Sábado, 18 Novembro 2017 | Login
Adaptação de clássico do cinema, premiado espetáculo 12 Homens e Uma Sentença faz curta temporada 
 
Ao longo do ano a OSESP apresentará 112 concertos sinfônicos, incluíndo programas da série de assinaturas e concertos gratuitos, além de cinco concertos do Coro da Osesp, quatro programas do Quarteto Osesp e 11 recitais. Ao todo serão 134 apresentações na Sala São Paulo!
 
 
 
 
 
A Temporada Osesp 2018 – Natureza dos Sons
tem sua inspiração em dois dos mais importantes elementos
de formação da cultura brasileira: a natureza e a música.
 
 
Sobre a escolha desse tema, o Diretor Artístico da Osesp, Arthur Nestrovski, explica: “Poucas culturas têm riqueza natural como a nossa; e poucas também, semelhante patrimônio musical, com enorme variedade de gêneros e estilos. (...) É bem verdade, no entanto, que a música, tanto quanto a natureza, vem sendo ameaçada, de muitos modos, nesse período tão complexo. Cuidar da música, como cuidar da natureza, vai-se tornando, mais do que nunca, exercício de convicção: uma prática diária de persistência, em tempos de crise.”
 
Para a Osesp, esse “exercício de convicção” tem se realizado ao longo de toda a sua trajetória, há mais de 60 anos, e continua pela Temporada de concertos na Sala São Paulo em 2018, com 32 programas de assinatura e 134 concertos no total, sendo 112 sinfônicos, 15 de câmara e sete corais. 
 
Muitas são as iniciativas do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura, para a divulgação e ampliação de plateias da música clássica, com realização da Fundação Osesp. A começar pelos Concertos Matinais Gratuitos, que acontecem sempre aos domingos de manhã na Sala São Paulo, com apresentações da Osesp e de orquestras parceiras. Somam-se a estes os Concertos Digitais, transmitidos para  milhares de espectadores gratuitamente pela internet; os Ensaios Abertos da Osesp, com ingressos a preço reduzido (R$ 10); e ainda os projetos fonográficos, que incluem os lançamentos pelo Selo Digital Osesp, para audição e download gratuitos. 
 
Fundamentais, ainda, são os projetos educativos, como o Descubra a Orquestra, que recebe crianças e adolescentes de escolas públicas para concertos gratuitos na Sala São Paulo; e a Academia de Música da Osesp, que investe na formação e na profissionalização de jovens músicos de orquestra e coro.
 
Nessa Temporada, atendendo ao objetivo de contribuir, ainda mais, para o fácil acesso à música clássica, uma nova ação foi criada: a Fundação Osesp oferecerá em todos os programas uma grande quantidade de ingressos ao preço do Vale Cultura (R$ 50), ao longo de todo o ano, tanto no setor do Coro como no setor superior; e ainda programou a série especial Grandes Clássicos, com quatro concertos regidos por Isaac Karabtchevsky, com preço único de R$ 50 (por apresentação), em todos os lugares da Sala.
 
Falando ainda sobre a preocupação constante com o acesso do seu público à sala de concertos, junto ao anúncio recente de renovação da Praça Júlio Prestes pelo Governo do Estado, a Fundação traz uma novidade importante para a próxima Temporada. A partir de 2018, os concertos noturnos terão início às 20h30, às quintas e sextas-feiras; e os concertos de câmara, aos domingos, terão início às 19h. Já os concertos de sábado à tarde permanecem no horário das 16h30.
  
 
 
 
DESTAQUES DA TEMPORADA
 
Em 2018, a Série Sinfônica da Osesp terá 112 concertos – sendo 12 deles gratuitos –, além das séries de câmara e do Coro. Duas séries inteiramente gratuitas são destaque da programação: o festival Viva Villa! (em fevereiro, antes da abertura oficial da Temporada), com seis concertos seguidos, três destes sob a batuta de Isaac Karabtchevsky, celebrando o término das gravações da integral das 11 Sinfonias de Villa-Lobos; e a Maratona Mozart (em outubro), com cinco concertos regidos por Neil Thomson, com sinfonias do celebrado compositor austríaco, e tendo como solistas os ganhadores do Concurso Jovens Solistas da Osesp.
 
Outros destaques são as sequências integradas de concertos que acontecem ao longo de toda a Temporada 2018, a começar pela série integral das Sinfonias de Beethoven, regidas por Marin Alsop (Diretora Musical e Regente Titular da Osesp), Valentina Peleggi (Regente em Residência da Osesp) e mais sete maestros convidados, entre eles Nathalie Stutzmann (Artista Associada 2016-18), Louis Langrée e Arvo Volmer; e as séries especiais Rossini – 150 Anos de Morte e Stravinsky Essencial (incluindo os três grandes balés modernistas do autor).
 
