Sábado, 16 Dezembro 2017 | Login
De 6 a 17 de dezembro, o complexo oferece 12 espetáculos de música, teatro e dança gratuitos. Dentre os destaques estão shows de Yamandu Costa, Ópera Portátil, Voz Ativa Madrigal e apresentações das Companhias Ser em Cena, Druw, Raça Cia de Dança
 
 
Além de toda a rotina de exposições, oficinas e workshops em cartaz no Centro Cultural Fiesp no período de férias, o complexo prepara uma intensa programação com temática natalina para receber o público no último mês do ano.
Confira abaixo as doze atrações gratuitas que entram em cartaz a partir do dia 6. Maior plataforma de arte digital a céu aberto da América Latina, a Galeria de Arte Digital, localizada na fachada do prédio, também exibirá uma animação especial de Natal, partir de 11 de dezembro, das 20h às 6h.
 
 
TEATRO / DANÇA
 
Hotel dos Monstros – 6 de dezembro (quarta), 17h
Inspirado no filme infantil Hotel Transilvânia (2012), o enredo do musical produzido pelos alunos do SESI Indaiatuba conta a história de um resort cinco estrelas feito exclusivamente para os monstros de todos os tipos. A trama gira em torno dos preparativos para o aniversário da filha do dono do resort, o conde Drácula, e a chegada de um humano que se apaixona por ela.
 
Musical | Infantojuvenil | 60 min. | Produção: CAT Antonio Ermírio de Moraes – Indaiatuba | Diretor de Centro de Atividades: André Luís Martins da Silva | Coordenador de Qualidade de Vida: Alexandre Demarchi Bellan | Orientadores: Alessandro P. Neves e Sheila M. P. Moraes | Direção Artística e Cênica: Kátia Müller e Karyn Nascimento | Equipe de Apoio: Professores CQV 20 | Confecção de fi gurinos: Zenaide Baroni e Rose Jaquetti | Cenografi a e adereços: Marcelo Rosa, Toni e alunos | Gravação: DJ Carlinhos – CR Som.
 
SESI Itu em... Que Monstro Te Mordeu? – 6 de dezembro (quarta), 14h
Baseada na série de TV infantil Que Monstro Te Mordeu? (TV Cultura), a adaptação discute temas como trabalho infantil, primeiro amor e adolescência. Ao longo da trama, os personagens já conhecidos das crianças, Lali e Dr. Z, vividos pelos alunos do SESI Itu, conduzem uma crítica ao ideal de beleza e exaltam a importância da autenticidade no desenvolvimento das crianças. Tudo isso com direito a muita música e dança.
 
Dança/Jazz | Infantojuvenil | 60 min. | Produção: CAT Itu - Carlos Eduardo Moreira Ferreira | Diretor de Centro de Atividades: Alexandra Salomão Miamoto | Coordenador de Qualidade de Vida: Eloy Rizzatti | Orientadora: Keila de Campos | Direção Artística e Cênica: Luisa Andreazza | Equipe de Apoio: Professores CQV 23 | Confecção de figurinos: Maria Aparecida Giacomello Barea | Cenografia e adereços: Valdy Lopes | Gravação: Luisa Andreazza.
 
Encantos – 8 de dezembro (sexta), 20h
No início aprendendo por meio do toque, depois incluindo a graciosidade, as 18 bailarinas e bailarinos da Associação Ballet de Cegos Fernanda Bianchini são reconhecidas mundialmente por encantar as plateias dos países por onde já passaram, como Londres, Argentina, Alemanha, Estados Unidos e Polônia. O transbordar de imaginação é o elemento principal da desta apresentação
 
Adulto | 60 min. | Direção Geral: Fernanda Bianchinni Saad | Direção Artística: Cesar Albuquerque | Bailarinos: Anna Davis, Aldenice Moreira, Aldenir Moreira, Anderson Lara, Bruno Antunes, Carlos Eduardo, Cintia Sousa, Everton Caetano, Fabiana Croccia, Geyza Pereira, Giseles Dantas, Gisele Camillo, Guilherme Pivetti, Jessica Lacerda, Mariane Miura, Marina Alonso, Veronica Batista, Vinicius Longuinho / Produção: Elaine de Lutiis, Francisca Moreira, Eliana Ardito.
 
Do Outro Lado do Oceano – 10 de dezembro (domingo), 19h
Com direção de Elisa Band, a nova peça do grupo Ser em Cena é uma metáfora para a condição dos atores. Em cena, 65 portadores de afasia, um distúrbio de comunicação, que despertam reflexões sobre a necessidade de criar novas linguagens, quando as palavras se mostram insuficientes. Na história, personagens de diferentes tempos se cruzam e se misturam, em meio a descobertas de constelações, criaturas marinhas raras, cartas náuticas, histórias de amor, um pássaro na escotilha e uma passagem pelo Trópico de Capricórnio.
 
Comédia poética-dramática | Adulto | 80 min. | Direção: Elisa Band | Co-Direção: Nichloas Wahba | Dramaturgia: Elisa Band e Nicholas Wahba | Iluminação: Celso Carramenha | Confecção de objetos de cena: Fabio Souza | Trilha Sonora: Elisa Band, Nicholas Wahba e Peri Pane | Participação especial: Luiz Bueno | Projeção e legendas: Gabriel Godoy | Produção executiva: Claudia Niemeyer e Cássia Navarro | Produção: Evelyn Eduardo | Consultoria de figurinos: Marina Reis | Fonoaudiologia: Fernanda Papaterra , Guilherme Zaramella e Ruth Bicudo | Psicologia: Liliana Wahba e Fátima Monteiro | Assistentes de palco: Bruno Niermeyer, Cayo Eduardo Barreto, Dandara Lima, Evelyn Eduardo | Comunicação: Michele Aied | Elenco: Cia Ser em Cena.
 
