Sexta, 24 Novembro 2017 | Login
Peça de Laurence Dauphinais e Maxime Carbonneau, com tradução de Letícia Tórgo transforma aplicativo do iPhone em personagem e questiona relação entre homem e tecnologia.
 
 
 
 
Uma atriz e uma máquina de inteligência artificial como protagonistas. Assim começa uma investigação sobre a relação entre o homem e a sua criação. Em um tempo em que pensadores questionam a necessidade do corpo para ser humano, quem é o verdadeiro programador? 
 
Inédito no Brasil, o espetáculo canadense SIRI visa transformar esta grande caixa que é o teatro utilizando-se apenas das ferramentas que a pequena caixa do iPhone pode oferecer. No palco, a atriz Laurence Dauphinais interage em tempo real com o aplicativo da Apple, gerando um diálogo inédito a cada dia. 
 
Falado na língua francesa, com trechos em português e inglês, o espetáculo terá legendas simultâneas em português em todas as apresentações e, em uma sessão especial, no dia 3 de dezembro, um intérprete de libras para surdos e recursos de audiodescrição para cegos, com a presença de ONGs convidadas.
 
Em 2010, a Apple criou o assistente pessoal SIRI que decifra instruções verbais de seus usuários e atende às suas solicitações de forma imediata e bastante “humana”. O site da Apple explica: “Fale com ela com uma voz natural. SIRI não só entende o que você diz, mas também o que você quer dizer, e te responde. Fale com ela como uma pessoa real." 
 
Preocupada com os temas da intimidade, corpo, memória e sede de espiritualidade, Laurence Dauphinais visa explorar, neste trabalho, a relação entre o aplicativo SIRI e seres humanos. Com SIRI, ela quer questionar o que os olhos de outras pessoas forjam e revelam para nós, sobretudo quando se trata de um olhar digital criado por seres humanos. SIRI não é apenas um programa para cumprir tarefas pessoais como um assistente ou um guia GPS. Ela foi criada para manter conversas com humor e naturalidade. Como uma pessoa real.
 
“Nossa intenção aqui é aprofundar uma investigação por conta de todas as mudanças de paradigmas pelas quais estamos passando em nossas relações. Esses organismos digitais estão se tornando cada vez mais autônomos e humanos em nosso dia-a-dia. Em um contexto dramatúrgico, tentamos desvendar os limites da linguagem de SIRI, suas restrições de programação e falhas retóricas na estrutura binária de pergunta e resposta a partir de onde pode surgir, inclusive, poesia. SIRI é programada para dar versões diferentes de respostas à uma mesma pergunta. Como não tem memória, o objeto teatral é construído através da insistência e repetição. Nosso desafio, a partir desta retórica incomum de linguagem, desta busca por respostas, é conhecer suas estratégias para avançar com a história no palco, ao vivo”, explica a atriz.    
 
Os jovens autores Laurence Dauphinais e Maxime Carbonneau são apaixonados por novas tecnologias. Em 2013 outro espetáculo sobre o tema, o IShow recebeu os prêmios de Melhor espetáculo pela Associação dos críticos de Quebec e o prêmio Buddies in Bad Time Vanguard de risco e inovação, no Summerwork Festival, de Toronto. Em 2015, um esboço do espetáculo SIRI foi apresentado no  OFFTA  (festival paralelo ao Festival TransAmériques) em Montreal, Canadá. No formato de um TED TALK, Laurence levantou paradigmas causados pelas novas tecnologias em nossa comunicação e relações humanas. Ela apresentou ao público SIRI, questionando a estreita relação que temos com a tecnologia. SIRI, por sua vez, assumiu o papel de um segundo personagem principal, com igualdade de voz ao lado de Laurence. A partir daí, Laurence e SIRI dividiram a cena face aos espectadores com a mesma força e presença. SIRI provou ser uma musa, um obstáculo, uma co-autora e uma artista de atuação imprevisível.
Ainda em 2015, o formato atual foi apresentado no Festival TransAmeriques (maior festival de teatro e dança contemporâneos da América do Norte). Desde então, tem ido representado em diversos teatros de Montréal e, este ano, fez parte do Festival Fringe de Edimburgo, na Escócia, onde foi sucesso de público e crítica.
 
No Brasil, SIRI fica em cartaz até dia 17 de dezembro. Serão realizadas 16 apresentações com aproximadamente 120 minutos de duração, de quinta a domingo, às 20h. 
 