O Artista em Residência será o flautista franco-suíço Emmanuel Pahud e o Compositor Visitante, o francês Philippe Manoury. O Músico Homenageado será Marcos Thadeu, preparador vocal do Coro da Osesp e Regente Titular do Coro Acadêmico. 
 
Entre os solistas internacionais, a Osesp recebe muitos pianistas – Nikolay Luganski, Gabriela Montero, Steven Osborne, Pierre-Laurent Aimard, Tamara Stefanovich, Igor Levit e Roger Muraro –; além dos violinistas Pekka Kuusisto e Ning Feng; o violista Antoine Tamestit; e o trombonista Christian Lindberg (também como regente). Entre os solistas brasileiros, destaque para os pianistas Fabio Martino, Jean-Louis Steuerman, Lucas Thomazinho e Marcelo Bratke. Destaque ainda para o festival Piano Brasileiro, com concertos do Duo Gisbranco, Leandro Braga e Cristóvão Bastos, e André Mehmari.
 
Entre as obras inéditas está a estreia latino-americana de um concerto do compositor português Vasco Mendonça, pela parceria com a Fundação Gulbenkian de Lisboa, além da estreia mundial de três peças especialmente encomendadas aos compositores Ronaldo Miranda (que comemora 70 anos), Aylton Escobar e Caio Facó.
 
 
A programação completa já está disponível no site da Osesp e a versão digital para download do livro da Temporada será disponibilizada em breve.   [http://www.osesp.art.br/paginadinamica.aspx?pagina=temporadaosesp].
 
 
O show passará por São Paulo e Porto Alegre com um repertório composto de grandes sucessos da cantora e também interpretações de canções dos Mutantes, Charlie Brown Jr e Stevie Wonder 
 
 
Paula Toller apresenta seu novo trabalho “Como Eu Quero” e dá ao público a oportunidade de assistir à consagrada cantora e compositora numa apresentação inédita. Depois de viajar com o show Transbordada e de protagonizar a turnê Rock Brasil para mais de um milhão de pessoas, agora Paula apresenta seu repertório de forma mais essencial, numa performance tête-a-tête com o público. 
 
A seleção contempla toda a sua carreira solo e no Kid Abelha. Além das próprias músicas, Paula também apresenta “Ando Meio Desligado”, dos Mutantes; “Céu Azul” do Charlie Brown Jr, numa interpretação delicada e emocionante; além de uma versão para "Don’t You Worry ‘Bout a Thing”, de Stevie Wonder, que virou “Deixa a Vibe te Levar”.
 
Como não poderia ser diferente em um show de uma hitmaker, grandes sucessos compõem o setlist e o espectador poderá ouvir, entre outras, “Como eu quero”, “Nada Sei”, “Fixação” e “Grand’Hotel” interpretadas por Toller com o auxílio luxuoso do lendário produtor Liminha, nos arranjos e violão, além dos excelentes: Gustavo Camardella (violão), Pedro Augusto (teclados), Pedro Dias (baixo) e Adal Fonseca (bateria). A cenografia tem concepção do multifacetado Batman Zavarese. E a luz é assinada por Samuel Bets. 
 
 
 
Serviço: SÃO PAULO
Quando: 10 de novembro - Sexta-feira, às 21h
Onde: Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo)
Classificação: Livre - www.teatrobradesco.com.br
 
Ingressos de R$140,00 a R$240,00 (inteira)
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
Ingresso Rápido: 4003-1212
Bilheteria Teatro Bradesco: Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo
Horário de funcionamento: Domingo a Quinta das 12h às 20h, Sexta e Sábado das 12h às 22h.
 
 
Serviço:  PORTO ALEGRE
Quando: 8 de dezembro - Sexta-feira, às 21h
Onde: Teatro do Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, 80 / 2º andar – Shopping Bourbon Country)
 
Ingressos de R$100,00 a R$240,00 (inteira)
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS (sujeito à taxa de conveniência):
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS (sem taxa de conveniência):
Bilheteria do Teatro do Bourbon Country: Av. Túlio de Rose, nº 80 / 2º andar (de segunda a
sábado, das 10h às 22h, e domingo e feriado, das 14h às 20h)
 
 

  

 

As peças ganhadoras e selecionadas pelo júri ficarão expostas a partir de 11 de novembro, sábado, das 10h às 18h, com entrada gratuita. No dia acontecerá também feira de livros especializada, encontro com a comissão julgadora e oficinas educativas
 
 31º Prêmio Design MCB, mais tradicional e prestigiada premiação do segmento do país, realizada desde 1986, inaugura a exposição com as peças ganhadoras e selecionadas pelo júri em 2017 no Museu da Casa Brasileira (MCB). A abertura será em novo formato e não haverá cerimônia de premiação, mas contará com feira de livros especializada em arquitetura e design, oficinas e foodtrucks, além de encontro com a comissão julgadora e os vencedores.
 