À Flor da Pele e Novos Ventos – 14 de dezembro (quinta), 20h
Referência no jazz e na dança contemporânea, o grupo paulistano Raça Cia de Dança traz ao palco do Teatro do Sesi-SP dois espetáculos dicotômicos de seu premiado repertório. O primeiro, À Flor da Pele (2016), tem coreografia do diretor artístico da companhia, Jhean Allex, e fala sobre as relações desgastadas dos indivíduos que estão sempre à flor da pele. Já a segunda dança, Novos Ventos (1999), é assinada por Roseli Rodrigues, fundadora da companhia, e tem um clima outonal, em que s bailarinos desenham suas performances em meio a nostalgia, ao romantismo, às folhas caídas, ao vento e à chuva.
 
Drama | 80 min. | Diretor Geral: Renan Rodrigues | Diretora Executiva: Cristina Morales | Diretor Artístico e coreógrafo: Jhean Allex | Diretor Técnico: Marcel Rodrigues | Produtor: Hamilton Feltrin | Assistente De Produção: Hygor Furquim | Elenco: Alessandra Helena, Alex Siqueira, Angélica Bueno, Gentil Neto, Isadora Miragaia, Jaqueline Vieira, João Vitor Palma, Juliana Olguim, Luiz Henrique Prestes, Maria Cristina Braga, Matheus de Oliveira, Natália Rodrigues, Nicole Molina, Rodrigo Cucorocio, Valfred Pereira Souza.
 
Vila Tarsila – 16 de dezembro (sábado), 17h
Inspirada nas obras e na infância da artista Tarsila do Amaral, o espetáculo infantojuvenil da Cia Druw transporta a plateia ao mundo antropofágico da artista. Valorizando o aspecto lúdico, a coreografia se mescla com os elementos visuais extraídos de telas como A Cuca, Operários, Sol Poente, A Lua, Manacá, O Sapo, O Touro e São Paulo. Ambientada na década de 1920, o espetáculo reflete a visão de Tarsila como uma criança viajante e o quanto suas obras transitavam dentro de suas experiências.
 
Infantojuvenil | 50 min. | Direção geral e artística: Miriam Druwe | Concepção: Cristiane Paoli Quito, Miriam Druwe | Cenário e fi gurino: Marco Lima | Desenho de luz – Marisa Bentivegna | Trilha sonora: Natália Mallo | Adaptação e operação de luz: Marcel Gilber | Elenco: Adriana Guidotte, Anderson Gouveia, Elizandro Carneiro, Létícia Rossi, Manuela Fadul, Orlando Dantas, Miriam Druwe.
 
MÚSICA
 
Voz Ativa Madrigal – 7 de dezembro (quinta), 20h
O concerto Cantos do Mundo, do coral Voz Ativa Madrigal, explora o universo das músicas sacras, natalinas e do gênero Negro Spiritual – música que surgiu com os escravos norteamericanos, fruto da mistura entre as canções de trabalho e as batidas típicas africanas). Composições nacionais, como Cantodos Sinos, e internacionais, como Down by the Riverside, ganham destaque sob a batuta da maestrina Regiane Martinez.
 
Além da época natalina, o conjunto celebra a Virada Inclusiva, que é realizada em dezembro, dando visibilidade ao trabalho do cantor cego que integrará a formação do grupo no concerto.
 
Erudito | 60 min. | Voz: Denize Meire, Tamara Caetano, Rita Tomé, Regina Rocha, Aldilei Clemente, Gustavo Carvalho, Fernando Ribeiro e Fabio Carvalho | Piano: Delphim Rezende Porto | Regência: Regiane Martinez.
 
Ópera Portátil – 9 de dezembro (sábado), 20h
O espetáculo Natal do Ópera Portátil traz a performance musical das óperas para dentro das peças tradicionais.Com uma interpretação que aposta na comicidade, o conjunto formado em 2005 faz releituras de canções natalinas que caíram no gosto popular, como Noite de Paz e Tocam osSinos.
 
Erudito | 60 min. | Soprano: Edna De Oliveira | Mezzo-soprano: Eleni Arruda | Tenor: Alexandre Bialecki | Baixo: Paulo Menegon | Direção musical e piano: Wesley Lacerda | Direção de cena: Pablo Moreira.
 
Yamandu Costa– 13 de dezembro (quarta), 20h
Considerado referência mundial no violão de sete cordas, o instrumentista e compositor Yamandu Costa apresenta composições autorais já conhecidas do público, como El Negro Del Blanco (2004) e Choro Loco (2008). Sucesso internacional, Yamandu já dividiu o palco com orquestras renomadas, como a Orquestra Filarmônica de Calgary e com consagrados regentes, entre eles Kristjan Jarvi e Roberto Minkzuc.
 
Erudito | 60 min. | Direção e roteiro: Yamandu Costa.
 
Eder Giaretta e Josani Pimenta – 15 de dezembro (sexta), 20h
No concerto Natal de Todos Nós, o pianista Eder Giaretta e a mezzosoprano Josani Pimenta apresentam um repertório de músicas natalinas, eruditas e tradicionais, que convidam o público a viajar por diferentes tempos, mundos e línguas. Entre os destaques do repertório estão The First Noel, Cantiga de Nossa Senhora e Cancioncilla de Navidad.
 
Erudito | 60 min. | Voz: Josani Pimenta | Piano: Eder Giaretta | Flauta: Anselmo Pereira | Primeiro Violino: Eduardo Augusto | Segundo violino: Fernando Henrique Andrade | Viola: Janaina Almeida | Violoncelo: Tiago Almeida.
 
Núcleo de Música do SESI-SP – 17 de dezembro (domingo), 12h (Indaiatuba) e 14h30 (Bauru)
Em duas apresentações, os alunos do curso de iniciação instrumental do Núcleo de Música das cidades de Indaiatuba e Bauru trazem um repertório natalino para celebrar o fim de um ano de aprendizado musical. Com uma composição coletiva, no formato de uma camerata de cordas (viola, violino, violoncelo e contrabaixo), o grupo de 40 alunos, de 7 a 90 anos, ganham a chance de fazer sua primeira grande apresentação longe de casa.
 
Erudito | 60 min.
 