 
 
Sobre o espetáculo:
 
Desde o lançamento do iPhone 6S, o software SIRI ouve o que dizemos, em todos os momentos, sempre como uma amiga. SIRI pretende, como um Deus onisciente, ter todas as respostas para nossas perguntas. Mas sua programação está repleta de lacunas, limites e buracos. Este espetáculo vista beber na fonte destas falhas de programação para dar inspiração a Laurence Dauphinais e criar um espetáculo teatral.
 
Por que nós temos esta necessidade de criar uma entidade que está programada para ter a personalidade e traços humanos sem ser verdadeiramente real? Será que inventamos SIRI para sermos visto? Nós criamos uma entidade que "sabe tudo" objetivamente. SIRI tem acesso à nossa privacidade e também ao conhecimento universal através da internet.
 
Este projeto visa investigar a relação entre o homem e a criação do homem. Quem é o verdadeiro programador? Laurence ou SIRI? Afinal de contas, não somos nós mesmos "programados" pelo homem através do prisma da cultura e da educação? É realmente necessário ter um corpo físico para ser humano? E que tipo de corpo? Vivemos um momento onde os maiores pensadores acreditam que não é mais necessário ter um corpo para ser humano. Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google, por exemplo, pesquisa meios para fazer o download da memória de um indivíduo em um robô, avatar ou outro corpo. Isto não é ficção científica! É real!
 
Se desaparecermos da face da Terra e SIRI se tornar nosso arquivo original: o que ela irá revelar sobre nós mesmos?
 
Sobre Laurence Dauphinais:
Atriz, diretora, escritora e cantora. Quando criança, trabalhou em vários projetos de cinema e TV até entrar na Escola Nacional de Teatro do Canadá. Lá, iniciou seu trabalho de criação teatral. Desde 2014 tem atuado em 2 produções teatrais ousadas: Cinq visages pour Camille Brunelle como atriz e ishow como co-diretora e performer com turnês pela Europa até 2017. Seu novo projeto, como co-autora, escritora e performer, "SIRI", é uma performance solo original, apresentada no OFFTA em Montreal em 2015, no Le Cabaret des Curiosités (França) e estará no FTA de Montreal em 2016 e no Théâtre d'aujourd'hui em 2017. Em 2015 lançou o primeiro EP do seu projeto solo electro musical La Dauphine, que toca regularmente nas rádios. Seu interesse é a junção entre ciência, arte e tecnologia, trabalhando com engenheiros, programadores e outros artistas para desenvolver uma ferramenta audiovisual sincronizada com a emoção humana através de sinais fisiológicos do corpo. Fala Francês, Inglês e Português.
 
FICHA TÉCNICA
Um espetáculo de: La Messe Basse
Produção Brasil: da Gaveta Produções
 
EQUIPE CANADÁ
Texto : Maxime Carbonneau + Laurence Dauphinais + Siri
Direção : Maxime Carbonneau
Interpretação : Laurence Dauphinais + Siri
Assistente de direção e direção de produção : Jérémie Boucher
Cenografia e Figurino : Geneviève Lizotte
Iluminação : Julie Basse
Trilha Sonora : Olivier Girouard
Fotografias : Hugo B. Lefort e Julie Artacho
Conselho dramaturgico : Dany Boudreault + Tiphaine Raffier
 
EQUIPE BRASIL
Direção de Produção: Letícia Tórgo
Produção Executiva: Kamilla Barcellos
 
 
SERVIÇO “SIRI”:
Local: Oi Futuro 
Estreia: 23 de novembro de 2017
Temporada: Até 17 de dezembro
Horário: De quinta a domingo, às 20h
Endereço: R. Dois de Dezembro, 63 – Flamengo / RJ
Duração: 70 minutos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia-entrada e estudantes da Aliança Francesa, mediante apresentação da última mensalidade quitada) 
Tel. Bilheteria: 21 3131-3060
Vendas Online: ticketplanet.com.br ou pelo telefone 2576-0300 (a partir do dia 21/11)
Classificação etária: livre. - Gênero: Drama
 
 
 

 

Para os roqueiros de plantão é sem duvida a melhor forma de encerrar 2017
 
 
Duas grandes bandas da história do Rock, Tesla dará a partida para cada dia de música, seguidos pelos americanos do Cheap Trick e terminando com os britânicos do Deep Purple.
 
 
 
Curitiba – 12/12/17 – Pedreira Paulo Leminski
São Paulo – 13/12/17 – Allianz Parque
Rio de Janeiro – 15/12/17 – Jeunesse Arena
 
O público terá a oportunidade de curtir três shows completos na mesma noite, em cada cidade. 
 
