lindsey Buckingham - vocal, guitarra
Christine McVie - teclado, vocal, percussão
 
Fonte: Wikipédia
 
 

 
Novo disco de estúdio da banda irlandesa já disponível nas lojas e em todas as plataformas digitais
 
Álbum estreia na 1ª posição do iTunes Brasil e faixa
“Love Is All We Have Left” aparece no Top 20 do serviço
 
 
Já está disponível nas principais lojas e todas as plataformas digitais o novo disco de estúdio da banda irlandesa U2. “Songs of Experience” é o 14º álbum de estúdio do grupo e contém 13 faixas inéditas. O disco chega nas versões Standard e Deluxe (este com 17 músicas), além do vinil.
 
O segundo single do álbum, intitulado ‘Get Out Of Your Own Way’, já está disponível. O primeiro, ‘You’re The Best Thing About Me’, foi lançado em 6 de setembro. A banda também lançou em agosto a faixa ‘The Blackout’ , em uma performance de vídeo.
 
Gravado em Dublin, Nova York e Los Angeles, “Songs of Experience” ficou pronto em 2017, sob influência do conselho dado pelo poeta, escritor e professor irlandês Brendan Kennely a Bono Vox “para escrever como se estivesse morto”. O resultado é uma coleção de faixas no formato de cartas intimistas para lugares e pessoas próximas ao coração do artista: sua família, seus amigos, seus fãs e ele mesmo.
 
“[...] A banda está em um momento em que equilibram precisamente grandeza e graciosidade, enquanto aproveitam seu passado pós-punk e a facilidade incrível que possuem para fazer pop moderno. [...] É uma criação mitológica que manifesta a magia eterna da música, feita por uma banda que se recusa a deixar essa magia acabar.” – Revista Rolling Stone americana, que considerou o disco o 3º melhor de 2017.
 
“Songs Of Experience” acompanha o disco de 2014, “Songs Of Innocence”. Os dois títulos foram inspirados pela coleção de poemas do século XVIII, “Songs of Innocence and Experience”, de William Blake. O álbum estreou em 1º lugar no iTunes Brasil e 2º lugar no iTunes americano, com a faixa “Love Is All We Have Left” em 16º lugar entre as músicas mais baixadas.
 
Produzido por Jacknife Lee e Ryan Tedder, com Steve Lillywhite, Andy Barlow e Jolyon Thomas, o disco teve a capa feita por Anton Corbijn com a foto dos filhos de membros da banda, os adolescentes Eli Hewson e Sian Evans.
 
 
 
Veja o repertório completo de “Songs of Experience”:
 
1. Love Is All We Have Left
2. Lights of Home  
3. You’re The Best Thing About Me
4. Get out of Your Own Way
5. American Soul
6. Summer of love
7. Red Flag Day
8. The Showman (Little More Better)
9.The Little Things That Give You Away
10. Landlady
11. The Blackout
12. Love Is Bigger Than Anything in Its Way
13. 13 (There is a Light) 
 
Para o repertório da versão deluxe, acesse:
 
Da infância humilde em Taubaté, no interior de São Paulo, ao posto de rainha da televisão brasileira, Hebe Camargo ganha um musical, baseado na biografa escrita por Artur Xexéo e com direção de Miguel Falabella, que conta sua escalada profissional e os amores que passaram por sua vida. Embalado pelas canções que marcaram sua carreira de cantora, o espetáculo atravessa oito décadas nas quais, muitas vezes, os caminhos de Hebe e da TV no Brasil se confundem.
 