Coral USP – 17 de dezembro (domingo), 20h
Figura carimbada da cena vocal paulistana, o Coral USP apresenta arranjos natalinos sob a regência da maestrina Marcia Hentschel. Composições como Jingle Bell Rock e O Pinheirinho de Natal não ficarão de fora do repertório. Fundado em 1967, o grupo já se apresentou nas principais salas de concerto do Estado, como a Sala São Paulo, o Auditório do MASP e o Theatro São Pedro.
 
Erudito | 60 min. | Sopranos: Ana Maria Figueiredo, Raquel Neves, Cecilia Busato | Contraltos: Josefi na Capitani, Marcia Hentschel (Regente e Diretora Artística do CORAL USP) | Tenores: Munir Sabag, Ânderson Vieira, Marcelo Recski | Baixos: Claudio Rodrigues, Espártaco De Paola.
 
 
 
Serviço: Série de Natal SESI-SP 2017
Local: Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Capacidade: 456 lugares
Entrada gratuita para toda programação em cartaz.
Agendamentos de grupos e escolares: 3146-7439
Informações e reservas antecipadas de ingressos: www.centroculturalfiesp.com.br
 
Na versão 2017 do clássico Natal Mágico, o Papai Noel encontra super-heróis e personagens das histórias de Alice no País das Maravilhas e Rainha das Neves.
 
 
No papel principal está Bia Jordão,
que interpretou a personagem Júlia,
na novela Cúmplices de um Resgate. 
 
 
Trazendo toda a emoção da época mais encantadora do ano,
Natal Mágico volta a São Paulo de 7 a 15 de dezembro,
no Teatro Bradesco.
 
 
A megaprodução está repleta de novidades e super-heróis que se juntam ao elenco para viver aventuras emocionantes. Além disso, o Papai Noel encontrará gnomos e personagens das histórias de Alice no País das Maravilhas e Rainha das Neves. Um número com acrobatas e atletas na cama elástica também promete agradar ao público.
 
Para a família, o diretor concebeu, ainda, uma cena com trilha sonora da canção “Happy Xmas”, de John Lennon, interpretada por um pianista e bailarinos clássicos dançando “Pas de Deux”. O quadro em homenagem à cena de Cantando na Chuva, encenado em 2016, permanece como um dos destaques do musical e lança mão de tecnologia sofisticada capaz de criar chuva de verdade e drenar a água do palco em seguida.
 
Com truques realizados por equipamento de última geração, o diretor Billy Bond traz para o Brasil o conceito dos tradicionais espetáculos de Natal realizados em Nova York e Londres. Importante encenador de musicais em atividade no país, o diretor italiano é também responsável por produções como O Mágico de Oz, Peter Pan, Branca de Neve, After de Luge, Rent, Les Miserables e O Beijo da Mulher Aranha, além de Cinderela, Branca de Neve, e Bela Adormecida entre outros Family shows, que levaram milhares de pessoas ao teatro nos últimos anos.
 
 
ENREDO
Ao som da Ave Maria, de Bach/Gounod (uma das composições mais famosas e gravadas em latim da Ave Maria), um anjo sobrevoa o presépio para anunciar a nascimento do Menino Jesus. Outros seis anjos cantam ao vivo, enquanto floquinhos de neve caem do céu. Em clima mágico, a luz desenha no ar os personagens e ajuda a encantar o espectador.
 
Sobre uma base musical gravada, os cantos acontecem ao vivo. O espetáculo narra a saída do Papai Noel da Lapônia, em um trenó, para ir ao encontro de uma família no Brasil: a de Maria e João. A personagem de Maria será interpretada pela atriz Bia Jordão (que integrou o elenco da novela Cúmplices de um Resgate/ SBT) e estreou no espetáculo no ano passado.
 
O bom velhinho ainda irá realizar os desejos de todos, os de Maria é conhecer as princesas de suas fábulas favoritas e, os de João, conhecer os super-heróis. A partir daí uma série de quadros musicais leva os pequenos ao mundo encantado de Alice, dos super-heróis, da Rainha das Neves, além da misteriosa Fábrica de Brinquedos do Papai Noel e da clássica dança dos Papais Noéis espelhados em um encantador presépio ao vivo.
 
EFEITOS ESPECIAIS
A montagem, com figurinos, cenários, máquinas e equipamentos multimídia, lota quatro carretas de 40 pés. Além disso, um painel de LED de altíssima definição, utilizado em grandes centros culturais de Nova York e Londres, é um dos recursos para compor o pano de fundo dessa época mágica e resgatar a esperança do Natal, junto com os principais personagens das histórias infantis.
 
O espetáculo também tem projeções em 3D, uso de técnicas de ilusionismo e levitação, e movimentos de cenário controlados por computadores e uma iluminação diferenciada. Além de projeções, efeitos especiais, cheiros, neve e uso de técnicas de ilusionismo e levitação, há movimentos de cenário controlados por computadores. Dois projetores de última geração mapeiam e recortam desenhos e figuras no ar, criando um efeito mágico.
 
“Nosso objetivo é dar um upgrade ao espetáculo teatral, mesclar cinema, teatro e show. Acho que o teatro merece essa renovação tecnológica. E é mais uma maneira de interagir com o público, principalmente com as crianças”, completa o diretor Billy Bond.
 
 
 
SÃO PAULO
7, 8, 9, 10, 14 e 15 de dezembro
Quinta e sexta, 16h e 20h - Sábados, 11h30 e 15h - Domingo, 11h30, 15h e 19h
Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo)
www.teatrobradesco.com.br
Classificação: Livre - Duração: 100min
Capacidade: 1457 pessoas - Acesso para deficientes
 ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo. 
 
INGRESSOS:
 Valor: De R$50,00 a R$150,00 (Inteira)
*Combo Família R$ 200,00: 4 ingressos na Plateia O a W - Limitado a 50 combos por sessão. Vendas somente na bilheteria.
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS: Site: www.teatrobradesco.com.br
* Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo.
 
 
Um dos artistas mais conhecidos do Brasil desde os anos 80 se reinventou criando um stand up comedy de maior sucesso do Brasil, lotando imensos teatros faz única apresentação em Santo André. 
 
 
Neste show, Mallandro conta historias de sua carreira e de sua vida de um jeito hilário. Nas histórias cita seu padrasto general, Xuxa, Marlene Mattos, Wagner Monte, Maradona, Jorge Benjor, Silvio Santos. 
 