O Prêmio Design MCB é reconhecido em todo o Brasil por ser um celeiro de talentos e consagração de profissionais. O propósito da premiação é dar anualmente um panorama da produção brasileira em categorias que abrangem o design de produtos e a trabalhos escritos, acadêmicos e editorial ligados ao mercado.
 
Este ano, o Prêmio Design recebeu 587 trabalhos, que foram julgados por duas comissões independentes. Sob coordenação de Marcelo Oliveira, doutor em Arquitetura e Urbanismo, foram analisadas as categorias de produto: Construção, Transporte, Eletroeletrônicos, Iluminação, Mobiliário, Têxteis e Utensílios. Já a categoria de Trabalhos Escritos foi coordenada por Cibele Taralli, doutora em Estruturas Ambientais Urbanas e Milene Soares Cara, doutora em Arquitetura e Urbanismo.
 
Confira a programação de abertura da exposição:
 
- 10h às 18h – Visitação à exposição 31º Prêmio Design MCB
Estarão na mostra os 54 produtos e publicações premiados, divididos entre 1º, 2º, 3º lugares e menções honrosas, além das 48 peças selecionadas pelo júri.
 
- 10h às 18h – Feira de livros especializada
Durante a abertura da exposição do 31º Prêmio Design MCB, editoras focadas em design e arquitetura disponibilizarão suas publicações com descontos: Participam: Romano Guerra, Olhares, Gustavo Gili, estação das letras e Cores, Edições SESC, Ubu, Senac, Blucher, Monolito, Revista Projeto e Revista L+D.
 
- 10h30 às 12h – Oficina de Serigrafia – Educativo MCB
A artista Monica Schoenacker oferecerá noções básicas de serigrafia e, enquanto isso, o participante poderá estampar uma peça em um pano de prato para levar para casa. 
 
- 11h - Encontro da comissão julgadora e vencedores
Pode-se dizer que o tradicional encontro entre os jurados e os vencedores de cada edição é o momento ápice da abertura do Prêmio Design.
 
- 14h às 15h30 - Oficina de Papercut – Fedrigoni
A artista autodidata Ariádine irá ensinar um pouco do que aprendeu durante uma viagem de três anos pela Europa, com colagens e minuciosos recortes em papel – os chamados kiriês, uma técnica oriental originária da China, que consiste em formar figuras e desenhos em papéis com a ajuda do corte do estilete.
 
- 15h às 16h30 – Oficina Inutensílios – Educativo MCB
A atividade será inspirada no poema de Manoel de Barros, 'O Fazedor de Amanhecer', e tem como objetivo central a construção de novos objetos e utensílios para o dia a dia, feitos a partir de sucatas ou materiais que não são mais utilizados.
 
- 16h às 17h30 – Oficina de Encadernação – Fedrigoni
Os ministrantes Estela Vilela e Bruna Ximenes mostrarão como é feita a encadernação, que surgiu quando o comércio de livros no Japão se estabeleceu. A costura, que tem o nome original de Yamato Toji, é feita pelo dorso dos cadernos, sem uso de cola.
 
- 10h às 18h – Foodtrucks
Lanches, comidas vegetarianas, drinkes, doces e açaís. Confirmadas as participações de +55 FoodTruck Brasil, Dica Natureba, Choco Frut e Cubq.
 
 
 
Sobre o Prêmio Design MCB
O Prêmio Design MCB é realizado desde 1986 pelo Museu da Casa Brasileira. A premiação - a mais tradicional e prestigiada do segmento no país - revela talentos e consagra profissionais e empresas. O Prêmio é dividido em dois momentos principais: o Concurso do Cartaz e, em seguida, a premiação dos produtos e trabalhos escritos. Entre junho e agosto, o MCB recebe criações (protótipos ou em produção) nas categorias: Construção, Transporte, Eletroeletrônicos, Iluminação, Mobiliário, Têxteis, Utensílios e Trabalhos Escritos. Os trabalhos são analisados por duas comissões julgadoras independentes, uma para as categorias de produto e outra para trabalhos teóricos. Por fim, são escolhidos os premiados, divididos entre 1º, 2º e 3º lugares e menções honrosas, além dos selecionados que também compõe a exposição. Como resultado do Prêmio Design MCB, o Museu realiza uma mostra com os vencedores e selecionados de cada categoria da edição, que fica em cartaz por cerca de dois meses. 
 