Com: Adriano Tunes, Brenda Nadler, Carlos Leça, Carol Costa, Clarty Galvão, Daniel Caldini, Debora Reis, Dino Fernandez, Fefa Moreira, Fernando Marianno, Frederico Reuter, Giovana Zotti, Guilherme Magon, Keka Quarterone, Mari Saraiva, Maysa Mundim, Renata Bras, Renata Ricci, Renato Bellini, Renato Caetano e Rodrigo Garcia 
 
 
Com 21 atores em cena, orquestra composta por 09 músicos e mais de 30 técnicos envolvidos, a própria Hebe recebe o público que vai ao Teatro Procópio Ferreira e o convida a conhecer a sua história. A proposta é que o público acompanhe a grade de uma programação de TV típica dos anos 60. Nela, a garota-propaganda (Giovana Zotti) se atrapalha com os comerciais ao vivo e Leonor (Brenda Nadler), uma fã de Hebe Camargo, responde sobre a vida de seu ídolo ao peculiar apresentador de um programa de perguntas e respostas, Belo Garrido (Daniel Caldini). É através do conhecimento desta fã que a plateia acompanha o caminho da artista, que será interpretada por Carol Costa, na juventude, e Débora Reis, na vida adulta.
 
A relação de Hebe com os pais Fêgo Camargo (Carlos Leça) e Ester Camargo (Clarty Galvão), sua participação em programas de calouros e sua experiência de cantar no rádio formando conjuntos vocais com as primas Maria (Keka Quarterone) e Helena (Mari Saraiva), assim como com a irmã Stela (Fefa Moreira) também farão parte do enredo. As muitas amigas de Hebe são representadas por duas figuras bastante conhecidas do público: a também cantora Lolita Rodrigues (Renata Ricci), que Hebe conheceu ainda adolescente e de quem foi próxima a vida inteira, e Nair Bello (Renata Brás), com quem desfrutava noites de carteado e francas conversas regadas a gargalhadas. Ao lado de Lolita, vemos Hebe como cantora de boate num hotel do centro de São Paulo e sua participação na inauguração da primeira estação brasileira de TV.
 
A peça mostra o namoro de Hebe com o boxeador americano Joe Louis (Renato Caetano) e sua relação complicada, escondida do grande público, com o empresário Luís Ramos (Frederico Reuter). Paralelamente, acompanhamos o sucesso que ela alcança como apresentadora da TV Paulista, emissora onde chega a comandar seis programas semanais simultaneamente.
 
Seguem-se seu primeiro casamento, com o comerciante Décio Capuano (Guilherme Magon), o nascimento de seu único filho, Marcello (Adriano Tunes), e sua contratação pela TV Record, onde apresenta por oito anos o mais popular programa de entrevistas dos anos 60: uma atração que leva seu nome e que, por um bom tempo, foi campeã de audiência nas noites de domingo.
 
O musical registra também a separação de Décio, a rápida passagem pela TV Tupi, o trauma que a fez parar de cantar, os encontros hilários com Amâncio Mazzaroppi (Adriano Tunes) e Ronald Golias (Fernando Marianno), a carinhosa amizade com o cantor Agnaldo Rayol (Rodrigo Garcia/Frederico Reuter) e a união com o importador Lélio Ravagnani (Dino Fernandez), com quem viveu por 27 anos. Vemos Hebe tornar-se porta-voz da luta contra a corrupção em Brasília no programa que apresentou no SBT durante 24 anos e onde transformou em tradição o “selinho” que dava em seus convidados preferidos.
 
Com coreografias de Fernanda Chamma, direção musical de Daniel Rocha e e preparação vocal Guilherme Terra, que também será o maestro, Hebe – O musical traça a trajetória pessoal e profissional da mais carismática das apresentadoras de TV no Brasil e, por isso mesmo, a mais popular.
 
A Produção é assinada por Luiz Oscar Niemeyer, Julio Cesar Figueiredo Junior, Claudio Pessuti e Luis Henrique Ramalho.
 
 
 
De Artur Xexéo
 
Direção Miguel Falabella
 
Coreografia e assistente de Direção Fernanda Chamma
 
Direção Musical Daniel Rocha
 
Maestro e Preparação Vocal Guilherme Terra
 
Cenário e Direção de Arte Gringo Cardia
 
Figurinos Ligia Rocha e Marco Pacheco
 
Design de Luz Guillermo Herrero
 
Design de Som Tocko Michelazzo
  
 
 