 
Também conta como é viver e morar junto com sua ex-mulher Mary Mallandro. Sérgio promete que sou show não é só "glu glu, yeah yeah" e que tem historias hilárias e uma boa participação do público e, ainda, que no final abre a Porta dos Desesperados.
 
 
 
Serviço: SERGIO MALANDRO Stand Up Comedy
Quando: 21 de Dezembro | Quinta às 21h30
Onde: HILLARIUS COMEDY BAR - Av. Dom Pedro II, 1051 - Bairro Jardim - Sando André - SP
Classificação: 18 anos.
 
PONTO DE VENDAS (com taxa de serviço)
 
BILHETERIA EXPRESS 
Tel.: (11) 2771-0016 - Segunda à Sexta: 10h00 às 17h00
 
DREAM CAR
Estr. das Lágrimas, 658 - Jardim Sao Caetano
São Caetano do Sul - SP
Segunda à Sexta-feira 08:30–17:00
Sábado 08:30–12:00
 
Da infância humilde em Taubaté, no interior de São Paulo, ao posto de rainha da televisão brasileira, Hebe Camargo ganha um musical, baseado na biografa escrita por Artur Xexéo e com direção de Miguel Falabella, que conta sua escalada profissional e os amores que passaram por sua vida. Embalado pelas canções que marcaram sua carreira de cantora, o espetáculo atravessa oito décadas nas quais, muitas vezes, os caminhos de Hebe e da TV no Brasil se confundem.
 
Com: Adriano Tunes, Brenda Nadler, Carlos Leça, Carol Costa, Clarty Galvão, Daniel Caldini, Debora Reis, Dino Fernandez, Fefa Moreira, Fernando Marianno, Frederico Reuter, Giovana Zotti, Guilherme Magon, Keka Quarterone, Mari Saraiva, Maysa Mundim, Renata Bras, Renata Ricci, Renato Bellini, Renato Caetano e Rodrigo Garcia 
 
 
Com 21 atores em cena, orquestra composta por 09 músicos e mais de 30 técnicos envolvidos, a própria Hebe recebe o público que vai ao Teatro Procópio Ferreira e o convida a conhecer a sua história. A proposta é que o público acompanhe a grade de uma programação de TV típica dos anos 60. Nela, a garota-propaganda (Giovana Zotti) se atrapalha com os comerciais ao vivo e Leonor (Brenda Nadler), uma fã de Hebe Camargo, responde sobre a vida de seu ídolo ao peculiar apresentador de um programa de perguntas e respostas, Belo Garrido (Daniel Caldini). É através do conhecimento desta fã que a plateia acompanha o caminho da artista, que será interpretada por Carol Costa, na juventude, e Débora Reis, na vida adulta.
 
A relação de Hebe com os pais Fêgo Camargo (Carlos Leça) e Ester Camargo (Clarty Galvão), sua participação em programas de calouros e sua experiência de cantar no rádio formando conjuntos vocais com as primas Maria (Keka Quarterone) e Helena (Mari Saraiva), assim como com a irmã Stela (Fefa Moreira) também farão parte do enredo. As muitas amigas de Hebe são representadas por duas figuras bastante conhecidas do público: a também cantora Lolita Rodrigues (Renata Ricci), que Hebe conheceu ainda adolescente e de quem foi próxima a vida inteira, e Nair Bello (Renata Brás), com quem desfrutava noites de carteado e francas conversas regadas a gargalhadas. Ao lado de Lolita, vemos Hebe como cantora de boate num hotel do centro de São Paulo e sua participação na inauguração da primeira estação brasileira de TV.
 
A peça mostra o namoro de Hebe com o boxeador americano Joe Louis (Renato Caetano) e sua relação complicada, escondida do grande público, com o empresário Luís Ramos (Frederico Reuter). Paralelamente, acompanhamos o sucesso que ela alcança como apresentadora da TV Paulista, emissora onde chega a comandar seis programas semanais simultaneamente.
 
Seguem-se seu primeiro casamento, com o comerciante Décio Capuano (Guilherme Magon), o nascimento de seu único filho, Marcello (Adriano Tunes), e sua contratação pela TV Record, onde apresenta por oito anos o mais popular programa de entrevistas dos anos 60: uma atração que leva seu nome e que, por um bom tempo, foi campeã de audiência nas noites de domingo.
 
O musical registra também a separação de Décio, a rápida passagem pela TV Tupi, o trauma que a fez parar de cantar, os encontros hilários com Amâncio Mazzaroppi (Adriano Tunes) e Ronald Golias (Fernando Marianno), a carinhosa amizade com o cantor Agnaldo Rayol (Rodrigo Garcia/Frederico Reuter) e a união com o importador Lélio Ravagnani (Dino Fernandez), com quem viveu por 27 anos. Vemos Hebe tornar-se porta-voz da luta contra a corrupção em Brasília no programa que apresentou no SBT durante 24 anos e onde transformou em tradição o “selinho” que dava em seus convidados preferidos.
 
Com coreografias de Fernanda Chamma, direção musical de Daniel Rocha e e preparação vocal Guilherme Terra, que também será o maestro, Hebe – O musical traça a trajetória pessoal e profissional da mais carismática das apresentadoras de TV no Brasil e, por isso mesmo, a mais popular.
 
A Produção é assinada por Luiz Oscar Niemeyer, Julio Cesar Figueiredo Junior, Claudio Pessuti e Luis Henrique Ramalho.
 