 
SERVIÇO: Abertura do 31º Prêmio Design MCB
De 11 de novembro – entrada gratuita
Sábado, das 10h às 18h
Local: Museu da Casa Brasileira
Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano / SP
Tel.: (11) 3032.3727
Visitação: até 21de janeiro de 2018
 
Lá se vão quase quatro décadas sem John Lennon, perda que é lembrada no mês de dezembro, mais precisamente no dia 8, quando completa 37 anos do falecimento do artista.
 
Mas a mensagem do ex-Beatle permanece intensa, nas letras das músicas e, agora, com a sua mais célebre composição adaptada para literatura infantil. Imagine, a canção de Lennon que se tornou um hino pela igualdade entre os povos, leva às crianças uma forma de acreditar em dias melhores, com prefário escrito por Yoko Ono, a iniciativa tem associação com a Anistia Internacional.
 
 
Imagine, canção eternizada por John Lennon,
ganha adaptação para livro infantil no Brasil
 
 
O lançamento mundial tem prefácio assinado por Yoko Ono Lennon,
ilustrações de Jean Jullien e tradução de Marina Colasanti
 
A jornada de uma pomba disseminando mensagens de paz para outros tantos pássaros é o mote da história que fala de tolerância, fraternidade e atitudes para um mundo melhor, levando a letra da canção composta por John Lennon às crianças. Por meio de ilustrações cedidas pelo francês Jean Jullien, alusivas às frases da música composta em 1971 (letra da qual Yoko Ono Lennon, viúva do músico, foi declarada coautora), o pombo convida outros pássaros a imaginar um mundo com igualdade entre os povos. Como parte de uma campanha global, o lançamento no Brasil é pela V&R Editoras.
Por aqui, Imagine tem a participação da escritora Marina Colasanti, poetisa que completa 80 anos e que traduziu a versão brasileira como parte das celebrações de seu aniversário. Por ocasião do Dia Internacional da Paz, comemorado em 21 de setembro, houve o lançamento mundial do projeto idealizado por Yoko Ono Lennon, um modo de perpetuar o propósito pacificador do ex-Beatle.
 
Em parceria exclusiva, Imagine se tornou oficialmente o hino da Anistia Internacional, entidade escolhida por Yoko para receber os direitos autorais da obra. “Todos nós queremos ser felizes e nos sentir seguros. E todos podemos fazer nossa parte para tornar o mundo um lugar melhor. Devemos sempre trazer amor no coração e cuidar um do outro. Devemos sempre compartilhar o que temos e defender aqueles que não recebem tratamento justo”, declara Yoko Ono Lennon no prefácio.
 
No livro infantil, uma pomba urbana, e não aquela tradicional, branquinha e pouco comum, Imagine compartilha sua mensagem de paz e contagia outras espécies com lições de boas condutas em benefício de todos. São cenas retratando situações comuns, em que a pomba leva ramos de oliveira por vários ambientes e sempre reverte em comunhão de ideias. E nas mãos dos pequenos leitores, Imagine, o livro, tem a missão de incutir o lema de Lennon na formação de novas pessoas, na busca de tornar o mundo “verdadeiramente como um só”.
 
Sobre o livro: Imagine é lançado simultaneamente em 15 idiomas, no dia 21 de setembro, data escolhida pela ONU para celebrar o Dia Internacional da Paz. A obra foi elaborada em parceria com a Anistia Internacional e terá todos os royalties revertidos para a instituição. A campanha mundial de divulgação do Imagine será feita em parceria com os escritórios regionais da Anistia Internacional e os perfis nas redes sociais de John Lennon, Yoko Ono Lennon e o ilustrador Jean Jullien. O grupo V&R Editoras publicará a obra em toda a América Latina. Ao final, a obra traz a letra original da música, facilitando o aprendizado.
 
Sobre os autores: John Lennon nasceu em 9 de outubro de 1940, em Liverpool, na Inglaterra. Conheceu Paul McCartney em 1957 e o convidou para formar com ele um grupo musical. Nascia, então, a banda que impactou o cenário musical, como nenhuma outra tinha feito antes, The Beatles. Mas Lennon deixou os Beatles em 1969, e depois lançou alguns álbuns em parceria com sua esposa, Yoko Ono. Um dos álbuns mais celebrados de John Lennon, Imagine, foi lançado em 1971, nos Estados Unidos. O lançamento no Reino Unido aconteceu no dia 8 de outubro seguinte. A música título do álbum, “Imagine” se tornou a marca registada de Lennon e foi escrita como um pedido pela paz mundial.
Jean Jullien nasceu em 14 de março de 1984, em Cholet, na França. É ilustrador formado em Design Gráfico pela Universidade de Quimper. Desde os 20 anos, Jean vive em Londres. Sua produção transita entre a ilustração, a fotografia, passando pela produção de vídeos, figurinos, instalações, cartazes, buscando sempre estruturar seu trabalho de forma coerente, porém eclética. Em novembro de 2015, ele foi responsável por criar o símbolo Peace for Paris – uma variação do tradicional símbolo da paz – em memória aos mortos e feridos nos ataques terroristas. O símbolo se tornou um viral pelo mundo todo.
 