Serviço HEBE O MUSICAL
Onde: Teatro Procópio Ferreira (624 lugares)
End: Rua Augusta, 2.823 – Jardins / SP
Informações: 3083-4475
Temporada 2017: até o dia 17 de Dezembro
Abertura da casa: 1 hora antes do início do espetáculo.
Quinta e Sexta às 21h | Sábado às 17h e 21h | Domingo às 18h
Duração: 140 minutos (com intervalo de 20 min)
Recomendação: 12 anos
Gênero: musical
 
Ingressos:
Quinta: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 130 (setor I) | R$ 160 (setor Premium)
Sexta e domingo: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 150 (setor I) | R$ 170 (setor Premium)
Sábado: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 170 (setor I) | R$ 190 (setor Premium)
 
Vendas de grupos: (11) 3064-7500
Vendas: www.ingressorapido.com.br e tel.: 4003-1212.
Bilheteria: de quinta a domingo da 14h00 até o inicio do espetáculo.
 

 
Foo Fighters e Queens of the Stone Age voltam ao Brasil em 2018. Os shows acontecem no Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã), em 25 de fevereiro; São Paulo (Allianz Parque), em 27 e 28 de fevereiro; Curitiba (Pedreira Paulo Leminski), em 2 de março; e Porto Alegre (Estádio Beira-Rio), em 4 de março. A  banda brasileira Ego Kill Talent fará a abertura das quatro datas no País.
 

Devido ao sucesso de vendas, Foo Fighters e Queens of the Stone Age farão uma apresentação extra em São Paulo. A data, que já está acertadíssima, será no dia 28 de fevereiro, no Allianz Parque. A turnê tem realização da Live Nation Brasil.

 
O 9º álbum de estúdio do Foo Fighters, o mais amplo e ambicioso trabalho de hard rock melódico do ano, Concrete and Gold, foi lançado em 15 de setembro pela Roswell Records/RCA Records e está prestes a se tornar o 2º disco da banda a alcançar o 1º lugar no chart Billboard 200.
 
A chegada de Concrete and Gold foi anunciada anteriormente com o lançamento da arrasadora The Line. Antes disso, a divulgação de The Sky Is A Neighborhood foi claramente feita como um caleidoscópio mini épico de ficção científica dirigido por Grohl para ser o braseiro hipnótico que queima lentamente e dá vida ao disco. Porém, a largada para o lançamento de Concrete and Gold foi dada com o lançamento surpresa, em 1º de junho, da esmagadora Run, que chegou ao topo da Billboard Mainstream Rock. Com mais de 2 milhões de visualizações no Youtube nas primeiras, Run também chegou ao top 5 de vídeos vistos no iTunes e no top 15 de singles ouvidos na plataforma – alcançando assim os números mais altos do Foo Fighters no primeiro dia de lançamento de um single da banda.
 
O lançamento de Concrete and Gold será, naturalmente, sustentado por uma extenuante turnê em arenas, estádios e festivais em palcos pelo mundo. A turnê começa em outubro pelos EUA e segue para a América Latina em fevereiro de 2018. O Foo Fighters é formado por Dave Grohl, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Chris Shiflett, Pat Smear e Rami Jaffee.
 
O monolítico sétimo álbum do Queens of the Stone Age, Villains, lançado em 25 de agosto pela Matador Records, roubou os corações e as almas dos amantes da música mundo afora. O álbum estreou no topo das paradas do Reino Unido, Austrália, Canadá, Holanda, Nova Zelândia, Suíça e Portugal, no segundo lugar das paradas na Alemanha, Áustria, Bélgica, Finlândia, Noruega e Irlanda e no terceiro lugar da Billboard 200. Também alcançou o topo nos EUA, o quarto lugar da lista internacional no Japão e o quinto na Itália. Facilmente, a maior semana de vendas globais do sétimo álbum da banda.
 
Villains também vendeu cerca de 100 mil cópias em vinil ao redor do mundo nos seus primeiros sete dias de existência e foi o campeão de vendas de LP no Reino Unido, EUA e Alemanha.
 
O álbum teve outros bons resultados no front de vendas norte-americano, já que Villains ficou em primeiro lugar nas paradas Alternativa, Hard, Rock, Internet e Álbum de Gravadora Independente. Também alcançou o segundo lugar na lista de vendas de Álbuns Digitais.
 