 
 
De Artur Xexéo
 
Direção Miguel Falabella
 
Coreografia e assistente de Direção Fernanda Chamma
 
Direção Musical Daniel Rocha
 
Maestro e Preparação Vocal Guilherme Terra
 
Cenário e Direção de Arte Gringo Cardia
 
Figurinos Ligia Rocha e Marco Pacheco
 
Design de Luz Guillermo Herrero
 
Design de Som Tocko Michelazzo
  
 
 
Serviço HEBE O MUSICAL
Onde: Teatro Procópio Ferreira (624 lugares)
End: Rua Augusta, 2.823 – Jardins / SP
Informações: 3083-4475
Temporada 2017: até o dia 17 de Dezembro
Abertura da casa: 1 hora antes do início do espetáculo.
Quinta e Sexta às 21h | Sábado às 17h e 21h | Domingo às 18h
Duração: 140 minutos (com intervalo de 20 min)
Recomendação: 12 anos
Gênero: musical
 
Ingressos:
Quinta: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 130 (setor I) | R$ 160 (setor Premium)
Sexta e domingo: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 150 (setor I) | R$ 170 (setor Premium)
Sábado: R$ 50 (Ingressos Populares) | R$ 170 (setor I) | R$ 190 (setor Premium)
 
Vendas de grupos: (11) 3064-7500
Vendas: www.ingressorapido.com.br e tel.: 4003-1212.
Bilheteria: de quinta a domingo da 14h00 até o inicio do espetáculo.
 

 
A APCA – Associação Paulista de Críticos de Artes anunciou nesta semana (12/17) os vencedores do Prêmio APCA 2017, em várias categorias.
 
A Companhia de Danças de Diadema foi vencedora na categoria Coreografia/Criação com o espetáculo Eu por detrás de MIM, coreografado e dirigido por Ana Bottosso, que estreou em janeiro deste ano.
 
 
EU por detrás de MIM no Sesc Santo Amaro, foi inspirado em obras do artista visual dinamarquês Olafur Eliasson e no conto O Espelho, de Guimarães Rosa. Transitando pelos meandros dos reflexos e das reflexões, Ana Bottosso imaginou um universo existente por trás dos espelhos, um mundo além  deste que conhecemos, para conceber a coreografia. Seria este mundo mais - ou menos - real? Esta e outras questões foram surgindo durante o processo de criação, iniciado em 2014, norteando as pesquisas cênicas da obra, construída em conjunto com o elenco da Companhia de Danças de Diadema.
 
Desde o primeiro contato com Olafur Eliasson na exposição Seu Corpo da Obra, na Pinacoteca de São Paulo, em 2012, Ana Bottosso se sentiu motivada a criar algo que tratasse dos espelhos e seus reflexos. Na exposição, espelhos eram posicionados em locais inusitados que se revelavam de forma inesperada, aguçando a sensibilidade da coreógrafa e levando-a, então, a iniciar uma pesquisa sobre o assunto.  Posteriormente a esse primeiro momento criativo, o espetáculo recebeu influências também da obra literária O Espelho, conto de Guimarães Rosa, no qual apresenta uma inquieta personagem e a descoberta de sua essência. O trabalho propõe o diálogo entre a aguda percepção de Machado acerca da formação do sujeito brasileiro e a poética descoberta que Rosa nos oferece com sua inquieta personagem. 
 
 
Ficha técnica - Direção geral e concepção coreográfica: Ana Bottosso. Assistente de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistente de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Fábio Cardia. Desenho de luz: Silviane Ticher. Sonoplastia: Renato Alves. Concepção figurino: Ana Bottosso. Confecção figurino: Cleide Aniwa. Professores de dança clássica: Eduardo Bonnis e Márcio Rongetti. Condicionamento físico: Carolini Piovani. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assistente de produção: Daniela Garcia e Renato Alves. Elenco: Allan Marcelino, Carolini Piovani, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Elton de Souza, Fernando Gomes, Keila Akemi, Leonardo Carvajal, Thaís Lima, Ton Carbones e Zezinho Alves.
 

 

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Publicações que são deixadas nas Estações de Coleta do Semasa voltam gratuitamente para mão de leitores
 
 
Livros deixados nas Estações de Coleta do Semasa têm, agora, um novo destino, que os devolve para mãos de leitores. Em vez de seguirem para as cooperativas como resíduo reciclável, as publicações descartadas pela população passaram a fazer parte do projeto Livro Vivo, uma ação do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) e da Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura de Santo André que estimula o cidadão à prática da leitura, e isso sem pagar nada.
 
O projeto Livro Vivo foi lançado no Parque Celso Daniel e será levado a mais de 40 pontos de acesso da população, entre eles todos os parques da cidade, portarias e postos de atendimento do Semasa. Nos parques, os livros ficarão expostos em geladeiras também descartadas nas Estações de Coleta, transformadas em estantes e grafitadas. Nos demais pontos, os livros ficarão à disposição em caixotes.
 
 
"Quando o morador deixa o livro na Estação de Coleta é porque o considera um resíduo. Este projeto devolve o livro para o seu lugar de essência, que é a cultura", explicou o diretor de Resíduos Sólidos do Semasa, José Elídio Rosa Moreira.
 
 
Além de ofertar leitura gratuita, o projeto integra Santo André no movimento mundial conhecido bookcrossing, que incentiva a troca voluntária de livros – o morador também pode depositar nas "estantes" publicações que deseja doar, evitando o descarte e permitindo a leitura por mais pessoas.
 
 
Para participar basta retirar ou entregar os livros nos pontos de troca. Não é necessário cadastro e nem mesmo identificação. A reposição de livros nestes pontos será efetuada pela Casa da Joanna, entidade parceira da ação que desenvolve o projeto Livre-se há 3 anos, tendo mais de 4.500 livros cadastrados e 45 pontos fixos de troca.
 
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Billy Bond reinventa mais um clássico e diverte toda a família. Espetáculo baseado no livro de Jeanne-Marie Leprince será a grande sensação da temporada de férias
 
 
Após encantar quase um milhão de espectadores em cidades do Brasil, Argentina, Chile e Peru, A Bela e a Fera, musical produzido pela Black and Red e dirigido por Billy Bond, entra em cartaz no Teatro Bradesco a partir de 6 de janeiro, sábado, às 15 horas. O aclamado diretor italiano é responsável pela encenação de Mágico de Oz, Natal Mágico, Peter Pan, Cinderella, Os Miseráveis, entre outros.
 