Sobre a tradutora: Marina Colasanti nasceu em 1937 na cidade de Asmara, capital da Eritreia. É casada com o também escritor Affonso Romano de Sant’Anna e tem duas filhas, Fabiana e Alessandra Colasanti. É uma das mais premiadas escritoras brasileiras, detentora de vários prêmios Jabutis, do Grande Prêmio da Crítica da APCA, do Melhor Livro do Ana da Câmara Brasileira do Livro, do prêmio da Biblioteca Nacional para poesia, de dois prêmios latino-americanos e é hors-concours da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).
 
Título original: Imagine; Autor: John Lennon; 32 páginas; Tradutor: Marina Colasanti; Ilustrações: Jean Jullien; Acabamento: Capa dura; Edição: 1ª/2017; Preço: R$36,90. V&R Editoras
 
 
 
 
De Dario Fo e Franca Rame - Direção Marcelo Médici 
 
Wilson de Santos leva humor e reflexão ao palco do Teatro Morumbi Shopping ao interpretar os textos que são referência no teatro mundial, falando de desejos, sonhos e conflitos presentes no universo feminino
 
Depois de uma curta temporada de estreia, a obra dos italianos Dario Fo e Franca Rame, encenada no Brasil por grandes atrizes, como Marília Pêra, Denise Stoklos e Débora Bloch, chega ao Teatro Morumbi Shopping a partir do dia 29 de setembro. Brincando em cima daquilo traz ator paulista Wilson de Santos dando vida a três mulheres mergulhadas em humor e poesia para desafiar as pequenas – e também gigantescas – repressões às quais estão sujeitas em suas relações cotidianas. A comédia fica em cartaz até o dia 26 de novembro, às sextas e sábados, às 21h, e aos domingos, às 19h.
 
"Brincando em cima daquilo" tem direção do ator e diretor Marcelo Médici e vem rendendo ótimos comentários juntos à imprensa paulistana. "Wilson de Santos é do tipo de ator que não teme grandes desafios. (...) Famoso por sua versatilidade justamente ao incorporar personagens femininas, Wilson dá conta do recado, divertindo e fazendo refletir a plateia do Teatro Renaissance, em São Paulo", escreveu o crítico Miguel Arcanjo Prado em seu blog do portal UOL, depois da estreia na capital paulista. Já o crítico Dirceu Alves Jr. (Veja SP) escreveu: "Comediante de mão-cheia acostumado aos tipos femininos, o ator paulista Wilson de Santos é o primeiro homem a protagonizar os monólogos de Brincando em Cima Daquilo. (...) O protagonista acentua o caráter tragicômico dessas duas histórias e ganha o público pela identificação com as situações. Mas é na parte final, porém, como a dona de casa Maria, que o talento de Santos salta aos olhos do espectador".
 
Três esquetes mesclam momentos de muito humor, retirados de rotinas identificáveis por cada um de nós, com a crítica contida no enfrentamento à violência e à educação repressora que insistem em recair sobre as mulheres, ainda hoje. Uma dona de casa é trancada no apartamento pelo marido, enquanto outra mulher enfrenta um ônibus cheio na volta do escritório. Já a operária acorda atrasada e tenta encontrar as chaves da porta de casa, numa luta contra o relógio e suas "obrigações" cotidianas. Ressignificadas pelo olhar, voz e corpo de Wilson, todas as cenas são capazes de nos fazer rir e se identificar com a força da peça de Fo e Rame, sempre ancorada na união da coloquialidade do texto e o desempenho dos artistas que decidem dar vida àquelas histórias.
 