Cheap Trick substitui a banda Lynyrd Skynyrd que teve a apresentação cancelada por motivos pessoais.
 
Confira na íntegra a nota que o Lynyrd Skynyrd divulgou:
 
Os membros do Lynyrd Skynyrd estão desapontados por anunciar que estão cancelando sua participação no Solid Rock com o Deep Purple e Tesla.
 
A filha de Johnny Van Zant, um dos membros do Lynyrd Skynyrd, foi diagnosticada com Linfoma Linfoblástico Agudo e, por hora, será submetida a um tratamento agressivo. Johnny usará os próximos meses para se concentrar no tratamento e saúde de sua filha.
 
O Lynyrd Skynyrd gostaria de pedir desculpas aos fãs da América do Sul, com a promessa de voltar no futuro.
 
Enquanto isso, os bons amigos da banda e membros do Rock and Roll Hall of Fame, Cheap Trick, estarão se juntando à turnê em dezembro.
 
O frontman, Robin Zander diz: "Estamos ansiosos para nos juntar ao Deep Purple e Tesla na América do Sul como parte do Solid Rock Tour ... apenas desejava estar em circunstâncias diferentes. Nossos pensamentos e orações estão com Johnny, sua filha e todos nossos amigos de toda a família Lynyrd Skynyrd ".
 
 
 
 
CHEAP TRICK
Com mais de 5.000 apresentações durante quatro décadas e 20 milhões de discos vendidos em todo o mundo, Cheap Trick é, sem dúvida, um dos mais influentes grupos de rock clássico nos últimos 50 anos. 
 
Hits como "I Want To Want Me", "Dream Police" e "Surrender" cimentaram o grupo como uma das melhores bandas de Rock 'n' roll da América de todos os tempos.
 
 
DEEP PURPLE
Depois de 3 anos, o Deep Purple volta ao Brasil com a The Long Goodbye Tour. A turnê que promove seu último álbum – o 20º de uma história que começou lá atrás, nos anos 60 – Infinite (2017), que foi lançado em abril. Agora em outubro, os britânicos – donos de um dos nomes mais importantes já induzidos na Rock & Roll Hall of Fame – vão viajar pelo Brasil para três apresentações.
 
Chegando ao quinto disco gravado pela formação atual, formada pelos membros a era clássica Ian Gillan (vocal), Ian Paice (bateria), Roger Glover (baixo), Steve Morse (guitarra) e Don Airey (teclado), vão apresentar clássicos e hits que foram feitos durante os quase 50 anos de estrada da banda.
 
O público terá a oportunidade de curtir algumas músicas novas do último álbum, como “Time for Bedlam” e “Roadhouse Blues”, além de músicas que se tornaram verdadeiros hinos para os amantes do Rock’n’Roll, como “Strange Kind Of Woman”, “Highway Star”, “Burn” and “Smoke on the Water”. Não só essas músicas, como toda a discografia do Deep Purple são responsáveis por construir gerações e mais gerações de fãs, que terão a oportunidade de assisti-los em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro.
 
Para mais informações sobre o show e sua turnê mundial, visite www.deeppurple.com
 
Informações sobre ingressos em www.ticketsforfun.com.br
 
 
SOLID ROCK: Deep Purple, Cheap Trick  e Tesla
 
SERVIÇO:
 
Curitiba (PR)
Data: Terça-feira, 12 de dezembro de 2017.
Abertura dos portões: 16h.
Apresentação Tesla: 19h.
Apresentação  Cheap Trick: 20h30.
Apresentação Deep Purple: 22h30.
Local: Pedreira Paulo Leminski 
R. João Gava, 970 – Abranches - Curitiba - PR
Capacidade: 25.000 pessoas.
 
 
São Paulo (SP)
Data: Quarta-feira, 13 de dezembro de 2017.
Abertura dos portões: 16h.
Apresentação Tesla: 19h.
Apresentação  Cheap Trick: 20h30.
Apresentação Deep Purple: 22h30.
Local: Allianz Parque
Rua Turiassú, 1840 – Perdizes - São Paulo - SP
Capacidade: 48.113 pessoas.
 
 
Rio de Janeiro (RJ)
Data: Sexta-feira, 15 de dezembro de 2017.
Abertura dos portões: 16h.
Apresentação Tesla: 19h30.
Apresentação  Cheap Trick: 21h.
Apresentação Deep Purple: 23h.
Local: Jeunesse Arena
Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Capacidade: 13.000 pessoas.