A peça conta a história de Bela, uma jovem inteligente que vive em uma pequena aldeia, mas é considerada estranha pelos moradores locais. Seu pai, Marcel, um ex-comerciante que perdeu toda sua fortuna, resolver virar em um inventor considerado louco por todos da cidade. Bela é cortejada por Gastón, desastrado galã que pretende se casar com ela. Mesmo sendo considerado bonito por todas as jovens do lugarejo, a jovem não o suporta, pois vê nele uma pessoa primitiva e horrorosa. Quando seu pai é ameaçado covardemente de perder sua casa para Gastón, ela foge para impedi-lo de alcançar seu propósito.
 
 
Em 2018, o público vai conferir um espetáculo totalmente repaginado. A produção utiliza efeitos especiais e de iluminação, recursos de gelo seco, equipamentos que fazem a plateia ter a sensação de fazer parte do espetáculo. Entre os truques, os destaques são a levitação e o voo de um fantasma, num recurso ilusionista. O 4D, efeito inovador no palco, aproxima ainda mais os espectadores do universo mágico de A Bela e A Fera. “O público sente o cheiro das rosas, da chuva, sente o vento, a neve e muitas outras sensações que fazem parte da história”, relata o diretor Billy Bond.
 
O diretor estimula os jovens e crianças a refletir, assim como Madame Jeanne (autora do conto), que se preocupava com a essência do ser humano e queria que os jovens aprendessem a ouvir seus corações. “Não é fácil fazer espetáculos para a família, pois temos que agradar a todos. As mais difíceis de agradar são as crianças, que são perceptivas e diretas. A história tem que ser contada com muita agilidade e surpreender a cada momento. A música e a dança devem acontecer em sincronia total e os figurinos devem ser impecáveis. Tudo isso somado a uma boa adaptação são os requisitos básicos para uma superprodução musical”, completa Billy, sempre rigoroso em seus trabalhos.
 
Com cerca de 200 profissionais envolvidos na produção do espetáculo - entre eles 14 atores, que interpretam 40 personagens, e 16 pessoas no corpo de baile – mais de 180 figurinos e quatro cenários principais, Billy revela que a partir dos anos 2000, sedimentou seu formato de encenar espetáculos musicais com total liberdade de criação. Em A Bela e A Fera quase 80 profissionais trabalham durante a sessão – do maquiador à produtora, passando por técnicos, atores e bilheteiros.
 
 
Ficha Técnica
Direção geral e adaptação de texto: Billy Bond. Direção de dramaturgia: Marcio Yacoff. Arranjos e direção musical: Vila/Bond. Coreografia: Italo Rodrigues. Cenográfica: Paul Veskasky Cyrus Oficinas. Direção técnica: Angelo Meirelles. Direção geral de produção: Andrea Oliveira. Realização: Black & Red Produções
 
SERVIÇO: A Bela e a Fera
QUANDO: 6 e 7 de janeiro 2018 - Sábado e domingo, às 15h
ONDE: Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo)
www.teatrobradesco.com.br
 
INGRESSOS
De R$50,00 a R$150,00 (inteira)
Combo Família: 4 ingressos na Plateia O a W por R$180,00. Limitado a 50 combos por sessão.
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou no site Ingresso Rápido 
 
 
 
 

“I Love Anos 80” - Jogos, vídeo games e brinquedos fazem parte do acervo
 
 
 
Quem nasceu e cresceu na década de 80 vai viajar no tempo numa exposição que segue até o final de janeiro no Iguatemi Esplanada. “I Love Anos 80” traz itens que vão cair no gosto de quem viveu a infância nos anos 1980, trazendo brinquedos, vídeo games e outros itens que marcaram uma das décadas com maior transformação na cultura pop.
 
 
São mais de 600 itens em exposição entre brinquedos, jogos, vídeo games, eletrônicos, discos, impressos e outros. Clássicos como Atari, Odyssey, Playmobil, Comandos em Ação e Aquaplay conferidos de perto na exposição. Mas, ao contrário da maioria das mostras, nesta o público poderá interagir com os itens em exposição e jogar a vontade jogos clássicos como Fliperama, Master System e até mesmo o Telejogo, além de se divertir com o Pula-Pirata, Cai-Não-Cai, Jogo da Operação, Twister, Pula Pinote e muito mais.
 
 
 
Como nasceu o acervo
 
A mostra surgiu da reunião de amigos que dividiam a mesma paixão pela cultura pop anos 80 e 90. Eles reuniram filmes, quadrinhos, brinquedos, séries, vídeo games, músicas e outros conteúdos relacionados com a época. A vontade de compartilhar esse pedaço da história fez nascer o Clube Máquina Pop, um espaço que reúne a coleção de itens adquiridos ao longo dos anos.
 
O Clube Máquina Pop tem a proposta de resgatar a memória pop dos anos 80/90 através da manutenção e ampliação de um acervo físico de materiais relacionados e a produção de conteúdo cultural como registro histórico de momentos importantes da época.
 
De acordo com os curadores da mostra, o público é variado e vai desde pessoas acima de 35 anos, que viveram sua infância nas décadas de 1980 e 1990, a crianças que se divertem e se encantam com a exposição, que traz brinquedos que não tinham todo o apelo digital dos brinquedos atuais.
 
 
 
 
Serviço: Exposição “I Love Anos 80”
Data: de 01 de dezembro a 31 de janeiro de 2018, diariamente das 10h às 22h.
Local: Ala Norte do Iguatemi Esplanada
Bilheteria no local
 
Endereço Ala Sul: Av. Gisele Constantino, 1850 - Parque Bela Vista – Votorantim
Endereço Ala Norte: Av. Izoraida Marques Peres, 401 - Altos do Campolim - Sorocaba
Informações: (15) 3219.9900 
 
Peça de Laurence Dauphinais e Maxime Carbonneau, com tradução de Letícia Tórgo transforma aplicativo do iPhone em personagem e questiona relação entre homem e tecnologia.
 
 
 
 
Uma atriz e uma máquina de inteligência artificial como protagonistas. Assim começa uma investigação sobre a relação entre o homem e a sua criação. Em um tempo em que pensadores questionam a necessidade do corpo para ser humano, quem é o verdadeiro programador? 
 