Após a improvável parceria entre o produtor Mark Ronson e Queens of the Stone Age, agora um sucesso cientificamente comprovado, Troy Van Leeuwen, Dean Fertita, Michael Shuman e Jon Theodore levaram as novas músicas para a estrada em setembro. Após rodarem a América do Norte com a Villains World Tour eles seguirão com os shows para a América Latina!
 
Para mais informações, acesse os sites das bandas:
 
É permitida a compra de até seis ingressos por CPF para clientes Banco do Brasil Ourocard e de até quatro ingressos por CPF para o público geral através do site www.eventim.com.br e outros pontos de vendas oficiais. Mais detalhes no serviço abaixo.
 
 
 
SERVIÇO
 
RIO DE JANEIRO (RJ)
Data: 25 de fevereiro de 2018 (domingo)
Local: Estádio do Maracanã
End: Av. Pres. Castelo Branco, Portão 3 - Maracanã, Rio de Janeiro - RJ, 20271-130
Horário: 16h (abertura dos portões)
Capacidade: 66.265
Classificação etária: Entre cinco e 15 anos de idade, acompanhados do responsável legal. A partir de 16 anos, permitida a entrada desacompanhados.
 
SÃO PAULO (SP)
Data: 27 de fevereiro de 2018 (terça-feira)
Local: Allianz Parque
End: Av. Francisco Matarazzo, 1705 - Água Branca, São Paulo - SP, 05001-200
Horário: 16h (abertura dos portões)
Capacidade: 47.146
Classificação etária: Entre cinco e 15 anos de idade, acompanhados do responsável legal. A partir de 16 anos, permitida a entrada desacompanhados.
 
 
CURITIBA (PR)
Data: 2 de março de 2018 (sexta-feira)
Local: Pedreira Paulo Leminski - Parque das Pedreiras
End: R. João Gava, 970 - Abranches, Curitiba - PR, 82130-010
Horário: 16h (abertura dos portões)
Capacidade: 25.000
Classificação etária: Entre cinco e 15 anos de idade, acompanhados do responsável legal. A partir de 16 anos, permitida a entrada desacompanhados.
 
 
PORTO ALEGRE (RS)
Data: 4 de março de 2018 (domingo)
Local: Estádio Beira-Rio
End: Av. Padre Cacique, 891 - Praia de Belas, Porto Alegre - RS, 90810-240
Horário: 16h (abertura dos portões)
Capacidade: 53.600
Classificação etária: Entre cinco e 15 anos de idade, acompanhados do responsável legal. A partir de 16 anos, permitida a entrada desacompanhados.
 
Realização: Live Nation Brasil
 
 
ARI BORGER
 
    Mestre em piano blues, boogie woogie e hammond B3,
foi o pioneiro em seus instrumentos e continua sendo o mais
importante pianista e organista de blues em nosso país.
 
   Borger atinge algo muito difícil em sua música, soar verdadeiro e autêntico, improvisando sem “decorar” suas linhas melódicas, doce em alguns momentos, incendiário em outros.
 
As apresentações e parcerias são históricas e extensas.
 