A proximidade entre o ator e o público, utilizando a improvisação para manter um contato direto entre eles, é uma das características que não deixa Brincando em cima daquilo perder sua vitalidade. E essa é justamente uma das grandes características do trabalho de Wilson de Santos, que valoriza palavras, olhares e o timing em cena para estabelecer um diálogo íntimo – e sempre hilário – com quem se deixa contaminar pelo humor ácido com o qual constrói suas personagens. A autorização da peça – cujos textos foram encenados em cerca de 50 países e nunca antes haviam sido liberados para um ator – foi dada a Wilson por Jacopo Fo, filho do casal italiano e representante da obra, que se sentiu instigado com a novidade após analisar o currículo do ator. Nos últimos anos Wilson levou ao palco hilárias personagens femininas, como a freira Maria José, da comédia A Noviça Mais Rebelde, e a atriz Bette Davis, na peça Bette Davis e Eu. Essa nova versão de Brincando em cima daquilo, portanto, é uma oportunidade rara de viver através do teatro uma experiência emocionante e, sobretudo, divertidíssima.
 
 
 
FICHA TÉCNICA:
DIREÇÃO - MARCELO MÉDICI
TRADUÇÃO - MICHELE PICCOLI E ROBERTO VIGNATI
CENÁRIO E FIGURINOS - FÁBIO NAMATAME
MÚSICA ORIGINAL - RICARDO SEVERO
OPERAÇÃO DE SOM E LUZ - ANDRÉ CIAMBRONI
PRODUÇÃO - LEONARDO LEAL
 
 
 
Serviço: BRINCANDO EM CIMA DAQUILO
Teatro Morumbi Shopping (250 lugares)
Rua Roque Petroni Junior, 1089 - Informações: (11) 5183.2800  
Temporada: até 26 de Novembro 
Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 19h
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 14 anos 
Ingressos:
Sexta e domingo R$ 60 | Sábado R$ 70
Vendas: (11) 4003.1212 
Da infância humilde em Taubaté, no interior de São Paulo, ao posto de rainha da televisão brasileira, Hebe Camargo ganha um musical, baseado na biografa escrita por Artur Xexéo e com direção de Miguel Falabella, que conta sua escalada profissional e os amores que passaram por sua vida. Embalado pelas canções que marcaram sua carreira de cantora, o espetáculo atravessa oito décadas nas quais, muitas vezes, os caminhos de Hebe e da TV no Brasil se confundem.
 
Com: Adriano Tunes, Brenda Nadler, Carlos Leça, Carol Costa, Clarty Galvão, Daniel Caldini, Debora Reis, Dino Fernandez, Fefa Moreira, Fernando Marianno, Frederico Reuter, Giovana Zotti, Guilherme Magon, Keka Quarterone, Mari Saraiva, Maysa Mundim, Renata Bras, Renata Ricci, Renato Bellini, Renato Caetano e Rodrigo Garcia 
 
 
Com 21 atores em cena, orquestra composta por 09 músicos e mais de 30 técnicos envolvidos, a própria Hebe recebe o público que vai ao Teatro Procópio Ferreira e o convida a conhecer a sua história. A proposta é que o público acompanhe a grade de uma programação de TV típica dos anos 60. Nela, a garota-propaganda (Giovana Zotti) se atrapalha com os comerciais ao vivo e Leonor (Brenda Nadler), uma fã de Hebe Camargo, responde sobre a vida de seu ídolo ao peculiar apresentador de um programa de perguntas e respostas, Belo Garrido (Daniel Caldini). É através do conhecimento desta fã que a plateia acompanha o caminho da artista, que será interpretada por Carol Costa, na juventude, e Débora Reis, na vida adulta.
 
A relação de Hebe com os pais Fêgo Camargo (Carlos Leça) e Ester Camargo (Clarty Galvão), sua participação em programas de calouros e sua experiência de cantar no rádio formando conjuntos vocais com as primas Maria (Keka Quarterone) e Helena (Mari Saraiva), assim como com a irmã Stela (Fefa Moreira) também farão parte do enredo. As muitas amigas de Hebe são representadas por duas figuras bastante conhecidas do público: a também cantora Lolita Rodrigues (Renata Ricci), que Hebe conheceu ainda adolescente e de quem foi próxima a vida inteira, e Nair Bello (Renata Brás), com quem desfrutava noites de carteado e francas conversas regadas a gargalhadas. Ao lado de Lolita, vemos Hebe como cantora de boate num hotel do centro de São Paulo e sua participação na inauguração da primeira estação brasileira de TV.
 
A peça mostra o namoro de Hebe com o boxeador americano Joe Louis (Renato Caetano) e sua relação complicada, escondida do grande público, com o empresário Luís Ramos (Frederico Reuter). Paralelamente, acompanhamos o sucesso que ela alcança como apresentadora da TV Paulista, emissora onde chega a comandar seis programas semanais simultaneamente.
 
Seguem-se seu primeiro casamento, com o comerciante Décio Capuano (Guilherme Magon), o nascimento de seu único filho, Marcello (Adriano Tunes), e sua contratação pela TV Record, onde apresenta por oito anos o mais popular programa de entrevistas dos anos 60: uma atração que leva seu nome e que, por um bom tempo, foi campeã de audiência nas noites de domingo.
 