Inédito no Brasil, o espetáculo canadense SIRI visa transformar esta grande caixa que é o teatro utilizando-se apenas das ferramentas que a pequena caixa do iPhone pode oferecer. No palco, a atriz Laurence Dauphinais interage em tempo real com o aplicativo da Apple, gerando um diálogo inédito a cada dia. 
 
Falado na língua francesa, com trechos em português e inglês, o espetáculo terá legendas simultâneas em português em todas as apresentações e, em uma sessão especial, no dia 3 de dezembro, um intérprete de libras para surdos e recursos de audiodescrição para cegos, com a presença de ONGs convidadas.
 
Em 2010, a Apple criou o assistente pessoal SIRI que decifra instruções verbais de seus usuários e atende às suas solicitações de forma imediata e bastante “humana”. O site da Apple explica: “Fale com ela com uma voz natural. SIRI não só entende o que você diz, mas também o que você quer dizer, e te responde. Fale com ela como uma pessoa real." 
 
Preocupada com os temas da intimidade, corpo, memória e sede de espiritualidade, Laurence Dauphinais visa explorar, neste trabalho, a relação entre o aplicativo SIRI e seres humanos. Com SIRI, ela quer questionar o que os olhos de outras pessoas forjam e revelam para nós, sobretudo quando se trata de um olhar digital criado por seres humanos. SIRI não é apenas um programa para cumprir tarefas pessoais como um assistente ou um guia GPS. Ela foi criada para manter conversas com humor e naturalidade. Como uma pessoa real.
 
“Nossa intenção aqui é aprofundar uma investigação por conta de todas as mudanças de paradigmas pelas quais estamos passando em nossas relações. Esses organismos digitais estão se tornando cada vez mais autônomos e humanos em nosso dia-a-dia. Em um contexto dramatúrgico, tentamos desvendar os limites da linguagem de SIRI, suas restrições de programação e falhas retóricas na estrutura binária de pergunta e resposta a partir de onde pode surgir, inclusive, poesia. SIRI é programada para dar versões diferentes de respostas à uma mesma pergunta. Como não tem memória, o objeto teatral é construído através da insistência e repetição. Nosso desafio, a partir desta retórica incomum de linguagem, desta busca por respostas, é conhecer suas estratégias para avançar com a história no palco, ao vivo”, explica a atriz.    
 
Os jovens autores Laurence Dauphinais e Maxime Carbonneau são apaixonados por novas tecnologias. Em 2013 outro espetáculo sobre o tema, o IShow recebeu os prêmios de Melhor espetáculo pela Associação dos críticos de Quebec e o prêmio Buddies in Bad Time Vanguard de risco e inovação, no Summerwork Festival, de Toronto. Em 2015, um esboço do espetáculo SIRI foi apresentado no  OFFTA  (festival paralelo ao Festival TransAmériques) em Montreal, Canadá. No formato de um TED TALK, Laurence levantou paradigmas causados pelas novas tecnologias em nossa comunicação e relações humanas. Ela apresentou ao público SIRI, questionando a estreita relação que temos com a tecnologia. SIRI, por sua vez, assumiu o papel de um segundo personagem principal, com igualdade de voz ao lado de Laurence. A partir daí, Laurence e SIRI dividiram a cena face aos espectadores com a mesma força e presença. SIRI provou ser uma musa, um obstáculo, uma co-autora e uma artista de atuação imprevisível.
Ainda em 2015, o formato atual foi apresentado no Festival TransAmeriques (maior festival de teatro e dança contemporâneos da América do Norte). Desde então, tem ido representado em diversos teatros de Montréal e, este ano, fez parte do Festival Fringe de Edimburgo, na Escócia, onde foi sucesso de público e crítica.
 
No Brasil, SIRI fica em cartaz até dia 17 de dezembro. Serão realizadas 16 apresentações com aproximadamente 120 minutos de duração, de quinta a domingo, às 20h. 
 
 
 
Sobre o espetáculo:
 
Desde o lançamento do iPhone 6S, o software SIRI ouve o que dizemos, em todos os momentos, sempre como uma amiga. SIRI pretende, como um Deus onisciente, ter todas as respostas para nossas perguntas. Mas sua programação está repleta de lacunas, limites e buracos. Este espetáculo vista beber na fonte destas falhas de programação para dar inspiração a Laurence Dauphinais e criar um espetáculo teatral.
 
Por que nós temos esta necessidade de criar uma entidade que está programada para ter a personalidade e traços humanos sem ser verdadeiramente real? Será que inventamos SIRI para sermos visto? Nós criamos uma entidade que "sabe tudo" objetivamente. SIRI tem acesso à nossa privacidade e também ao conhecimento universal através da internet.
 
Este projeto visa investigar a relação entre o homem e a criação do homem. Quem é o verdadeiro programador? Laurence ou SIRI? Afinal de contas, não somos nós mesmos "programados" pelo homem através do prisma da cultura e da educação? É realmente necessário ter um corpo físico para ser humano? E que tipo de corpo? Vivemos um momento onde os maiores pensadores acreditam que não é mais necessário ter um corpo para ser humano. Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google, por exemplo, pesquisa meios para fazer o download da memória de um indivíduo em um robô, avatar ou outro corpo. Isto não é ficção científica! É real!
 
Se desaparecermos da face da Terra e SIRI se tornar nosso arquivo original: o que ela irá revelar sobre nós mesmos?
 
Sobre Laurence Dauphinais:
Atriz, diretora, escritora e cantora. Quando criança, trabalhou em vários projetos de cinema e TV até entrar na Escola Nacional de Teatro do Canadá. Lá, iniciou seu trabalho de criação teatral. Desde 2014 tem atuado em 2 produções teatrais ousadas: Cinq visages pour Camille Brunelle como atriz e ishow como co-diretora e performer com turnês pela Europa até 2017. Seu novo projeto, como co-autora, escritora e performer, "SIRI", é uma performance solo original, apresentada no OFFTA em Montreal em 2015, no Le Cabaret des Curiosités (França) e estará no FTA de Montreal em 2016 e no Théâtre d'aujourd'hui em 2017. Em 2015 lançou o primeiro EP do seu projeto solo electro musical La Dauphine, que toca regularmente nas rádios. Seu interesse é a junção entre ciência, arte e tecnologia, trabalhando com engenheiros, programadores e outros artistas para desenvolver uma ferramenta audiovisual sincronizada com a emoção humana através de sinais fisiológicos do corpo. Fala Francês, Inglês e Português.
 