    Abriu shows para artistas como B.B.King e tocou com verdadeiras lendas do piano blues como os mestres Johnnie Johnson e Pinetop Perkins – pianistas de Chuck Berry e Mudy Waters. Morou em New Orleans, aonde gravou seu primeiro disco e se apresentou nas mais renomadas casas de shows como Tipitina’s e House of Blues.
    Seus discos já figuraram no TOP 10 da Real Blues Magazine, uma das mais importantes publicações do gênero.
    Excursionou com seu grupo pela Europa, tocando em grandes festivais de jazz e blues.
    No Brasil, é requisitado nos mais importantes festivais desde 1995, além de participar de programas de televisão e rádio, como Programa do Jô, Metrópolis, CBN e Band News.
    Acompanhou e gravou com estrelas nacionais e internacionais, como Herbert Vianna, Rod Piazza, Jr Watson, Linwood Slim, Mud Morganfield Jr – filho de Muddy Waters, Sax Gordon, Mitch Kaschmar, Sugaray Rayford e Diunna Greenleaf, estes últimos ganhadores do Grammy Music Awards.
    Já gravou seis discos ao longo de mais de vinte anos de carreira, alternando entre o blues tradicional, boogie woogie, soul e o jazz, recebendo elogios dos veículos de mídia mais respeitados do Brasil e do exterior como Caderno 2(Estado de São Paulo), Revistas Veja, Bravo, Rolling Stone, Real Blues(U.S.A.) e Blues Revue (maior revista de blues mundial).
   Teve a honra de ser um dos headlines por duas vezes do maior festival de piano blues e boogie woogie do mundo o “Cincy Blues Fest” em Cincinnatti no “Hall of Fame Boogie Woogie Stage” ao lado das maiores estrelas do gênero, feito inédito para um artista não americano.
   Agora em 2015, Borger lança “Live At Cincy Blues Fest”,em um box, com CD e DVD. O trabalho foi gravado ao vivo em um único set, com convidados super especiais como Bob Seeley, Johny Vidacovich e Wallace Colleman entre outros.
 
 
 

 

“I Love Anos 80” - Jogos, vídeo games e brinquedos fazem parte do acervo
 
 
 
Quem nasceu e cresceu na década de 80 vai viajar no tempo numa exposição que segue até o final de janeiro no Iguatemi Esplanada. “I Love Anos 80” traz itens que vão cair no gosto de quem viveu a infância nos anos 1980, trazendo brinquedos, vídeo games e outros itens que marcaram uma das décadas com maior transformação na cultura pop.
 
 
São mais de 600 itens em exposição entre brinquedos, jogos, vídeo games, eletrônicos, discos, impressos e outros. Clássicos como Atari, Odyssey, Playmobil, Comandos em Ação e Aquaplay conferidos de perto na exposição. Mas, ao contrário da maioria das mostras, nesta o público poderá interagir com os itens em exposição e jogar a vontade jogos clássicos como Fliperama, Master System e até mesmo o Telejogo, além de se divertir com o Pula-Pirata, Cai-Não-Cai, Jogo da Operação, Twister, Pula Pinote e muito mais.
 
 
 
Como nasceu o acervo
 
A mostra surgiu da reunião de amigos que dividiam a mesma paixão pela cultura pop anos 80 e 90. Eles reuniram filmes, quadrinhos, brinquedos, séries, vídeo games, músicas e outros conteúdos relacionados com a época. A vontade de compartilhar esse pedaço da história fez nascer o Clube Máquina Pop, um espaço que reúne a coleção de itens adquiridos ao longo dos anos.
 
O Clube Máquina Pop tem a proposta de resgatar a memória pop dos anos 80/90 através da manutenção e ampliação de um acervo físico de materiais relacionados e a produção de conteúdo cultural como registro histórico de momentos importantes da época.
 
De acordo com os curadores da mostra, o público é variado e vai desde pessoas acima de 35 anos, que viveram sua infância nas décadas de 1980 e 1990, a crianças que se divertem e se encantam com a exposição, que traz brinquedos que não tinham todo o apelo digital dos brinquedos atuais.
 
 
 
 
Serviço: Exposição “I Love Anos 80”
Data: de 01 de dezembro a 31 de janeiro de 2018, diariamente das 10h às 22h.
Local: Ala Norte do Iguatemi Esplanada
Bilheteria no local
 
Endereço Ala Sul: Av. Gisele Constantino, 1850 - Parque Bela Vista – Votorantim
Endereço Ala Norte: Av. Izoraida Marques Peres, 401 - Altos do Campolim - Sorocaba
Informações: (15) 3219.9900 
 
Peça de Laurence Dauphinais e Maxime Carbonneau, com tradução de Letícia Tórgo transforma aplicativo do iPhone em personagem e questiona relação entre homem e tecnologia.
 