O musical registra também a separação de Décio, a rápida passagem pela TV Tupi, o trauma que a fez parar de cantar, os encontros hilários com Amâncio Mazzaroppi (Adriano Tunes) e Ronald Golias (Fernando Marianno), a carinhosa amizade com o cantor Agnaldo Rayol (Rodrigo Garcia/Frederico Reuter) e a união com o importador Lélio Ravagnani (Dino Fernandez), com quem viveu por 27 anos. Vemos Hebe tornar-se porta-voz da luta contra a corrupção em Brasília no programa que apresentou no SBT durante 24 anos e onde transformou em tradição o “selinho” que dava em seus convidados preferidos.
 
Com coreografias de Fernanda Chamma, direção musical de Daniel Rocha e e preparação vocal Guilherme Terra, que também será o maestro, Hebe – O musical traça a trajetória pessoal e profissional da mais carismática das apresentadoras de TV no Brasil e, por isso mesmo, a mais popular.
 
A Produção é assinada por Luiz Oscar Niemeyer, Julio Cesar Figueiredo Junior, Claudio Pessuti e Luis Henrique Ramalho.
 
 
 
De Artur Xexéo
 
Direção Miguel Falabella
 
Coreografia e assistente de Direção Fernanda Chamma
 
Direção Musical Daniel Rocha
 
Maestro e Preparação Vocal Guilherme Terra
 
Cenário e Direção de Arte Gringo Cardia
 
Figurinos Ligia Rocha e Marco Pacheco
 
Design de Luz Guillermo Herrero
 
Design de Som Tocko Michelazzo
  
 
 
Serviço HEBE O MUSICAL
Onde: Teatro Procópio Ferreira (624 lugares)
End: Rua Augusta, 2.823 – Jardins / SP
Informações: 3083-4475
Temporada 2017: até o dia 17 de Dezembro
Abertura da casa: 1 hora antes do início do espetáculo.
Quinta e Sexta às 21h | Sábado às 17h e 21h | Domingo às 18h
Duração: 140 minutos (com intervalo de 20 min)
Recomendação: 12 anos
Gênero: musical
 
Ingressos:
Quinta: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 130 (setor I) | R$ 160 (setor Premium)
Sexta e domingo: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 150 (setor I) | R$ 170 (setor Premium)
Sábado: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 170 (setor I) | R$ 190 (setor Premium)
 
Vendas de grupos: (11) 3064-7500
Vendas: www.ingressorapido.com.br e tel.: 4003-1212.
Bilheteria: de quinta a domingo da 14h00 até o inicio do espetáculo.
 

 
A Casa das Caldeiras acaba de anunciar a sua agenda com as próximas atrações e convida a população para participar de eventos muito interessantes e democráticos. 
 
 
A cada domingo, produtores de diferentes linguagens ocupam este que é um dos principais patrimônios históricos da cidade, para integrar a programação do TODODOMINGO MUSICAL EM SP ou como muitos conhecem TODODOMINGO, que tem como foco principal a produção cultural independente. 
 
Cerca de 6 mil pessoas chegam a passar em um dia de evento por este espaço emblemático da cidade, que abre suas gigantescas portas para receber com cuidado e afeto o público formado por todas as idades. 
 
 
 
No dia 05 de novembro, o TODODOMINGO recebe o evento Samba Rock Plural, produzido pelo Samba Rock Na Veia, com destaque para o show do cantor Walmir Borges. Haverá oficinas de Samba Rock, shows com grandes nomes da cena, pistas de dança sob o comando de vários DJs, apresentação de dança, intervenções, graffiti, empreendedorismo através dos estandes de produtos, comedoria e bar, exposições e muito mais.
 
Na sequência (dia 12 de novembro), a galera da For FUN PARTY apresenta um evento que traz um novo conceito dentro das festas culturais urbanas. Feita ‘por diversão’ como o próprio nome diz, apresenta um ambiente onde os DJ’s ficam a vontade para tocar estilos dentro do contexto da cultura Hip-Hop, passeando pelo Rap, Original Funk, Soul, Breakbeats, entre outros estilos.
 
Já no dia 19 de novembro, a Casa das Caldeiras será tomada pela música brasileira. É o dia da festa de brasilidades “Primavera, Te Amo” que contará com shows de convidados especiais a serem divulgados em breve, exposições, cinema, bazar e outras ações especiais.
 