FICHA TÉCNICA
Um espetáculo de: La Messe Basse
Produção Brasil: da Gaveta Produções
 
EQUIPE CANADÁ
Texto : Maxime Carbonneau + Laurence Dauphinais + Siri
Direção : Maxime Carbonneau
Interpretação : Laurence Dauphinais + Siri
Assistente de direção e direção de produção : Jérémie Boucher
Cenografia e Figurino : Geneviève Lizotte
Iluminação : Julie Basse
Trilha Sonora : Olivier Girouard
Fotografias : Hugo B. Lefort e Julie Artacho
Conselho dramaturgico : Dany Boudreault + Tiphaine Raffier
 
EQUIPE BRASIL
Direção de Produção: Letícia Tórgo
Produção Executiva: Kamilla Barcellos
 
 
SERVIÇO “SIRI”:
Local: Oi Futuro 
Estreia: 23 de novembro de 2017
Temporada: Até 17 de dezembro
Horário: De quinta a domingo, às 20h
Endereço: R. Dois de Dezembro, 63 – Flamengo / RJ
Duração: 70 minutos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia-entrada e estudantes da Aliança Francesa, mediante apresentação da última mensalidade quitada) 
Tel. Bilheteria: 21 3131-3060
Vendas Online: ticketplanet.com.br ou pelo telefone 2576-0300 (a partir do dia 21/11)
Classificação etária: livre. - Gênero: Drama
 
 
 

 

A Companhia do Estevão Maravilha reestreia o espetáculo Sei Lá Vi dia 4 de dezembro, segunda-feira, às 20h, na Oficina Cultural Oswald de Andrade. A temporada segue até o dia 19 de dezembro com sessões às segundas e terças-feiras, às 20h. Nos dias 11 e 18 (segunda) haverá sessões extras às 17h. Ingressos gratuitos.
 
Com direção de Caco Mattos, o elenco formado por Fernando Stelzer, Lucas Pinheiro Paiva, Rafael Senatore e Rodrigo Horta propõe uma ruptura com a ilusão como metáfora para a vida.
 
A concepção do espetáculo surgiu a partir de questionamentos sobre a postura do ser humano perante as mais diversas situações do cotidiano e no interesse em explorar modos com que a farsa, a mentira e a ilusão colocam a humanidade cada vez mais na posição de espectadora da própria vida.
 
A partir da pergunta “o que é ilusão para você?” o diretor pediu aos atores pequenas cenas, músicas, depoimentos pessoais e imagens. Durante o processo de pesquisa visitaram instituições com crianças, adolescentes, adultos e idosos, analisando de que maneira a ilusão atua nessas fases da vida. “Esse foi um momento de levantamento de materialidades cênicas. Em seguida o grupo foi provocado a escolher quais eram as cenas que poderiam potencializar o discurso sobre a ilusão que eles gostariam de emitir. Priorizei e apostei na autonomia dos integrantes, questionando e orientando suas escolhas”, conta Caco Mattos.
 
Ao observar o nonsense dos movimentos surrealista e dadaísta, a fantasia dos desenhos animados e os antigos espetáculos de variedades (por sua pluralidade de atrações, como palhaços, ilusionismo, música, dança etc), a montagem traz uma estética simplista, mas que busca atingir o público pelo deslumbre sinestésico e imaginativo, traduzindo a vida através do não-convencional e da subversão à lógica.
 
“A peça faz uma metáfora sobre a vida, as vezes muito sutil, subliminar. Constantemente, estamos imersos numa relação de ilusão sem perceber, seja nas relações afetivas, nas questões tabus como a morte, nas relações de poder, na solidão. Estabelecemos, conscientes ou não, uma relação com a ilusão e muitas vezes somos manipulados por ela sem nos darmos conta disso”, fala Mattos.
 
A peça é encenada a partir da metalinguagem com os próprios atores realizando uma peça de teatro, cujas cenas são divididas em números de variedades, referentes a cada fase da vida, como infância, juventude, maturidade, velhice. Ao falar de ilusão, a linha entre realidade e fantasia torna-se mais tênue e o jogo, mais vivo.
 
A trilha sonora traz diversos temas característicos de seus tempos como música clássica, valsa, jazz, e o chá chá chá, além de algumas composições próprias, que auxiliam no jogo cênico.
 
“A provocação é instaurar nos espectadores a ruptura da ilusão e colocá-los para pensar a partir da sua experiência pessoal sobre a vida e questões que a Companhia quer abordar”, explica Mattos.
 
O espetáculo foi contemplado pelo ProAc Primeiras Obras de Teatro em 2016, e cumpriu temporada na Oswald de Andrade em outubro.
 
 
Ficha técnica:
Direção: Caco Mattos. 
Criação: Companhia do Estevão Maravilha. 
Elenco: Fernando Stelzer, Lucas Pinheiro Paiva, Rafael Senatore e Rodrigo Horta. 
Cenografia e Adereços: Hélio Senatore. 
Figurino: Luísa Mira, Hélio Senatore e Companhia do Estevão Maravilha. 
Iluminação: Lui Seixas. Operação de Luz: Lui Seixas e Rodrigo Oliveira. 
Direção Musical e Trilha Sonora Adaptada: Companhia do Estevão Maravilha. 
 
 
 
SERVIÇO:
Temporada: De 4 a 19 de dezembro - segundas e terças-feiras às 20h. Dias 11 e 18 – segundas, sessão extra às 17h.
Duração: 70 minutos. Classificação: 10 anos. Sala 7. Capacidade: 30 lugares.  
Local: OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE – Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro (próximo a estação Tiradentes do metrô). Informações (11) 3221-4704. 
Ingressos: Grátis (Retirada de ingressos a partir de 1 hora antes da apresentação). 
 
 
 
 
 
 
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