 
 
 
Uma atriz e uma máquina de inteligência artificial como protagonistas. Assim começa uma investigação sobre a relação entre o homem e a sua criação. Em um tempo em que pensadores questionam a necessidade do corpo para ser humano, quem é o verdadeiro programador? 
 
Inédito no Brasil, o espetáculo canadense SIRI visa transformar esta grande caixa que é o teatro utilizando-se apenas das ferramentas que a pequena caixa do iPhone pode oferecer. No palco, a atriz Laurence Dauphinais interage em tempo real com o aplicativo da Apple, gerando um diálogo inédito a cada dia. 
 
Falado na língua francesa, com trechos em português e inglês, o espetáculo terá legendas simultâneas em português em todas as apresentações e, em uma sessão especial, no dia 3 de dezembro, um intérprete de libras para surdos e recursos de audiodescrição para cegos, com a presença de ONGs convidadas.
 
Em 2010, a Apple criou o assistente pessoal SIRI que decifra instruções verbais de seus usuários e atende às suas solicitações de forma imediata e bastante “humana”. O site da Apple explica: “Fale com ela com uma voz natural. SIRI não só entende o que você diz, mas também o que você quer dizer, e te responde. Fale com ela como uma pessoa real." 
 
Preocupada com os temas da intimidade, corpo, memória e sede de espiritualidade, Laurence Dauphinais visa explorar, neste trabalho, a relação entre o aplicativo SIRI e seres humanos. Com SIRI, ela quer questionar o que os olhos de outras pessoas forjam e revelam para nós, sobretudo quando se trata de um olhar digital criado por seres humanos. SIRI não é apenas um programa para cumprir tarefas pessoais como um assistente ou um guia GPS. Ela foi criada para manter conversas com humor e naturalidade. Como uma pessoa real.
 
“Nossa intenção aqui é aprofundar uma investigação por conta de todas as mudanças de paradigmas pelas quais estamos passando em nossas relações. Esses organismos digitais estão se tornando cada vez mais autônomos e humanos em nosso dia-a-dia. Em um contexto dramatúrgico, tentamos desvendar os limites da linguagem de SIRI, suas restrições de programação e falhas retóricas na estrutura binária de pergunta e resposta a partir de onde pode surgir, inclusive, poesia. SIRI é programada para dar versões diferentes de respostas à uma mesma pergunta. Como não tem memória, o objeto teatral é construído através da insistência e repetição. Nosso desafio, a partir desta retórica incomum de linguagem, desta busca por respostas, é conhecer suas estratégias para avançar com a história no palco, ao vivo”, explica a atriz.    
 
Os jovens autores Laurence Dauphinais e Maxime Carbonneau são apaixonados por novas tecnologias. Em 2013 outro espetáculo sobre o tema, o IShow recebeu os prêmios de Melhor espetáculo pela Associação dos críticos de Quebec e o prêmio Buddies in Bad Time Vanguard de risco e inovação, no Summerwork Festival, de Toronto. Em 2015, um esboço do espetáculo SIRI foi apresentado no  OFFTA  (festival paralelo ao Festival TransAmériques) em Montreal, Canadá. No formato de um TED TALK, Laurence levantou paradigmas causados pelas novas tecnologias em nossa comunicação e relações humanas. Ela apresentou ao público SIRI, questionando a estreita relação que temos com a tecnologia. SIRI, por sua vez, assumiu o papel de um segundo personagem principal, com igualdade de voz ao lado de Laurence. A partir daí, Laurence e SIRI dividiram a cena face aos espectadores com a mesma força e presença. SIRI provou ser uma musa, um obstáculo, uma co-autora e uma artista de atuação imprevisível.
Ainda em 2015, o formato atual foi apresentado no Festival TransAmeriques (maior festival de teatro e dança contemporâneos da América do Norte). Desde então, tem ido representado em diversos teatros de Montréal e, este ano, fez parte do Festival Fringe de Edimburgo, na Escócia, onde foi sucesso de público e crítica.
 
No Brasil, SIRI fica em cartaz até dia 17 de dezembro. Serão realizadas 16 apresentações com aproximadamente 120 minutos de duração, de quinta a domingo, às 20h. 
 