Em 26 de novembro é a vez do grito de Carnaval da Festa Pilantragi. Uma festa carnavalesca pra ninguém botar defeito, com fantasias, exposição de fotos do carnaval de rua brasileiro, dança, circo, teatro, cinema ao ar livre, show e percussão com o Bloco Pilantragi, coreografias com o grupo “Maravilhosas Corpo de Baile” e outras atrações especiais. 
 
O mês de Dezembro começa com a Caleção Tropicaos. No dia 03 de dezembro, a famosa festa de cultura brasileira apresentará atrações especiais que serão divulgadas em breve, discotecagem Karaokê, Comidinhas, Exposição no Túnel das Chaminés e bazar com diversos expositores.
 
Em 10 de dezembro, acontece mais uma edição da For Fun Party com o melhor das festas culturais urbanas com muito breaking e hip-hop.
 
A programação do ano termina com chave de ouro com o Festival Mundo Pensante, que promete incendiar a Casa das Caldeiras com convidados de peso, intervenções artísticas e muito mais. 
 
 
TODODOMINGO MUSICAL EM SP 
Eventos dominicais da Casa das Caldeiras 
Domingos - de 16H00 às 22H00 - Entrada Gratuita 
Casa das Caldeiras
Av. Francisco Matarazzo, 2000 - Barra Funda - São Paulo - SP
Informações - (11) 3873-6696
 
 
 
O show desembarca em São Paulo no dia 1 de março no Tom Brasil para uma temporada de quatro semanas, num total de 16 apresentações, seguindo depois em viagem por algumas das principais capitais do país.
 
 
Ausente dos palcos desde 2012, Chico Buarque inicia em dezembro a turnê nacional de Caravanas, título homônimo do álbum lançado em agosto pela Biscoito Finoe apontado pela crítica especializada como um dos melhores da carreira do artista. 
 
 
Compositor, intérprete, dramaturgo e escritor, Chico Buarque é referência obrigatória em qualquer citação à cultura brasileira a partir dos anos 1960. Conforme bem observou o jornalista Fernando Barros e Silva em seu ensaio sobre o artista, “nenhum outro compositor ou escritor contemporâneo resume como Chico Buarque a trajetória do Brasil, de 1964 até hoje.
 
Sua obra não apenas registra e comenta nossa história, mas a revela sob ângulos insuspeitados, amarrando e comunicando a experiência coletiva às verdades mais íntimas de cada um de nós”. Uma obra que produziu e continua produzindo encantamento através de gerações.
 
 
 
 
SERVIÇO:
Quando: Teporada de 1 de março à 1 de abril de 2018 
Quinta e Sexta às 22h00, Sábado às 21h30, Domingo às 18h30
Onde: Tom Brasil - Rua Bragança Paulista, 1281 / SP
 
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos - Menores de 14 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
 
INGRESSOS: De R$200,00 à R$490,00 
VENDAS: 
BILHETERIA TOM BRASIL - Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio – São Paulo (SP) Atendimento de segunda a sábado das 10h às 20h; domingo e feriado das 10h às 18h.
Quem analisa a cerveja Belga Trippel com sua cor dourada profunda nem imagina que não é apenas sua pigmentação que é iluminada, mas a sensação de bebê-la também.
 
 
Elaborada na Bélgica, é considerada uma das cervejas de sabor mais incomparável que existe, e faz parte da trilogia belga, composta também pela Enkel, Dubbel e recentemente, a Quadrupel.  
 
 
Em 1934, a cervejaria trapista de Westmalle produziu a "super cerveja", semelhante a que monges produziam desde 1931. Após modificações, a cerveja Trippel nasceu em 1956.
 
Mesmo assim, a Trippel moderna é a mais nova da trilogia e está entre as cervejas belgas mais fabricadas no mundo. Além disso, o sabor incomparável e diferenciado de cada uma das cervejas dessa trilogia faz com que haja um mistério em sua composição e na maneira de produção, nas quais os monges eram especialistas.
 
A classificação também é um mistério. Porém, uma das teorias é de que os monges as classificaram quanto a seu teor alcoólico. A Enkel, a mais básica; Dubbel, média; e a Trippel, forte. Já, o termo Quadruppel foi criado recentemente para designar cervejas de alto teor alcoólico.
 
Entretanto, uma outra alternativa "paira no ar" e nada tem a ver com o volume alcoólico, mas sim com a sequência que as cervejas foram criadas. A cerveja Dubbel sendo o segundo estilo a ser feito no mosteiro, a Trippel como terceira e a Quadruppel como a quarta cerveja.
 
Outra especulação é em relação a quantidade de malte utilizado na composição dessas cervejas. O que não se pode discutir é que a Trippel veio de um país considerado o paraíso cervejeiro e seria difícil seu sabor não ser especial e apreciado.
 
 
Fonte: VALBIER
 
 

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