 
 
Sobre o espetáculo:
 
Desde o lançamento do iPhone 6S, o software SIRI ouve o que dizemos, em todos os momentos, sempre como uma amiga. SIRI pretende, como um Deus onisciente, ter todas as respostas para nossas perguntas. Mas sua programação está repleta de lacunas, limites e buracos. Este espetáculo vista beber na fonte destas falhas de programação para dar inspiração a Laurence Dauphinais e criar um espetáculo teatral.
 
Por que nós temos esta necessidade de criar uma entidade que está programada para ter a personalidade e traços humanos sem ser verdadeiramente real? Será que inventamos SIRI para sermos visto? Nós criamos uma entidade que "sabe tudo" objetivamente. SIRI tem acesso à nossa privacidade e também ao conhecimento universal através da internet.
 
Este projeto visa investigar a relação entre o homem e a criação do homem. Quem é o verdadeiro programador? Laurence ou SIRI? Afinal de contas, não somos nós mesmos "programados" pelo homem através do prisma da cultura e da educação? É realmente necessário ter um corpo físico para ser humano? E que tipo de corpo? Vivemos um momento onde os maiores pensadores acreditam que não é mais necessário ter um corpo para ser humano. Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google, por exemplo, pesquisa meios para fazer o download da memória de um indivíduo em um robô, avatar ou outro corpo. Isto não é ficção científica! É real!
 
Se desaparecermos da face da Terra e SIRI se tornar nosso arquivo original: o que ela irá revelar sobre nós mesmos?
 
Sobre Laurence Dauphinais:
Atriz, diretora, escritora e cantora. Quando criança, trabalhou em vários projetos de cinema e TV até entrar na Escola Nacional de Teatro do Canadá. Lá, iniciou seu trabalho de criação teatral. Desde 2014 tem atuado em 2 produções teatrais ousadas: Cinq visages pour Camille Brunelle como atriz e ishow como co-diretora e performer com turnês pela Europa até 2017. Seu novo projeto, como co-autora, escritora e performer, "SIRI", é uma performance solo original, apresentada no OFFTA em Montreal em 2015, no Le Cabaret des Curiosités (França) e estará no FTA de Montreal em 2016 e no Théâtre d'aujourd'hui em 2017. Em 2015 lançou o primeiro EP do seu projeto solo electro musical La Dauphine, que toca regularmente nas rádios. Seu interesse é a junção entre ciência, arte e tecnologia, trabalhando com engenheiros, programadores e outros artistas para desenvolver uma ferramenta audiovisual sincronizada com a emoção humana através de sinais fisiológicos do corpo. Fala Francês, Inglês e Português.
 
FICHA TÉCNICA
Um espetáculo de: La Messe Basse
Produção Brasil: da Gaveta Produções
 
EQUIPE CANADÁ
Texto : Maxime Carbonneau + Laurence Dauphinais + Siri
Direção : Maxime Carbonneau
Interpretação : Laurence Dauphinais + Siri
Assistente de direção e direção de produção : Jérémie Boucher
Cenografia e Figurino : Geneviève Lizotte
Iluminação : Julie Basse
Trilha Sonora : Olivier Girouard
Fotografias : Hugo B. Lefort e Julie Artacho
Conselho dramaturgico : Dany Boudreault + Tiphaine Raffier
 
EQUIPE BRASIL
Direção de Produção: Letícia Tórgo
Produção Executiva: Kamilla Barcellos
 
 
SERVIÇO “SIRI”:
Local: Oi Futuro 
Estreia: 23 de novembro de 2017
Temporada: Até 17 de dezembro
Horário: De quinta a domingo, às 20h
Endereço: R. Dois de Dezembro, 63 – Flamengo / RJ
Duração: 70 minutos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia-entrada e estudantes da Aliança Francesa, mediante apresentação da última mensalidade quitada) 
Tel. Bilheteria: 21 3131-3060
Vendas Online: ticketplanet.com.br ou pelo telefone 2576-0300 (a partir do dia 21/11)
Classificação etária: livre. - Gênero: Drama
 
 
 

 

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